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O maior mandamento


Tendo os fariseus tomado conhecimento de que Jesus fizera os saduceus se calarem, reuniram-se, e um deles, que era doutor da lei, veio fazer-lhe esta pergunta, para tentá-lo: Mestre, qual é o maior mandamento da lei? Jesus respondeu:

“Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito, é o maior e o primeiro mandamento. E eis o segundo que é semelhante ao primeiro: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Toda a lei e os profetas estão encerrados nesses dois mandamentos”.

(Mateus, XXII: 34 a 40.)

O reino dos céus é comparado a um rei que quis fazer as contas com seus servos. E tendo começado a fazê-lo, foi-lhe apresentado um que lhe devia dez mil talentos; mas como ele não tinha meios de lhe pagar, mandou o seu senhor que fossem vendidos ele, sua mulher, seus filhos e tudo o que ele tinha para saldar a sua dívida.

O servo, porém, lançando-se aos pés do senhor, lhe suplicava: Senhor tenha um pouco de paciência, e eu lhe pagarei tudo. Então, o senhor, compadecido do seu servo, deixou-o ir e perdoou-lhe a dívida.

Mas esse servo, mal acabara de sair, encontrou um de seus companheiros que lhe devia cem moedas, e, agarrando-o pelo pescoço o sufocava dizendo: Paga-me o que tu me deves. E seu companheiro, lançando-se aos seus pés, lhe suplicava dizendo: Tem um pouco de paciência e eu te pagarei tudo. Mas ele não quis escutá-lo, retirou-se e fez com que o prendessem até que ele pagasse o que lhe devia.

Os outros servidores, seus companheiros, vendo o que se passava, ficaram extremamente aflitos, e foram comunicar ao seu senhor tudo o que tinha acontecido. Então o senhor, chamando o servo à sua presença, lhe diz:

“Servo mau, eu te perdoei tudo o que me devias, porque me imploraste, portanto tu também devias ter piedade do teu companheiro como eu tive de ti. E o senhor, cheio de cólera, entregou-o aos algozes, até que pagasse tudo quanto lhe devia”.

É assim que meu Pai que está nos céus vos tratará se cada um de vós não perdoar, do fundo do coração, as faltas que seu irmão houver cometido contra vós. (Mateus, XVIII: 23 a 35.)

Amar o próximo como a si mesmo; fazer aos outros o que desejamos que os outros façam por nós é a expressão mais completa da caridade, pois resume todos os deveres para com o próximo.

Não pode haver guia mais seguro a esse respeito do que tomar como medida do que se deve fazer aos outros, o mesmo que desejamos para nós. Com que direito se exigirá um bom procedimento dos nossos semelhantes, se não temos para com eles a indulgência, a benevolência e o devotamento?

A prática desses ensinamentos conduz à destruição do egoísmo; quando os homens os usarem como regra de comportamento, e como base das suas instituições, compreenderão a verdadeira fraternidade e farão reinar entre eles a paz e a justiça; não haverá mais ódios nem divergências de opiniões, mas união, concórdia e benevolência mútua.


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