Home Mensagens O Evangelho Reencarnação, uma lei da natureza

Reencarnação, uma lei da natureza

"Ninguém pode ver o Reino de Deus se não nascer de novo"


A palavra reencarnação surgiu no século 19, com o Espiritismo, para designar o processo de chegada e retorno do Espírito, na caminhada empreendida durante a sua jornada planetária. Esse processo de nascimento e renascimento é uma lei da Natureza. Não é uma invenção, não é uma mentira. Mas se é uma lei da Natureza, por que tanta polêmica em torno do tema? 

Acontece que até o século VI depois de Cristo, todo o Cristianismo aceitava a reencarnação que a cultura ocidental já proclamava, milênios antes da era cristã, fato que norteia os princípios da Justiça Divina, pois dá ao homem a oportunidade de rever seus erros e recomeçar, em nova existência, o trabalho de sua regeneração.

No ano 553 depois de Cristo, no Concílio de Constantinopla, atual Istambul, na Turquia, para atender a exigências do Império Bizantino, a Igreja resolveu abolir tal convicção, substituindo-a pela Ressurreição, que contraria todos os princípios da Ciência, pois admite a volta do ser, por ocasião de um juízo final, no mesmo corpo já desintegrado em todos os seus elementos constitutivos.

Interessante registrar que Teodora, esposa do imperador Justiniano, escravocrata desumana e preconceituosa, temia retornar ao mundo na pele de uma escrava negra e por isso desencadeou forte pressão sobre o papa Virgílio, para que fosse abolida a reencarnação, como se isso pudesse modificar uma lei natural.

Entre os judeus, somente os saduceus não acreditavam na imortalidade da alma. Os judeus acreditavam na reencarnação, com o nome de ressurreição. Porém, não tinham ideias claras a respeito do importante tema.

Por isso é que o fariseu Nicodemos procurou Jesus, para esclarecer-se a respeito. Da observação de Jesus: “Nicodemos, és mestre em Israel e não sabes dessas cosas?”, deduz-se que os mestres de Israel deviam ter conhecimento do assunto.

Também digna de registro foi a pergunta dos discípulos a Jesus: “Mestre, por que dizem os escribas que é preciso que venha Elias primeiro?”. Jesus lhes respondeu que Elias já tinha vindo, mas eles não o reconheceram. Então, os discípulos concluíram que o Mestre estava falando de João Batista, que foi a reencarnação de Elias.

Onde podemos ver claramente a justiça da reencarnação é na própria família. Os conflitos que surgem aí são devidos às diferenças que existem entre os Espíritos, devido ao fato de cada um trazer vivência e evolução diferentes.

O capítulo XIII de “O Evangelho segundo o Espiritismo” (Que a mão esquerda não saiba o que faz a direita) traz importante comunicação de irmã Rosália sobre a caridade material e a caridade moral. “A caridade moral consiste em vos suportardes uns aos outros, o que menos fazeis neste mundo inferior, em que estais momentaneamente encarnados”, diz a mensagem.

Compreendendo a reencarnação, haveremos de compreender os nossos semelhantes e o comportamento de cada um, nas várias situações que a vida oferece. Se a reencarnação fosse um erro, Jesus, por certo, a teria combatido, como o fez com várias ideias e crenças errôneas. A passagem dos Espíritos pela vida corpórea é, pois, necessária, para que eles possam realizar, junto com o elemento material, os propósitos que Deus lhes confiou.

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