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Vórtices de energia ou chacras

Para se compreender a existência dos órgãos semimaterias denominados chacras, é preciso que a visão humana transcenda os conceitos estabelecidos no mundo a respeito da matéria. Muita gente acostumada às pesquisas científicas costuma duvidar da existência de outras formas de manifestação da vida ou de outras dimensões onde vibra a matéria.

Normalmente, procuram dentro dos padrões observados no mundo a presença de outras formas de vida em outros mundos e mesmo na própria Terra. A manifestação da vida universal desafia as concepções dos cientistas de todas as épocas, simplesmente porque a ciência humana, sempre em ascensão, não permanece muitos anos com os mesmos conceitos, em vista de novas descobertas que se fazem.

Muitos segredos da vida espiritual e universal poderiam ser melhor compreendidos se os cientistas da Terra dedicassem mais atenção e pesquisas àquilo que denominam de antimatéria. Assim, os próprios irmãos espíritas poderiam ter mais elementos para a explicação da existência desses órgãos imateriais ou de uma vida material diferente dos padrões habituais observados.

Segundo as modernas descobertas da ciência (mas precisamente na área da física, com a teoria quântica relativista de campos), o mundo material e todos os seus fenômenos têm sua realidade no mundo “imponderável”, que é denominado “campo quântico”.

A base de todo o universo é material. Localiza-se, portanto, além das teorias tantas vezes apresentadas por céticos e cientistas desesperados, que buscam uma teoria definitiva para satisfazer a sua ansiedade por algo palpável.

O ser imortal se reveste de um “campo eletromagnético biopositivo” onde se processam as transferências, as transformações e onde se dá a própria existência de energias ou campos vibratórios. O “psicossoma” é exatamente esse campo primordial, que age em sintonia com o campo quântico ou a “dimensão mental”.

A dimensão mental preside e define o campo eletromagnético semimaterial do psicossoma; é ela que coordena todas as linhas de força, que agem diretamente no corpo físico através dos filamentos nervosos do cérebro humano.

As flutuações observadas na superfície do psicossoma são o reflexo das atividades dos chacras. Sua presença é perfeitamente concebível, compreensível, embora, por enquanto, não seja detectada pela tecnologia humana.

De modo análogo, flutuações energéticas de dimensão superior são concebidas por fórmulas matemáticas, ainda que, neste momento, não haja instrumentos para observações diretas do campo quântico. Essas flutuações magnéticas do psicossoma ou dos chacras, tanto quanto do duplo etérico, variam em sua estrutura íntima de tal maneira que se mantém dinâmicas permanentemente.

Assim como a ciência formulou a “lei que define a força de acoplagem eletromagnética”, representando a circulação dos elétrons de um átomo para outro, também podemos formular a “lei da acoplagem quântica”, que reflete o “quantum” elementar de energias que é transferido de um Chacra para outro ou dos chacras para as glândulas que lhes estão subordinadas.

Podemos dizer que a quantidade de energia capaz de produzir uma ação perceptível nos chacras está em razão direta da força de vontade empregada na transferência energética somada ao sentimento ou emoção que impregna essa mesma vontade.

E=VS ; onde: E=energia; V=vontade e S=sentimento

Dessa forma, entende-se que toda ação da mente, quando associada a um sentimento intenso ou emoção mais forte, é capaz de produzir transferências extremas de energia, que poderão ser percebidas pelos meus irmãos. Essa troca energética poderá ou não ser somatizada ou manifestar-se nas variações emocionais que surgem a todo momento no cotidiano de meus irmãos.

Esses órgãos imateriais, que têm sua existência nesse campo imaterial, influem no próprio comportamento humano, segundo a sua vitalidade ou o seu funcionamento. Eis o momento de repensarmos a atuação dos chacras no contexto psicofísico do ser humano. Deixando de lado os detalhes técnicos, já discutidos e pesquisados pelas escolas espiritualistas, tentaremos uma abordagem diferente.

As chamadas “rodas de energia ou flutuações quânticas” dos corpos espirituais, têm um papel importante não somente no que se refere à saúde física do indivíduo, como também no seu comportamento.

Podemos falar a respeito de fatores psicológicos ou comportamentais associados a este ou aquele chacra. Sob essa ótica, é precioso para nossos estudos definirmos o papel de cada órgão imaterial, porém real, aos quais estamos associando esse fator de comportamento.

Ao abordarmos a atuação dos “vórtices energéticos” no campo da psicologia, estaremos também ampliando a relação mente-corpo para além dos já tão conhecidos fluidos e sua dinâmica na manutenção da saúde. Quando os espíritos, no passado, utilizaram a palavra “fluido”, fizeram-no porque o vocabulário da época não oferecia maiores recursos para que os imortais manifestassem o seu pensamento de forma mais precisa.

Hoje, com o avanço da ciência, da física e de outros ramos do conhecimento, faz-se necessário definirmos melhor o nosso pensamento, utilizando-nos de um vocabulário mais adequado. Eis porque chamamos os “chacras de flutuações quânticas”, que se processam no “corpo espiritual ou psicossoma”, e também em outros campos dimensionais que envolvem a consciência ou espírito.

Quando a ciência da Terra avança além dos conceitos de gravidade (ciência newtoniana) e relatividade geral (ciência einsteiniana) e proclama a teoria das cordas - que propõe a explicação definitiva do universo – essa mesma ciência descobre e comprova, igualmente, o mundo das vibrações. Nessa chamada teoria definitiva os cientistas abrem campo para o entendimento da existência dos corpos espirituais.

Assim também, as flutuações previstas e detectadas pela teoria das cordas são úteis para que se vislumbre o sistema dos “vórtices energéticos”. São eles, os “chacras”, o que denominamos de “flutuações quânticas” dos corpos que revestem o ser.

Entretanto, como não podemos compreender um ser consciente ou espírito destituído de sentimento ou emoção, também temos de atualizar nossos conceitos relativos à existência e influência dos chacras no todo que constitui o ser humano.

Desse modo, compreende-se que o “quantum energético” que o ser absorve ou doa em benefício de outro está também acompanhado de vibrações emotivas ou sentimentais. Ninguém recebe ou processa unicamente energia, sem que seja impregnada de sentimento.

Considerando-se a consciência como sendo o próprio ser, todo o complexo sistema dimensional que o envolve, com as flutuações energéticas, magnéticas, fluídicas ou quânticas, estará sempre acompanhado de fatores emocionais e sentimentais.

Sob essa visão, é compreensível o entendimento de que os chacras, como órgãos imateriais, também estão associados aos fatores psicológicos, emocionais e comportamentais do indivíduo. Um determinado chacra poderá se apresentar estimulado energeticamente ou com determinada depressão magnética.

Essas variações no comportamento do chacra definem as mudanças que poderão ocorrer no indivíduo, em seu relacionamento com o mundo e com a vida. Tais alterações no campo bioenergético dos órgãos imateriais, poderão afetar todo o sistema orgânico da vida física e também definir a qualidade da vida mental.

Detectar essas variações do “quantum energético-emocional” de cada chacra é especialidade dos espíritos esclarecidos; porém, é perfeitamente possível aos companheiros encarnados. É de importância vital que tais variações sejam detectadas e trabalhadas a fim de que se possa indicar a terapêutica adequada. Não basta estender as mãos, impondo-as sobre as pessoas, transmitindo-lhes certo “quantum de energia”. É necessário que se saiba qual a necessidade real do indivíduo.

Pessoas que se apresentam com característica “energética positiva”, ou, segundo a medicina chinesa, com predominância “yang”, naturalmente não se sentirão bem se lhes forem infundidas energias do mesmo teor e intensidade. Tenderão a um estado de euforia ou de saturação. Quando isso ocorre, é comum que a pessoa sinta intensa pressão na cabeça ou nos órgãos genitais.

Caso contrário, quando o indivíduo apresenta um quadro “energético emocional com baixa intensidade”, vivenciando uma situação a que se pode chamar de “depressão magnética” (falta de estimulo, de ânimo, de vigor mental ou emocional), a simples dispersão de suas energias poderá levar a pessoa a um estado de abatimento psicológico ou físico.

Por essa razão e muitas outras semelhantes é que entendemos ser necessário o estudo e o aperfeiçoamento dos métodos utilizados nos centros espíritas ou pelos terapeutas do espírito. Não vivemos mais na época em que se dizia que o importante era fazer o bem sem olhar a quem. Os tempos mudaram, e a qualidade jamais poderá ser comprometida devido à ignorância.

Os modernos terapeutas do espírito, os médiuns curadores ou os curadores psíquicos precisam compreender as nuances da realidade energética. Saber o que, quando, como e a quem fazer é necessário, a fim de que se alcance êxito na terapia empregada.

Joseph Gleber (espírito), Do Livro: Além da Matéria (Capítulo 20), Médium: Robson Pinheiro

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