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A ÁGUA E OS FLUIDOS

 

Muita gente deve perguntar-se algumas coisas na primeira visita à casa espírita. Aqui no IECIM, por exemplo, é praxe fazer reiterados avisos sobre aparelhos eletromagnéticos (“Por favor, desliguem os celulares”). Além disso, o assistido observa vários copos plásticos cheios de água sobre uma mesa, um dos quais lhe é oferecido após o tratamento, assim como percebe a possibilidade de se levar       água para beber em casa. Ouve-se de tudo, por parte dos assistidos, para referir-se à água: água   benta, água santa, água fluida – redundância, pois a água é, por sua constituição, um fluido, que é aquilo que flui, corre ou escorre, e não é o único elemento fluídico da natureza: há outros tantos,  materiais ou imateriais, líquidos ou gasosos (o ectoplasma, por exemplo), e outros até que ainda não conhecemos; na realidade a expressão mais apropriada é água fluidificada, isto é, água energizada com fluidos saudáveis e/ou curativos.

Bem, e para que se desliga o celular? Por que bebemos água ao terminar o tratamento? Enfim, por que as pessoas compram garrafinhas de água fluidificada para levar para casa?

Evidentemente, o assunto não é tão simples que se consiga esclarecer em apenas uma ou duas páginas. Não; há livros inteiros sobre o elemento mais importante à nossa subsistência no plano material. Mesmo no plano em que nos encontramos, o da matéria, a água pode ser estudada sob várias óticas: a química elementar nos ensina sua composição molecular, duas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio; a física postula seus diferentes estados (sólido, líquido, gasoso); os povos e as religiões se lhe atribuem diferentes significados simbólicos em ritos e atos de batismo, entre outros. A água é, ainda, excelente condutor de eletricidade – e todos nós estamos cientes das precauções que devem ser tomadas a fim de evitar choques elétricos no nosso dia a dia. Enfim, sua importância para a vida é evidente e muito conhecida, até em nosso plano físico.

Pois bem, ainda que a ciência dos encarnados tenha estudado a água e suas propriedades desde os primórdios da humanidade, não significa que conheçamos todas as suas peculiaridades. Não existem milagres, apenas há o desconhecimento de leis naturais, o que nos leva, muitas vezes, a encarar coisas simples como sobrenaturais, por mero desconhecimento das leis.

Quando a água evapora durante a fervura, ela desaparece – isso não quer dizer que ela tenha deixado de existir, ela apenas mudou de estado (de líquido a gasoso). Nós não conseguimos ver a água em estado gasoso, mas sabemos que ela existe e lá está, ascendendo na atmosfera para, no momento oportuno, agregar-se a muitas outras moléculas e, pelo fenômeno da condensação, precipitar-se outra vez no solo na forma de chuva.

O universo está totalmente impregnado de um fluido sutil denominado fluido universal, de composição indeterminada (do ponto de vista físico), condutor de impulsos eletromagnéticos – entre eles, o pensamento. Muitas instruções dos espíritos no Evangelho, assim como questões do Livro dos Espíritos, nos explicam que é por meio desse fluido que a prece se propaga.

A água, como fluido, também é passível de absorver energias em suas moléculas. Existem estudos atuais mostrando, por meio de fotografias realizadas a partir de ressonâncias magnéticas, a alteração da estrutura molecular da água em contato com sons (música) e com a emissão de pensamento: músicas suaves e tranquilas formam lindos cristais, enquanto que músicas agitadas ou agressivas deixam a molécula completamente desagregada.

Ora, se nós somos pelo menos 70% água (outra lição dos bancos escolares), e está comprovado que a água, enquanto fluido, sofre influências eletromagnéticas, não parece claro concluir que nosso corpo também reage a estas influências? Também parece claro, então, que um ambiente saturado de boas vibrações impregna a água – vibração, neste caso, é o nosso estado mental. Já foi dito por irmãos encarnados e desencarnados que em um lar desequilibrado, com brigas, a água fica energeticamente contaminada no próprio encanamento, prejudicando a saúde. Ou seja, a água é potável do ponto de vista físico-químico, mas imprópria do ponto de vista energético – nunca aconteceu de o leitor “passar mal” sem nenhum exagero alimentar, após ingerir um copo de água, em um período de brigas e desequilíbrio no lar? É mais do que certo que a água conduziu para o organismo os miasmas energéticos, assim como ela conduz o nosso remédio, as boas energias, as vibrações de saúde, paz e amor.

É por este motivo que a água que está no Centro Espírita tende a completar o tratamento, uma vez que suas moléculas estão saturadas de boas energias e vibrações salutares emitidas por nossa própria prece, por nosso amor ao próximo, pelo desejo de ajudar e também pelo concurso dos irmãos Espirituais. Em qualquer desequilíbrio, são eles que vêm em nosso socorro, reequilibrando o ambiente.

Também é por isso que se pede silêncio, prece, concentração... cada um de nós produz o próprio remédio. Vamos, então, agradecer ao Pai criador esse elemento abençoado, gerador de vida, imprescindível à nossa sobrevivência, e vamos tentar não contaminá-la com nossos maus pensamentos, aparelhos eletromagnéticos e músicas enervantes. Mantenha o seu lar saudável!

 

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