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Alguém para Amar

Senhor, quando eu tiver fome, dai-me alguém que necessite de comida.

Quando tiver sede, dai-me alguém que precise de água.

Quando sentir frio, dai-me alguém que necessite de calor.

Quando tiver um aborrecimento, dai-me alguém que necessite de consolo.

Quando minha cruz parecer pesada, deixe-me compartilhar a cruz do outro.

Quando me achar pobre, ponde a meu lado alguém necessitado.

Quando não tiver tempo, dai-me alguém que precise de alguns dos meus minutos.

Quando sofrer humilhação, dai-me ocasião para elogiar alguém.

Quando estiver desanimada, dai-me alguém para lhe dar novo ânimo.

Quando sentir necessidade da compreensão dos outros, dai-me alguém que necessite da minha.

Quando sentir necessidade de que cuidem de mim, dai-me alguém que eu tenha de atender.

Quando pensar em mim mesma, voltai minha atenção para outra pessoa.

Tornai-nos dignos, senhor, de servir nossos irmãos que vivem e morrem pobres e com fome no mundo de hoje.

Dai-lhes, através de nossas mãos, o pão de cada dia, e dai-lhes, graças ao nosso amor compassivo, a paz e a alegria.


Madre Teresa de Calcutá

 

O amor socorre





“Pedi e se vos dará: buscai e achareis; batei à porta e se vos abrirá porque todo aquele que pede recebe, quem procura acha, e se abrirá àquele que bater à porta.” – Jesus (Mateus, VII: 7-11).


Esse momento de Jesus no Evangelho é mais um momento em que ele dá esperanças aos corações aflitos.

Sob o ponto de vista moral, diz Allan Kardec em “O Evangelho segundo o Espiritismo”, o que as palavras de Jesus significam: pedi a luz que deve clarear o vosso caminho, e ela vos será dada; pedi a força de resistir ao mal, e a tereis; pedi a assistência dos bons Espíritos, e eles virão vos acompanhar e, como o anjo de Tobias, vos servirão de guias; pedi bons conselhos, e não vos serão jamais recusados; batei à nossa porta, e ela vos será aberta, mas pedi sinceramente, com fé, fervor e confiança: apresentai-vos com humildade, não com arrogância; sem isso, sereis abandonados às vossas próprias forças, e as próprias quedas que tereis serão a punição do vosso orgulho.

A prece é sustentáculo. Pedir com amor e humildade dá forças e coragem a quem pede, dá esperanças. Continuemos, pois, a orar pela nossa Terra e por todos nós. Não desistamos de orar. Permaneçamos em oração e trabalho no bem, exemplificando o amor que aprendemos. Acendamos a candeia e a coloquemos no alto. Somos sempre atendidos pelo amor e precisamos retribuir ao amor.

Todos temos o nosso quinhão de sofrimentos a passar, mas o amor sustenta sempre, ampara sempre e na maioria das vezes estamos recebendo mais do que ofertamos. Deus sempre nos socorre.

As reuniões mediúnicas são, para os seus frequentadores, nos centros espíritas, grandes lições. São depoimentos valiosos dos Espíritos comunicantes, na grande maioria em sofrimento, dada a situação do planeta de provas e expiações em que ainda habitamos. Sempre o amor a socorrer aquele que bate à porta e pede com humildade.

À guisa de ilustração, rememoramos um caso, ouvido há pouco tempo, em meio a inumeráveis outros, que a bondade Divina permite vivenciarmos para o nosso aprendizado.

Um Espírito manifestou-se em sofrimento, dizendo que não conseguia respirar. Não conseguia respirar sem os aparelhos. Estava com um câncer na fase terminal. Sou médico, disse, e não consigo ajudar a mim mesmo! Não percebia que já tinha desencarnado. Não precisava mais sofrer. O câncer tinha sido no corpo e não no espírito, mas a lembrança era vívida e isso lhe provocava o mal-estar, como se ainda doente.

Com muito amor, foi ajudado pelo doutrinador da reunião. A falta de ar passou. Conseguia respirar. Disse que era médico dermatologista e que, quando descobriu o câncer, este já estava muito adiantado, com metástases diversas.

Foi orientado sobre a imortalidade da alma. O doutrinador lhe disse que se ele era médico, deveria ter feito muito bem e Deus sempre ampara a quem socorre. O Espírito se acalmou. Tranquilizou-se e foi então orientado de que ele já não estava mais num corpo humano, que já estava no mundo espiritual.

Agradecido por estar sendo ouvido e amparado, ele deu seu depoimento. Disse que quando descobriu seu câncer, estava com cinco anos de casamento. Tinha uma filhinha com dois anos de idade e ela era linda como a luz do sol, loura, de olhos azuis, lhe lembrava um anjo. Era a época mais feliz da vida dele. Tinha projetos, tinha sonhos. Pensava que era um Deus.

Quando viu que estava doente, que seus sonhos desabavam, revoltou-se, não aceitou. Seu orgulho e sua revolta não lhe permitiram perceber o auxílio que lhe era dispensado. Agora, ali, socorrido pelas orientações e pelas preces, via-se tal qual era, um Espírito que necessitava ser humilde. Pediu perdão a Deus pelo seu orgulho e vaidade. Nesse momento, ele viu o avô, que também tinha sido médico na Terra, a socorrê-lo e, grato, saiu emocionado, amparado pelo avô.

Somos sempre amparados, sempre atendidos quando oramos com sinceridade. Jesus, o emissário Divino nos pediu que permanecêssemos nele, que ele permaneceria em nós.

O amor jamais nos desampara. Libertemo-nos do orgulho que nos cega e veremos a ação desses amor continuadamente a agir a nosso favor, mesmo nas horas mais difíceis de nossas vidas. Pensemos nas horas difíceis como degraus de subida em direção à paz, se soubermos ter paciência e resignação.

Peçamos amparo a Deus e forças, e teremos esse amparo e essa força. Permaneçamos em paz. Todos os sofrimentos passam. Mantenhamos a fé e a esperança. 

 

Somos todos peregrinos sobre a Terra


“Nós, os espíritas, temos que nos questionar muito como estão os nossos sentimentos de solidariedade, compreensão e tolerância; que pensamentos lançamos ao espaço quando o assunto nos alcança à alma? São de preconceito, esse filho direto do egoísmo e do orgulho?” (Humberto Werdine, autor do artigo Refugiados: a força e a esperança por um fio, um dos destaques desta edição.)

Necessitamos de indulgência para o acolhimento daqueles que buscam, desesperadamente, o conforto, o amparo, o socorro e a compreensão. Apesar das diferenças culturais, incluindo-se as religiosas, devemos, antes de tudo, respeitar os direitos do homem e dar tratamento humanitário aos refugiados.

Nunca, como hoje, se perseguiram tanto os muçulmanos, mesmo os que já detêm direitos de cidadania. Esses e, em especial, os clandestinos, pela própria tez e origem, têm sido classificados como possíveis terroristas e alvo de lamentáveis demonstrações de xenofobia.

“Nesta encruzilhada, devemos lembrar as palavras de Jesus que abrem este artigo: ‘porque tive fome e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; eu era estrangeiro e me acolhestes’. E, mesmo no Antigo Testamento, a Torah, o livro sagrado dos judeus que Jesus ensinou e pregou, há várias passagens sobre o tratamento aos estrangeiros. Em Gênesis 25.9 é dito ‘não oprimirás ao estrangeiro, pois vós conheceis o coração do estrangeiro, pois fostes estrangeiros na terra do Egito’. Outra passagem importante é em Jó 31.32: ‘O estrangeiro não passava a noite fora; minhas portas eu abria para o viajante’.” (Humberto Werdine, no artigo citado.)

As palavras de Jesus são de uma simplicidade profunda. Não há nelas teoria, mas indicações objetivas pertinentes à prática do bem. Acolher o refugiado, mesmo que seja um inimigo, é atitude eminentemente cristã. É claro que se deve agir com prudência, para que o joio e o trigo sejam devidamente identificados e não se cometam injustiças.

“Nós os espíritas, que somos sabedores destas verdades, devemos orar para que nossos políticos e governantes possam, enquanto dormem, ser inspirados em seus sonhos pela Espiritualidade Superior para estarem cientes da grande responsabilidade que está nas suas mãos, para que possam agir rapidamente com caridade e compaixão para acabar com esta crise humanitária de forma definitiva.” (Humberto Werdine, no artigo citado.)

A xenofobia não está somente no círculo daqueles que estão no poder. Ela está na base da população e, em alguns casos, chega a um nível próximo da histeria. Ignoram essas pessoas que muitos dos ex-refugiados que conseguiram direitos de cidadania e aqueles que tentam obtê-la são aqueles que, em passado não muito remoto, foram explorados pelos países aos quais hoje suplicam uma oportunidade para viver.

A migração sempre causa temores por parte daqueles que recebem os refugiados. O estado de São Paulo, como os brasileiros sabem, recebeu ao longo de sua história e continua a receber migrantes (por que não dizer refugiados?) de regiões pobres do Nordeste do Brasil, incapazes de oferecer as condições necessárias para que seus filhos permaneçam nas localidades onde nasceram, especialmente nas ocasiões em que a seca torna inviável a vida em tais locais. Mas tal como acontece em inúmeros países europeus, se pudessem, os cidadãos que discriminam expulsariam também esses migrantes.

“Em conclusão, enquanto os políticos trabalham para combater as causas destas guerras que causam estas crises de refugiados, devemos armar-nos com fé, amor, caridade, tolerância e compreensão, e ajudar como pudermos estes irmãos infelizes, que foram forçados a fugir de seus países em guerra para salvar e dar uma vida melhor e mais digna a seus filhos”. (Humberto Werdine, no artigo citado.)

O espírita vai às comunidades carentes para levar instrução. Mas vai também para levar-lhes consolo e facilitar a inclusão social.

Falamos das comunidades carentes porque é a experiência mais próxima da realidade brasileira, embora já tenhamos por aqui os refugiados haitianos e outros imigrantes expulsos por causa da violência ou da miséria que reina em seu país de origem.

Ninguém ignora que sofrem eles preconceito e discriminação, especialmente nos estados do Sul. Em sua maioria, os haitianos recebem os salários mais baixos e as colocações mais humildes, enquanto o desejo das pessoas que discriminam é, em verdade, repatriá-los, esquecendo-se de que todos nós somos peregrinos sobre a Terra e nela nos encontramos igualmente de passagem.(1)

 

(1) Aos que duvidam de que somos peregrinos sobre a Terra, sugerimos que leiam ou releiam a mensagem constante do cap. III, item 14, d´O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec.



 

Cilícios


Antigamente, quem pretendia alcançar o Céu, através do caminho religioso, usava cilícios inquietantes com que castigava a carne dolorida. Hoje, porém, compreendemos que a matéria, embora viva com os milhões de corpúsculos que a constituem, é recurso passivo ante a vibração espiritual.

Entendemos que a consciência vive ante o corpo na posição do maquinista perante a locomotiva. A harmonia ou o desequilíbrio representam resultados da direção. Não vale, pois, oprimir o sangue sem disciplinar o coração.

Na atualidade, possuímos cilícios valiosos que efetivamente cooperam em nossa redenção.

O silêncio amigo diante da calúnia impensada.

A renunciação a certos favores materiais, a benefício do companheiro que caminha conosco.

O sacrifício mudo pela afeição que se transviou no roteiro terrestre.

A doação dos recursos que nos façam falta, no amparo ao próximo.

A resistência às tentações de nossa própria natureza inferior.

O esquecimento de vantagens cabíveis à nossa situação, para que nossos companheiros se rejubilem com o êxito, antes de nós.

A gentileza sem reclamação.

A caridade sem pagamento.

A noite de vigília à cabeceira dos agonizantes.

O auxílio pessoal aos mais infelizes.

O sorriso amigo diante da suspeita sem razão de ser.

Semelhantes medidas são sempre elementos espirituais do mais alto valor ao nosso progresso.

O Senhor não nos induziu a atormentar o corpo, a fim de alcançarmos as Divinas Portas. Aconselhou simplesmente a coragem de negarmos a nós mesmos, no combate ao nosso “eu” egoístico e absorvente, a fim de que tomemos a cruz dos nossos deveres de cada dia, seguindo-lhe os passos.

Certamente, se quisermos sustentar nos próprios ombros o madeiro de nossas obrigações, atingiremos com o Mestre a alvorada da redenção sublime para sempre.


Do livro Cartas do Coração, obra mediúnica psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.




 

Família

Dr. Adolfo pergunta a um irmão se ele estava feliz pelo nascimento das netas. 

E lhe diz que esse nascimento das gêmeas fora obra do Cristo e que o irmão tinha merecimento para isso.

Senhoras e senhores, pais e mães, os senhores têm grande responsabilidade na criação dos filhos. 

Uma das causas primárias das convulsões infantis deriva das substâncias tóxicas produzidas pelo organismo materno devido à produção da raiva e do ódio. 

Um cérebro sensível ao receber os estímulos divinos, num sistema de auto-defesa, convulsiona. 

Segunda causa da convulsão infantil: a toxina produzida pelo coração e pela mente perturbadas dos manuseadores  dos alimentos infantis. Irmão, você como engenheiro de alimentos leve essas informações para os seus descendentes.

Sua filha deverá ter paz de espírito e alimentar os seus descendentes com as proteínas do leite materno mais purificado possível. Deixe as músicas tomarem conta do ambiente em que elas vivem, retire o contato das notícias tóxicas da televisão. Seres doentes pela raiva, pelo rancor e pelo ódio em que ser mandados para tratamento e não podem manusear, nem estar presente no ambiente que está se preparando o alimento dessas crianças. 

Por isso a extrema importância da união ímpar dos casais onde deve haver Respeito e confiabilidade. Não sou caxias quando me refiro sempre ao mesmo ponto, sempre à mesma célula chamada família. É na família o terreno que tem que ser arado por nós  sem medir esforços para que os nossos descendentes voltem e bendigam o nosso nome junto ao Criador.

Na insanidade e no personalismo que muitas vezes os anciões vivem, quando o seu cérebro e sua mente estão contaminados apenas com o vil metal, todos os olhares que ele passa para os seus descendentes ferem em cada mão, em cada rosto a expressão de abutre que vem recolher as suas migalhas do vil metal.

A maior herança que um homem deixa para os seus descendentes é a esperança das flores abundantes nos campos fartos da vida. É o perfume da certeza da imortalidade e da libertação de suas consciências, no trabalho bem executado como professor eterno que Jesus sempre se postou diante de toda a humanidade.

As árvores florem, os pássaros voam, as ervas respondem, as estrelas enfeitam os dias benfazejos desde a beleza do nascimento, até o ponto solo do último bater do coração. A natureza nos liberta quando nós encontramos Deus em nossas mãos, em nossos pensamentos, em nossos olhos, em nossas atitudes.

Por isso, caríssimo irmão, não poupe esforços para ser o vivenciador da era primaveril da nova fase da humanidade. Sorria, exale esperança, confiança, Luz, ternura, determinação, vontade mesmo que os seus pés sangrem. Caminhe, filho, mesmo assim.

Bendito é a ave que deixa os seus descendentes ocuparem terras novas, acredita em si e nos seus. Quem tem dificuldade de acreditar em si, não acredita nos seus descendentes. A águia acredita na águia, ela sabe a sua função.

Obrigado.

Dr. Adolfo na abertura dos trabalhos do dia 13/01/2017, psicofonia Laerson Cândido de Oliveira

 

Dr. Adolfo, finalizando os trabalhos de cura no dia 21/01/2017

Você é responsável pelo Departamento de Educação. É necessário  que você deixe claro para os seus alunos o essencial e o virtual. Há três categorias de Espíritos  que acompanham os senhores: os  EspíritosOrientadores, os, Espíritos Obsessores e os Espíritos doentes.

Os Espíritos doentes quase sempre os senhores os classificam como obsessores, e isso não é verdade.

Os Espíritos obsessores tem “n”  categorias, tem conhecimento, inteligência, sabedoria, são educados, discordam do seu pensamento, da sua família, discordam do seu país, da sua cor, da sua nacionalidade. Mas eles discordam de forma educada e civilizada. 

Esses são os obsessores e eles só podem ser incorporados em estágio último, quando em um embate, e considerada aqui a jurisprudência do Cristo, se quer a explicação da vítima, do algoz, do opressor e se faz necessária uma reconciliação.

Quando você vai tratar os Espíritos doentes, quase sempre a doença é a falta de educação. Não tem nenhum respeito por médium, nem com seus familiares. São Espíritos fofoqueiros, pequenos, intransigentes, vaidosos, não tem nenhum respeito com a prendem que os Senhores colocam. Quase sempre são Espíritos produtores  das desordens, das maledicências, dos mal-estares entre as famílias, dos portadores das deficiências econômicas e financeiras, da preguiça, da intransigência. Ele se satisfaz em produzir o mal. Isso não é obsessor e quase sempre os Senhores o chamam assim e o classificam da forma errada. E ainda induzem  os médiuns a fazer quatro, cinco , dez incorporações contaminando o médium, a direção e a outra parte que está executando.

Isso é matéria que precisa ser discutida nos quatro cantos de suas aulas, para que os médiuns tenham consciência do que estão fazendo.

O que acontece é que os médiuns pegam os seus defeitos e os trazem como sendo dos Espíritos, transferindo  a doença, a responsabilidade. 

Paremos com tanta filosofia e passemos à pratica, à técnica, à saúde, à assepsia, a limpeza, à organização, à  ordem verbal.

O concordar com o que eu falo não quer dizer que está pronto. Mas seja você a primeira exemplificadora. Não  adianta fazer aula se quando chega a oportunidade de darmos o exemplo, nós não o fazemos. Cobramos exemplo dos outros e somos incapazes de produzirmos  o exemplo. 

Estou colocando tudo isso porque eu gosto muito de você, tenho muita afetividade por você e quero que você se restaure nessa encarnação.

O maior trabalho de ensinamento será para você mesma.

Obrigado.

 

Família


Família: o lugar onde somos tratados melhor e onde se resmunga mais.
(J. Garland Polard)


O reduto familiar na Terra foi um dos primeiros ambientes formados, para que se reunissem as almas em adestramento na prisão do corpo físico. Viver em conjunto é a maior necessidade dos seres humanos, para a conquista da compreensão, dando início ao amor e à oportunidade da reencarnação.

Passaram-se épocas incontáveis, mas a família continuou crescendo, criando novas necessidades e ampliando seus deveres frente ao seu despertamento espiritual. As leis cada vez mais passaram a amparar a linhagem familiar, resguardando sua força em defesa da moral, supostamente dissolvida pelo progresso.

A família é, pois, a célula da sociedade, de onde nasce a segurança para a própria criatura, porque nela as leis fazem encontrar as inimizades que se tornam amizades pelo passar do tempo na luz de Deus.

Ninguém destrói a família; ela avança, mesmo depois do túmulo, buscando o crescimento do amor e glorificando a lei da justiça.

A fraternidade é gerada com mais intensidade no agrupamento; no entanto, é onde mais se resmunga, por causa dos encontros dos endividados com a lei, que buscam se entender, uns com os outros, em várias das suas reencarnações. O tronco familiar se faz uma bênção de Deus; é um ninho aconchegante de oportunidades, destinado a compreender o objetivo da própria vida espiritual.

Já assinalamos que a vida na Terra principiou em agrupamentos, sem esquecer todos os reinos, que podem ser observados com facilidade, na natureza: as pedras, as árvores, os animais e, enfim, os homens, e vão muito além, os Espíritos desencarnados. Veja os mundos e as próprias galáxias! Todos se movem juntos, ligados por fluidos que partem do “coração” de Deus.

Jesus surgiu também em um grupo familiar, para dar exemplo do Seu valor. Vamos aprender a amar a família, para que esse amor se estenda à família universal, como a toda a criação. Tudo que existe é nosso próximo, por nada existir desligado, dentro da casa do Senhor.

O pensamento de Deus circula na intimidade de toda a criação, inspirando e fazendo crescer todas as coisas, na mostra do progresso universal. Estamos nos aproximando de novos acontecimentos que vão nos dar a impressão de destruição da família e dos povos, sendo isso, entretanto, somente nas aparências; é para unificar os povos e solidificar as famílias em todas as nações. Não há o que temer, em relação às convulsões morais que se aproximam, nem mesmo às guerras que poderão surgir, pela ignorância dos homens, pois, no somar das confusões, as bênçãos do Criador reúnem todos pela sintonia, dando a cada um, a cada grupo, o salário a que fizeram jus, na pauta do tempo e no desenrolar da vida.


Como diz o pensamento em que nos inspiramos, é no lugar onde se resmunga mais. Vamos deixar de resmungar, amando aos que nos cercam.


 

E não existe família mais bela que a sua!


Se você conseguiu levantar hoje, dê graças a Deus!

Quantos irmãos não conseguiram nem respirar; quando foram fazer o exame de consciência, já estavam no mundo espiritual. Quantos! Quantos que o seu teto não conseguiu amanhecer, foi destruído durante a noite. Quantos que seus corpos não se mantiveram inteiros; ao amanhecer o dia, estavam espedaçados. Quantos irmãos que não viram seus filhos voltarem para casa em segurança. Quantos irmãos, em nome da felicidade, colocaram a infelicidade como sendo duradoura, e moradora eterna dentro dos seus lares.

Quantos de nós tivemos a oportunidade de ficarmos calados para não ferirmos o ser amado, ou revidar o estado de loucura daquele que vive conosco.

E tudo isso não é só para os heróis – tudo isso é para os humanos, conscientes, seres comprometidos. O seu bem é o bem de todos. É impossível o mundo chegar à condição de mundo feliz, enquanto um único ser derramar uma única lágrima.

É necessário termos o perdão, termos a paciência, a tolerância. Faça a caridade apenas de ouvir. E sinta isso na alma quando outros estiverem em estado de loucura, dê esse grande presente, o silêncio. Apenas escute. Não guarde mágoas. Valorize o bem. Só o bem pode reconstruir. Só o amor pode restaurar. Só a união pode nos favorecer e nos fortalecer. A divisão sempre nos deixa mais pobres, mais fracos. (...)

E não existe família mais bela que a sua! Todos os males têm cura. Não acredite no milagre, na fantasia, no passe de mágica. Acredite na sua fortaleza, na sua determinação de enfrentar, face a face, qualquer problema que seja, que apareça em suas vidas.

O seu papai, a sua mamãe, o seu irmão, a sua irmã, sua esposa, seu esposo, seus filhos, suas filhas têm problemas? Mas nós também temos. Só existe uma forma de resolver o problema. Ter a coragem de enfrentar o nosso grupo, de restaurá-los com as nossas próprias mãos. (,,,)

O filho ou a filha do vizinho é muito belo, mas todos eles dão trabalho, assim como seus filhos dão trabalho. Aceite o trabalho como sendo a tua participação na evolução da humanidade. Dê o remédio à criança indefesa, ao velho, fatigado pelo tempo. Erga os que estão caídos, vitimados pelas tempestades, oriundas das experiências necessárias das nossas vidas. (...)

Todos os esforços devemos fazer a fim de suportarmos amorosamente uns aos outros, sem temer a tempestade futura, sem retroagir um passo para trás, sem esperar. Não há obra que não possa ser executada por nossas próprias mãos. (...)

Se algo existe a ser feito, sejam os senhores os primeiros a se colocarem diante do trabalho a ser executado. Não esperem para o dia de amanhã, executem hoje, pois o amanhã talvez jamais existirá. (...)

Seja Jesus o grande professor das horas que os senhores necessitam para restaurar os vossos conhecimentos e alterar o seu estado de consciência para mais luz, mais beleza e mais fortalecimento, mais liberdade, mais união, mais saúde e mais luz. (...)

Obrigado, Jesus, pela sorte de estarmos juntos, em teu nome servindo, a grande causa do bem.

Que assim seja! Graças a Deus.

Dr. Adolfo, mentor do IECIM, Mensagem recebida em 05.11.2016, na unidade IECIM Santana de Parnaíba, através do médium Laerson Cândido de Oliveira

 
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