Home Mensagens Dr. Adolfo Apelo da Migalha

Apelo da Migalha

Eu sou a migalha!

Neste mundo de paradoxos e desperdícios eu vivo desprezada.

Desdenham-me e abandonam-me, sem cogitarem de quando me poderiam utilizar, a benefício dos que nada têm.

O excesso das mesas fartas, se fosse recolhido, atenderia uma larga faixa da escassez.

Há, no mundo, vidas humanas que se alimentam de tão insignificante quota de pão, que um outro animal de pequeno porte morreria de inanição.

Com as migalhas atiradas ao lixo poderia ser modificada a tormentosa paisagem de inumeráveis criaturas.

Moedas de pequeno valor, tecidos de dimensão reduzida, calçados não utilizáveis, agasalhos que não se usam, representando as migalhas da abundância indiferente, seriam suficientes para socorrer milhões de homens necessitados...

O celeiro abarrotado é conseqüência dos grãos reunidos.

O oceano imensurável resulta da gota d’água insignificante.

O jardim formoso, exuberante, surge do pólen invisível.

A galáxia inabordável se origina da molécula infinitesimal.

Todas as coisas imponentes têm sua gênese na aglutinação das insignificantes.

Não espero resolver os problemas do mundo.

Anelo, apenas, por atender ao homem.

Não creio ser possível, de um momento, modificar a vida terrena.

Desejo, somente, contribuir de alguma forma, para que, um dia, a existência planetária seja diferente, portanto, mais feliz.

Enquanto muitos adiam o momento de ajudar, porque não podem produzir em demasia ou conseguem transformar a realidade atual de dor, tornando-a amena e ditosa, candidato-me a iniciar, agora, o ministério da solidariedade, oferecendo-me para servir.

Não te detenhas em justificativas passadistas, escusando-te o amor ao próximo, o serviço do bem.

Vem comigo; dá-me tua cota, a tua migalha desconsiderada.

Unindo-nos, lograremos a felicidade para todos, porque “fora da caridade não há salvação.”

Eu sou a migalha.

Ajuda-me a tornar-me utilidade, realização.

Scheilla

Scheilla, encarnou na Alemanha. Com a guerra no continente Europeu, aflições e angústias assolaram a cidade de Berlim, na Alemanha, onde Scheilla atuava como enfermeira e trabalhava com seu pai Dr. Adolfo Fritz. Seu estilo simples, sua meiguice espontânea, muito ajudavam em sua profissão. Bonita, tez clara, cabelo muito louro, que lhe davam um ar de graça muito suave. Seus olhos, azuis-esverdeados, de um brilho intenso, refletiam a grandeza de seu Espírito. Estatura mediana, sempre com seu avental branco, lá estava Scheilla, preocupada em ajudar, indistintamente. Esquecia-se de si mesma, pensava somente na sua responsabilidade. Via primeiro a dor, depois a criatura... Numa tarde de pleno combate, desencarna Scheilla, a jovem enfermeira. Morria no campo de lutas, aos 28 anos de idade. Muitos anos depois, surgia nas esferas superiores da espiritualidade, com o seu mesmo estilo, aprimorado carinho e dedicação, Scheilla, a Enfermeira do Alto!

Translate
English French German Italian Russian Spanish
NATAL COM JESUS


Para realizar mais um Natal com Jesus, precisamos de sua colaboração!

Em 18 anos de trabalho, o IECIM já distribuiu mais de 52.000 cestas básicas para famílias carentes de São Paulo.

Sua ajuda faz diferença!

 Obrigado e que Jesus o abençoe!


Doações
Banner
Pesquisar
Facebook
Popular
Direitos Autorais

Amigos, nossas postagens, fotos, estudos, vídeos e outras publicações são recebidas de amigos ou autorizadas pelos seus responsáveis. Primamos pela ética e o respeito aos Direitos da Propriedade Intelectual. Se você é proprietário de algum material publicado neste site, por favor, informe para que possamos legalizar a divulgação ou proceder a sua imediata retirada. Clique aqui.