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O Chamado


O ambiente era simples. Era, na verdade, um espaço dimensional estruturado na matéria extrafísica, que, por falta de terminologia mais adequada e moderna, chamamos de antimatéria. Fui convidado por Jamar a participar do evento, a fim de mais tarde relatar os acontecimentos aos companheiros da dimensão física, por meio da mediunidade.

Foi ao perceber os espíritos ali presentes que me senti, de repente, como um penetra numa reunião importante. Não fosse o convite de Jamar e de outros amigos espirituais, minha presença ali não teria cabimento.

Da dimensão física, chegava uma imensidão de Antimatéria, aqui, não se refere ao conceito que a física define, mas, como o autor esclarece, trata-se de um recurso linguístico para aludir à matéria extrafísica. Agentes desdobrados, de colaboradores dos diretores evolutivos da humanidade, de várias latitudes do planeta, conduzidos fora do corpo por emissários da espiritualidade.

Jamais imaginei que haveria tantos candidatos a colaborador entre os encarnados. Havia representantes das diversas religiões e também aqueles que se diziam ateus ou agnósticos, mas que em espírito continuavam colaborando com os alicerces de uma nova civilização, sob o patrocínio da política divina.

Naquela assembleia, diferenças religiosas, étnicas e culturais não significavam obstáculo à cooperação; a diversidade era vista como riqueza inerente à espécie humana, não como problema. Ninguém estava ali para discutir como o mundo acabaria, muito menos para provar que a sua perspectiva sobre as questões espirituais era mais correta ou acertada que as demais. Não!

Chegavam encarnados em desdobramento, provenientes de culturas, países e filosofias religiosas as mais diversas, apenas obedecendo ao convite do Alto. Todos respondiam ao chamado para participar de um momento especial na história do mundo.

Algo de proporções bem mais amplas que os acanhados pontos de vista ou as opiniões religiosas e políticas que normalmente se antagonizam no mundo físico. Embora ainda não soubessem exatamente para que se reuniam, deduziam a natureza da convocação: algo maior, de vital importância.


De um lado do ambiente espiritual estavam os representantes encarnados da justiça e da misericórdia divinas. Do outro, os desencarnados, que compareceram, também, como representantes do diretor espiritual da humanidade, conhecido, no Ocidente, com o nome de Jesus.

Vinham espíritos representantes das religiões, da política, das artes em geral e da música em particular. Notei que havia ali diversos espíritos que, na Terra, entre os adeptos religiosos, eram considerados santos ou espíritos sublimes; à minha percepção, pareciam simples humanos, trajando a indumentária a que estavam acostumados quando encarnados.

Desfilavam desde artistas da música pop e do rock’n’roll até alguns sambistas brasileiros, famosos por sua contribuição no cenário nacional ou internacional, passando por inúmeros músicos de diferentes culturas.

Observei religiosos igualmente célebres entre os encarnados, de mãos dadas ou abraçados com espíritos mais simples ou desconhecidos. Presenciei aqueles considerados de estirpe mais alta, presentes na galeria de mentores espirituais forjada pelos religiosos espíritas, lado a lado com um roqueiro ou um simples desconhecido.

Reconheci o espírito de conhecido apresentador da televisão brasileira ombro a ombro com um cientista que desencarnou no cumprimento de seus deveres. Percebi um dos papas mais estimados pelos católicos depor sua tiara e seu manto diante de uma mulher simples, vestida de sári, e pedir-lhe a bênção ao beijar-lhe as mãos.

Nessa assembleia não havia lugar para posições sociais, clericais ou religiosas; não havia espaço para as pretensões de uma espiritualidade caricata e inatingível. Afinal, todos eram humanos, estivessem desdobrados ou desencarnados; apenas espíritos comuns reunidos com o mesmo objetivo: responder ao chamado divino.

Procurei um lugar para me acomodar, de modo que tivesse uma visão mais ampla de todo o ambiente, mas não tinha imaginado que a multidão que se reunia era tão numerosa.

Quando percebi que ali havia espíritos de todas as procedências religiosas, culturais e sociais, com tendências políticas aparentemente discordantes entre si, os quais se identificavam com ideologias ou correntes de pensamento distintas e até antagônicas, foi então que me dei conta de uma verdade impressionante.

É que os agentes da soberana justiça estão inseridos nos mais variados contextos da vida planetária. E, embora quando na carne dificilmente alguém imagine, fato é que, em todos os departamentos da vida, assim como em todas as religiões do mundo, encontram-se emissários do Pai agindo no silêncio, dando sua contribuição para a melhoria da humanidade da forma que lhes compete e no limite que lhes é possível.

Comovi-me ao ver os guardiões planetários sobrevoando a plateia de seres extrafísicos e de seres encarnados desdobrados, trazendo em sua companhia mais e mais espíritos advindos da dimensão física, tanto quanto das dimensões superiores àquela onde nos encontrávamos temporariamente.

Era uma visão soberba e, ao mesmo tempo, arrancava lágrimas da mais pura emoção. Deixei-me levar por esses pensamentos quando senti uma mão tocando-me de leve, como se fosse um toque sutil de um anjo ou de alguma ave que pousasse em meu ombro, de maneira furtiva e silenciosa.

— Ângelo, meu querido, abordou-me com voz carinhosa a entidade de porte pequenino. Que bom que você pretende relatar este acontecimento para nossos irmãos lá de baixo, da Crosta. Cristo precisa de você, meu filho, e o que vai acontecer aqui hoje é algo pelo qual esperamos há 2 mil anos; é o ultimo chamado, a hora da colheita.

Nossos irmãos da Terra precisam estar atentos para a importância da hora que vive nosso mundo. A mensagem do Nazareno não é apenas uma pregação de palavras consoladoras; sua mensagem é também de justiça. Quem sabe os religiosos possam conscientizar-se de que precisamos nos unir, a despeito das aparentes diferenças de credo, em torno do objetivo maior, que é ajudar o mundo nesta hora de transição.

Tenha isso em mente ao escrever, meu filho. Somos todos espíritos em aprendizado, e aqui não existe quem seja mais importante do que o outro. Somos apenas filhos de Deus, nada mais.

O espírito nem ao menos esperou que eu respirasse, pois havia ficado quase sem fôlego diante de Teresa. Ela afastou-se mansamente, portando um sorriso enigmático, e das bordas de seu sári névoas discretas de luz irradiavam, como se fossem poeira de ouro ou de algum material cintilante.

Mas nada disso evidenciava a grandeza de sua alma, que, para seres como eu, revela uma compreensão bem mais ampla da vida. Quando vi a grande personalidade de Calcutá direcionando-se ao lugar na plateia onde estavam espíritos considerados os mais comuns de todos — e, muitas vezes, por parte de alguns teóricos ou adeptos religiosos, indignos de ali estarem —, tive a certeza mais uma vez de que eu escolhera o lado certo.

Isto é, o lado da política divina, o lado do Cordeiro, que não veio para os santos, mas para os pecadores; não veio para os salvos, mas para os perdidos; nem tampouco veio para aqueles que se consideram melhores que os demais, mais puros e espiritualizados que a massa de simples mortais.

Teresa assentou-se junto ao grande roqueiro Cazuza, e ao lado do espírito Freddie Mercury, como a dizer-me secretamente que Cristo, na linguagem dela, fazia questão de chamar quem ele bem entendesse; não aqueles que estavam prontos, mas qualquer um que quisesse usar seus talentos e habilidades para trabalhar por um mundo melhor.

Vi-os rindo gostosamente, cumprimentando-se como velhos amigos. Era ao mesmo tempo belo e impressionante constatar como não havia juízo ou atitude discriminatória com relação ao estilo de vida e de trabalho que o outro realizou quando encarnado.

Vi João Paulo II, o admirado papa do final do século xx, conversando boamente e num tom de júbilo com um espírito de cultura muçulmana e de braços dados com outros dois que identifiquei como os espíritos Lennon e Harrison, dois dos componentes dos antigos Beatles.

A princípio não entendi o aparente paradoxo espiritual ou o contraste apresentado naquele ajuntamento de almas. Foi quando Jamar se aproximou, falando-me mais ao coração que à razão, se assim posso dizer: O chamado que recebemos não está circunscrito aos espíritos considerados puros, santos ou superiores.

Veio a ordem do Alto, e nos apenas cumprimos aquilo que recebemos como incumbência: convocar todo espírito que disponha, de alguma forma, de condições de irradiar seu pensamento, que detenha carisma e que exerça habilidades capazes de arrebatar multidões, atraindo, com isso, quem anda na escuridão.

A convocação se estende principalmente aqueles que, tendo experimentado caminhos tortuosos e possivelmente desnecessários, hoje estejam conscientes da necessidade de despertar a enorme população fixada nos abismos.

E, numa leve referência ao Evangelho, que me pareceu intencional, acrescentou: São todos chamados, até mesmo antigos verdugos e obsessores que queiram contribuir para a hora da colheita final.

Percebendo meu espanto diante da massa de espíritos em condições vibratórias tão diferentes entre si, o que de modo algum os impedia de estarem ali coesos, aglutinados em torno de um objetivo único, Jamar arrematou: Esta reunião de seres das duas dimensões da vida lembra uma conferência que ouvi certa vez, Ângelo, na qual o espirito mais esclarecido repetiu uma frase que consta do livro do apocalipse:

“Depois destas coisas olhei, e vi uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e língua, que estavam em pé diante do trono e perante o Cordeiro”.

Jamar olhou para mim e esboçou um sorriso, sem perder o ar de guerreiro e a atenção sobre tudo o que ocorria no ambiente espiritual a nossa volta.

Era como se quisesse chamar minha atenção, delicadamente, pois o texto bíblico citado não mencionava que a grande multidão perante Deus e o Cordeiro era composta por almas redimidas, tratava-se apenas de uma grande multidão, e nada mais.

Antes que eu pudesse me expressar, Jamar apontou para o que se passava ali, logo antes do pronunciamento que todos aguardávamos. E o que presenciei fortaleceu ainda mais as impressões anteriores, pondo em xeque meu conceito de espiritualidade, elaborado principalmente na compreensão acanhada e reducionista que eu aprendera de alguns encarnados religiosos.

Um espirito de aparência feminina se posicionou a frente de todos, conclamando a multidão a se preparar para receber o emissário do Alto. Por meio da música, ou seja, da beleza e da arte, buscaríamos estabelecer uma conexão mais estreita com Deus, alcançando um estado emocional e vibracional o mais favorável possível.

E a música que foi apresentada não era tão diferente da que ouvi na Terra. Não era uma música suave, meditativa, com ritmo e melodia que remetessem a religiosidade e a introspecção, conforme as concepções ou os padrões vigentes em boa parte das religiosas mundanas. Emocionei-me diante dos espíritos que se apresentaram.

Como num palco de grandes proporções, interpretavam canções e composições nos estilos os mais diversos, desde blues, jazz e rock até música latina e gospel, passando por peças de música oriental e erudita, entre outras expressões consideradas por mim um tanto exóticas, devido a minha formação cultural ocidental.

Instrumentistas e cantores, alguns desencarnados e outros ainda de posse do corpo, porém desdobrados, alternavam-se no palco ao som de rica variedade de instrumentos musicais: guitarras elétricas, órgãos, pianos, acordeons, baterias e aparatos de percussão, contrabaixos, violinos e violoncelos, saxofones e trompetes, além de muitos outros, desconhecidos para mim.

Tiravam notas e sinfonias, arrebatavam a multidão de espíritos com ritmo e a harmonia, o swing e a inspiração que lhes eram próprios. Era um verdadeiro festival, aberto, contemporâneo e multicultural, uma celebração a música, a arte e a beleza que fizeram com que muitos daqueles espíritos se tornassem conhecidos nas duas dimensões da vida.

Vi alguns religiosos desencarnados balançando os pés e curtindo cada apresentação, sem o resquício do preconceito e o fantasma da intolerância. Creio, sinceramente, que alguém do mais alto queria dar uma lição de como todos poderíamos contribuir, cada um ali presente, com a habilidade, o dom e aquilo que de mais precioso cada qual podia oferecer.

Após as apresentações da música que nos arrebatou o espirito, da saudosa lembrança que evocou em nossas memórias, foi sugerido por Jamar e dois outros espíritos que nos colocássemos em sintonia com as forças soberanas da vida, por meio da oração.

Num momento de êxtase espiritual, uma luz intensa pareceu se condensar diante de todos os presentes, que formavam aquela “grande multidão de todas as nações, tribos, povos e línguas”, reunida ali em virtude do convite dos espíritos diretores do planeta.

Jamar posicionou-se a meu lado, dando-me sustentação energética e emocional para ouvir a mensagem que o representante superior estava prestes a verbalizar.

Tão logo o jato de luz se firmou diante de nossos olhos, espalhou-se velozmente por todo o ambiente, invadindo ou penetrando cada ser. De repente, a aparência de todos tornara-se ligeiramente translúcida, adquirindo uma característica até então despercebida por mim.

Todos os espíritos foram efetivamente tocados e perpassados pela luz que denotava a presença do ser superior. Em meu corpo espiritual e na intimidade de minha alma ficou gravada de maneira perene aquela aparição ou, se posso assim me expressar, a materialização daquela entidade sublime.

Diante de tão surpreendente manifestação, fiquei a imaginar se não estava ali, diante de nós, o príncipe dos exércitos celestes, o próprio Miguel, representando os diretores do governo oculto do mundo. Se Jamar conhecia a identidade do espirito, guardou-a somente para si, pois permaneceu calado.

A luz se espalhou num ambiente tão vasto que dificilmente eu poderia mensurar, uma vez que a multidão de espíritos reunidos realmente parecia não ter fim. Um milhão? Alguns milhões de seres? Jamais conseguiria dizer, pois tinha a impressão de que não paravam de chegar espíritos, provenientes de todas as dimensões próximas a Terra, a fim de ouvir o pronunciamento do emissário celeste.

Em meio a música de todos os povos, de todas as latitudes do planeta, a entidade emitia uma luz que não nos ofuscava, porém nos penetrava o âmago do espirito. A emoção subiu a um patamar como eu jamais tinha visto. Em meio ao júbilo, lágrimas desciam de quase todos os olhos, e ninguém conseguia parar de fitar a luz das luzes, o Imortal que se fez presente.

Esse vulto aos poucos adquiriu uma forma humana apreciável aos nossos sentidos espirituais, a qual foi se estruturando em meio a claridade. Não consegui identificar traços humanos de uma fisionomia conhecida.

Tratava-se de uma forma vaporosa que lembrava traços humanos, mas se diluía em meio ao fenômeno luminoso, comparável somente a aparição do espirito de Miguel em outros recantos, em outras dimensões, quando nos domínios dos daimons.

Olhei para alguns ali presentes. Ao menos de onde eu observava ou minha percepção alcançava, vi que muitos deles também se “diluíam” compartilhando aquele fulgor de alguma maneira, embora conservando o aspecto humano conhecido, ou seja, a identidade de cada um era preservada em meio ao fenômeno que nos atingia a todos.

Era como se outras luzes menos brilhantes se manifestassem dentro daquela luz maior. E nós, os espíritos comuns, não nos sentíamos violentados ou ofuscados com aquele brilho maior ou com os demais, menores, que irradiavam de espíritos, até aquele momento, confundidos na multidão. Pelo contrário, sentíamo-nos parte daquele generoso resplendor que nos envolvia e nos acolhia.

De repente, dando maior atenção aos detalhes, notei que cada um, da grande multidão, incluindo Jamar e eu, éramos também luzes e cintilávamos, cada qual em tonalidade e intensidade próprias. Concluí que talvez fosse a segunda lição que a entidade iluminada quisesse dar a todos nós, cada qual era uma luz, todos brilhavam à sua maneira e na intensidade que lhes era peculiar, mas brilhavam.

Não consegui deter as lagrimas mais uma vez quando senti Jamar também chorar e abraçar-me. Estávamos todos ali, inclusive muitos de nossos parceiros ainda encarnados, muitos de nossos colaboradores, para ouvir, simplesmente ouvir a grande mensagem.

Ante as emoções que emanavam de toda a multidão de seres de todas as aparências e procedências, escutamos atentamente a voz, que mais parecia ressoar dentro de cada um de nós, em nossas mentes:

“Irmãos de humanidade, sentimo-nos honrados por havermos sido convidados pelo Cordeiro de Deus, o qual nos reuniu sob sua paternal autoridade e proteção.

O governo supremo do mundo, representando o divino Cordeiro, chama a todos que tenham despertado para a realidade do espirito, a fim de se reunirem para a hora da limpeza etérica e astral do Terra.

Não chamamos apenas aqueles que se consideram bons, religiosos ou, tampouco, santificados. O chamado é para todos que possam se comprometer com a limpeza espiritual do mundo terrestre.

As legiões do Cristo não trabalham segundo as interpretações humanas do Evangelho, mas segundo o programa evolutivo estabelecido pelo administrador espiritual da humanidade. Sob essa ótica, congregamos aqui aqueles homens de boa vontade, e não os santificados, somente.

O chamado do Senhor é para a grande multidão de povos e para aqueles que queiram ser instrumentos da suprema vontade.

A Terra adentra um período de sensíveis transformações, que incidirão sobre todos os níveis de cada uma de suas dimensões. O mundo astral contiguo ao plano terrestre precisa ser higienizado, a fim de abrir campo para as balizas de uma nova civilização, mas também visando receber as almas que virão em grande escala, do plano físico, devido às grandes comoções, que ocorrerão gradativamente.

Há décadas o governo oculto determinou que sejam extirpados os redutos de sofrimento e os antros de fuligem e expiação do ambiente psíquico do planeta. A higienização já começou, a princípio timidamente: agora, porém, precisamos de todos vocês para esquadrinhar as dimensões próximas à morada humana, a fim de resgatar aqueles que apresentam condições para tal.

Precisamos da ajuda de todas as consciências e inteligências que tenham condições de agir de maneira consciente e tenham carisma para arrebatar as multidões que ainda permanecem nas regiões inferiores do mundo.

Usem suas habilidades, a força de suas palavras, de seus exemplos e de todos os dons desenvolvidos ao longo de suas experiências evolutivas. Todos são convidados a ser colaboradores na limpeza energética, etérica e astral do mundo.

Ao mesmo tempo, consciências comprometidas com a justiça sideral serão os representantes diretos dos dirigentes espirituais do mundo para intervir, com autoridade, nos redutos de poder e nos reinos invisíveis aos olhos humanos que não estejam em sintonia com o momento evolutivo da Terra.

Não esperem que os anjos venham a Terra para fazer a seleção das almas. Vocês serão os anjos, vocês são os escolhidos, os homens novos e mais conscientes serão os instrumentos da justiça e da misericórdia divinas.

O livro considerado sagrado pelas religiões cristãs relata que “Ele enviará os seus anjos, e ajuntará os seus escolhidos dos quatro ventos, da extremidade da terra até a extremidade do céu”. Deus ajuda os homens com outros que lhes são semelhantes. Portanto, a Terra clama pelo auxílio de todos que aqui estão, que responderam ao chamado superior.

Pois muitos, que dizem seguir as pegadas do Mestre no mundo e são considerados seus seguidores modernos, recusaram-se a dividir com aqueles considerados menos preparados e menos santificados a honra de serem instrumentos nesta hora que encerra uma etapa da história do mundo

De qualquer forma, conscientizem-se de que todo avanço ou toda ação no ambiente espiritual do planeta repercute vibratoriamente no plano físico. E o mundo passará, então, por uma verdadeira transformação, uma revolução e revisão de valores em todas as áreas.

Sociedades serão sacudidas pela necessidade de rever os valores e a forma de agir. Governantes serão testados ao limite de sua capacidade para que possam ser catalogados de maneira definitiva, junto com a população que os elegeu ou que governam, como habitantes do mundo terrestre ou de outros da imensidade.

Como podem ver, meus irmãos, a hora da separação do trigo e do joio é chegada, e o juízo que investigará e determinará o tipo psíquico que habitará o planeta Terra nos próximos milênios, assim como aquele tipo que será expatriado, está em pleno andamento. Vocês são os trabalhadores arregimentados como o braço direito da administração sideral neste momento final.

Deixem para depois suas lagrimas. Abandonem a culpa que, por tanto tempo, tem perseguido suas mentes e consciências e trabalhem como auxiliares do Cordeiro. À medida que trabalham nessas regiões inferiores, auxiliando na higiene espiritual do mundo, serão socorridos em seus próprios desafios.

O trabalho nesta hora sublime de transformações planetárias será muito mais produtivo e com resultados íntimos muito mais intensos e duradouros. Portanto, aproveitem o chamado divino para se resolverem durante a caminhada, e não esperando se converterem em anjos ou almas de moral ilibada para então trabalhar.

Não esqueçam que o Cordeiro preferiu caminhar e chamar para segui-lo os pescadores, os doentes e oprimidos, os ignorantes e aqueles que foram considerados indignos.

Vocês são a multidão dos convidados a representar o bem maior. Nós, os que trabalhamos nos bastidores dos acontecimentos mundiais, no invisível, contamos com cada um de vocês, com a habilidade que possuem, como instrumentos nossos na batalha final”.


Ângelo Inácio (espirito), Do livro: O fim da Escuridão, psicografia de Robson Pinheiro


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