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Dr. Adolfo

Paredes de hospitais já ouviram preces mais honestas do que igrejas...


Paredes de hospitais já ouviram preces mais honestas do que igrejas...

Já viram despedidas e beijos mais sinceros que em aeroportos...

É no hospital que você vê um homofóbico ser salvo por um médico gay...

A médica "patricinha" salvando a vida de um mendigo...

Na UTI você vê um judeu cuidando de um racista...

Um paciente policial e outro, presidiário, na mesma enfermaria recebendo ambos os mesmos cuidados...

Um paciente rico na fila de transplante hepático pronto para receber o órgão de um doador pobre...

A verdade absoluta das pessoas, na maioria das vezes, só aparece no momento da dor ou da ameaça real da perda definitiva

Esta vida vai passar rápido, não brigue com as pessoas, não critique tanto seu corpo.

Não reclame tanto. 

Não perca o sono pelas contas. Não deixe de beijar seus amores. Não se preocupe tanto em deixar a casa impecável.

Bens e patrimônios devem ser conquistados por cada um, não se dedique a acumular herança.

Deixe os cachorros mais por perto. Não fique guardando as taças. Use os talheres novos.

Não economize seu perfume predileto, use-o para passear com você mesmo.

Gaste seu tênis predileto, repita suas roupas prediletas, e daí?

Se não é errado, por que não ser agora?

Por que não ligar agora?

Por que não perdoar agora?

Espera-se muito o Natal, a sexta-feira, o outro ano, quando tiver dinheiro, quando o amor chegar, quando tudo for perfeito…

Olha, não existe o tudo perfeito.

O ser humano não consegue atingir isso porque simplesmente não foi feito para se completar aqui.

Aqui é uma oportunidade de aprendizado.


 

Senhor, Me ensina...

Senhor, 

Me ensina...

A ter mansidão em meus passos,

A silenciar diante dos percalços,

A ser ternura em meus abraços,

A ser ombro amigo em meio a tantos perigos,

A ser amor para os erguidos e também para os caídos,

A ser braços, a ser ouvidos, a ser prece de esperanças por todas as minhas andanças, ainda te peço, me ensina...

A ser remédio para os doridos,

A ser veste para os despidos,

A ser riso, a ser beleza em meio a tanta tristeza,

A ser calmo e tranquilo em meio às asperezas,

Pai querido, me ensina a ser flor no meio dos espinhos, 

A ser lume, a ser perfume, a ser enfim, um facho de amor por onde eu for.

 

Psicofonia do Dr. Adolfo, após o encerramento dos trabalhos de cura, no dia 08/12/2017.

Vocês têm que ter respeito mútuo com a valorização dos seus. Não adianta falarmos de valores se os meus não são valorizados por mim. Eu ainda me pego em exercícios  de comunicação vergonhosos: falar desrespeitosamente de  amigos . Você não é portador de perfeição, por isso não tem o direito de cobrar perfeição de todos.

Jesus para movimentar-se em nosso meio necessita desses seres imperfeitos como vocês. É necessário voltar a ler o Evangelho. O cisco no olho do outro é enxergado e falado com alarde mas não enxergam uma tábua em seus olhos.

E os componentes da Diretoria hão de se amar, de se respeitar. Na hora da oração, pedir para que o grupo mantenha-se unido. Vou sistematicamente à casa de cada um dos senhores e o que eu encontro não é satisfatório. Encontro o registro de opiniões e sentimentos de um para com o outro em desalinho. Quero lembrar aos senhores de que muitos dos que aqui se encontram que o trabalho que começou com os senhores não foi há uma década atrás, não foi à meia, ou um quarto de década atrás. Muitos dos senhores que estão aqui foram séculos de preparação. É pouco, é pequeno, é pobre? Mas é o que conseguimos . É o que o Amor produziu, o que o Trabalho produziu, o que os esforços dioturnamente feitos que chegamos a produzir, resultou nisso aqui. E isso aqui levarei aos pés de Jesus e direi: Jesus, é pequeno, é pobre, é insignificante mas foi isso aqui que conseguimos. E quando direcionar o seu pensamento para cada um dos senhores tenha respeitosamente o seu sentimento para com o outro para que haja união, para que haja fortalecimento e que possamos cada vez mais produzir, em prol do Evangelho, existir no Evangelho. O espírito humanista foi por muitos anos, por muitas décadas, investido nos senhores, como foi investido em mim. E tenho responsabilidade pelas lições que aprendi com os meus superiores. E cobro dos senhores responsabilidades do que aprenderam com seus superiores. O exercício da caridade, a vivência do Evangelho, esta oportunidade nobre em que nós conseguimos reuní-los na finalização de um trabalho de doze meses, é a hora em que cada um dos senhores deve refazer os seus pedidos, os seus projetos, sempre tendo  como base específica  o Evangelho: erguer os caídos, alimentar os famintos, curar os doentes, vestir os nús e visitar os prisioneiros. Não é tarefa difícil, é tarefa de comprometimento. Não é tarefa para compromissados, os irmãos compromissados respeitem-na quando chegam e respeitem-na quando partem . Mas no exercício, a aula de comprometimento os senhores terão que executar na própria pele.

Daqueles que aqui se encontram, não há nenhum óbito programado para o próximo exercício, a não ser que os senhores se coloquem em rota de colisão, então contamos com o trabalho sistemático e comprometido dos senhores para o próximo exercício.

Obrigado, que Jesus abençoe os senhores hoje e sempre , muita Paz.

 

Mensagem do Dr. Adolfo


Em todas as épocas em que estivermos encarnados ou desencarnados, se procurarmos Jesus como autêntico observador de nossas fases evolutivas, a queixa chegará sempre ao mesmo estágio - em que o nosso problema ocupa a primeira classificação. 

E assim nos iludimos de que o mundo está em sua completude com as nossas dores, as nossas mazelas, as nossas insignificâncias. Encontramos Jesus na lida, à margem do Mar de Genesaré, no mesmo frenesi em que encontramos os senhores hoje. As mulheres desciam as montanhas, os homens desmontavam de seus cavalos, de suas carroças, de seus camelos e, quando alguém lhe perguntava qual era o seu problema, destilava as mais transformadoras e repugnantes exposições de fel. 

Mas buscamos na memória qual a razão que levou Jesus a reunir as grandes multidões às margens do mar, para que alguém tivesse a inspiração de lavar o doente que estivesse à sua frente. 

Dessa mesma forma, nos encontramos hoje, multidões de feridos se cotovelam conosco. Que seja em nosso lar, nossos filhos, nossas esposas, maridos, familiares, presentes ou ausentes, que procuram encontrar em nós um apoio para suas dores, um cajado de sustentação para continuar a caminhada do pântano, dos dias que não se findam. E o cansaço se amontoa nos seus - e engrossamos as fileiras de pedintes, em todas as casas que abrimos, com o intuito de socorrer, mas poucos se oferecem para ajudar alguém cansado ou enfadado, com o corpo alquebrado, seja para a travessia de um passeio público, ou para subir uma pequena rampa. 

Expomos com maestria nossas dores, mas somos cegos ou insensíveis de não perceber que, ao nosso lado, o sangue jorra, as feridas estão abertas, a putrefação se prolifera e o nosso coração não se manifesta no auxílio. Somos viciados nos prazeres, nas facilidades, na luxúria, no bem-estar, mas não somos viciados em ajudar. 

Jesus deixou aulas imortalizadas no mar de Genezaré, na companhia de Pedro, Tiago, João, Felipe, abastecidas pela falange da espiritualidade maior. Encheu a Terra com seu brilho magnânimo, falou às multidões, disse como nós deveríamos nos comportar diante dos doentes sinceros que nos pediam ajuda. Ensinou-nos quando tocou os olhos do cego de Jericó, quando limpou a lepra dos doentes ali trazidos, quando aconselhou as viúvas a persistir na boa oração e no bom pensamento, a não desistirem da família diante das dificuldades.

Auxiliou-nos, Jesus, solicitando que erguêssemos a cabeça e caminhássemos, mesmo com o peso da idade ou das responsabilidades assumidas. 

Disse-nos Jesus: ergue-te diante dos caídos, erguei os caídos que estão aos teus pés, vesti os nus tremendo de frio, alimentai os famintos enfraquecidos. Essas não são tarefas para seres com poderes divinos, mas para seres com poderes humanos. Não é tarefa para seres com visão angelical, mas com visão de homem e de mulher. Deu-nos as mãos para que pudéssemos estender as mãos aos caídos, o sorriso aos que estão desesperados.

Mas em vez de expor o que Jesus nos ensinou, procuramos fazer a exposição de nossas mazelas. Sendo Jesus o esperançoso do nosso erguimento, nós o traímos quando fechamos os braços e negligenciamos a erguer os que estão ao nosso lado, os que estão famintos, os que estão debilitados. 

O espírito humano, delineado nas palavras de Jesus de Nazaré, no mar de Genezaré, ainda está para ser praticado, testado, à luz desse exemplo ímpar, a fim de se erguer do pântano com coragem, para nunca mais voltar. 


(Psicofonia de Laerson Cândido Oliveira, em 17/11/2017, no IECIM-Butantã)

 

Hoje Agirei Assim



1 - Não me entregarei ao desânimo.

Saberei lutar para vencer as naturais dificuldades que surjam ante meus passos;


2 - Não me entregarei à ociosidade.

Saberei aproveitar todas as oportunidades de servir;


3 - Não me entregarei à maledicência.

Saberei falar apenas do BEM, calando sobre os pontos que considero negativos na conduta dos meus vizinhos;


4 - Não me entregarei à revolta.

Saberei controlar os meus sentimentos de rancor para não complicar ainda mais os problemas que se formarem ao meu redor;


5 - Não me entregarei à descrença.

Saberei acreditar na proteção amiga da Divina Bondade socorrendo-me nas horas mais difíceis e mais amargas de minha existência;


6 - Não me entregarei ao orgulho.

Saberei reconhecer que todos somos iguais, embora eu tenha mais do que o outro no terreno dos bens materiais; um ocupe um posto mais destacado que outro na sociedade; um seja forte, outro fraco. Saberei entender que a vida é uma gangorra: quem se eleva muito alto, amanhã poderá descer muito baixo. Tanto como quem humilha o próximo, a vida se encarrega de humilhá-lo, para abater a sua presunção de superioridade;


7 - Não me entregarei ao egoísmo.

Saberei admitir que não somos donos de nada, a não ser do Bem e do Mal que venhamos a praticar. Assim sendo, tudo o mais (até mesmo meu próprio corpo) constitui tão somente um empréstimo de Deus para que eu possa melhorar-me moralmente ante Suas Leis.



 

Abertura do trabalho de assistência aos irmãos índios

Mensagem do dr. Adolpho – abertura do trabalho de assistência aos irmãos índios – dia 2 de setembro de 2017 – Santana de Parnaíba/SP 


Obrigado a Jesus, por nos permitir diante de tanta adversidade voltar nossos olhos da razão ao nosso passado tenebroso. Quis Jesus que voltássemos o nosso raciocínio, a nossa inteligência, à reflexão para entender a porta do sofrimento, a porta das mazelas. Encontra-se em passado não muito distante, dos que os irmãos como nos outros, derramamos lágrimas, padecemos, sofremos abandono e perdas, testamos na nossa própria pele as noites frias do esquecimento. 

Ao mesmo tempo, buscamos refúgio no Departamento da Justiça e encontramos os irmãos, que hoje reencarnaram na modalidade indígena passando por profundas privações, sendo estes antigos gozadores dos palácios parisienses e de outras nações com farto conforto, mas uma política de relacionamento humano egoísta e nefasta. O corpo no palácio e nas grandes culturas deixaram.   Mas o seu débito na compreensão da razão humana este não ficou esquecido. 

A lei da Justiça permite que sejam atendidos aos seus desejos de reparar na carne, os delitos que na carne produziram. E, em poucos pontos do planeta ainda encontram-se as portas abertas para a reencarnação desses povos, que culturalmente observamos e agradecemos o que fizeram no passado por nós.

Mas Jesus, o grande administrador do planeta Terra e o fornecedor das novas diretrizes para o futuro,  nos colocou no meio ou junto destes irmãos, já envolvidos hoje com os conhecimentos da caridade. E esta casa clama há algum tempo encontrar um departamento que pudesse escoar as dívidas que nós contraímos, encarnados e desencarnados, com estas legiões. 

Hoje sobre as bênçãos de Deus, bênçãos de Jesus, as bênçãos de nossos antepassados, dos grandes orientadores e dirigentes das nações dos planetas que fazem parte do sistema solar, a Terra prepara-se para emergir-se das profundezas das Trevas, aonde se encontra desde a sua criação.

E Jesus norteia a rota em que nós todos, encarnados e desencarnados,  iremos juntos encarnados e desencarnados lapidarmos as nossas almas. E que ela possa um dia ser tão brilhosa quanto uma estrela. E assim mestre, te pedimos autorização, ao reino da natureza,  aos grandes chefes dos vales, aos grandes chefes das montanhas, aos grandes administradores dos mares e dos rios,  da profundeza, das camadas incandescentes deste grande planeta, que respalde com sua ajuda o desejo de servimos à causa humana.

Também te pedimos Jesus, autoriza aos irmãos que norteiam a temperatura das águas, o movimento do vento, a evaporação, a multiplicação das plantas, o florescimento, a produção do pão, a produção de vida. Os mares, os rios, as montanhas e as pedreiras. As profundezas das terras, as profundezas dos mares. 

 Aceite com um pedido do Cristo, a autorização de sermos úteis uns aos outros, não importando em que caverna hoje estamos habitando, que seja da floresta ou de uma grande metrópole, estamos interligados no mesmo sentimento de humanidade e de humanismo. E que Jesus nos prepare para os dias de amanhã, quando desencarnarmos, os reencarnados que tenham força e consciência e que possam honrar os compromissos e as responsabilidades,  de colocar em exercício contínuo a prática da caridade em todo o período reencarnatório. E nós outros, que respaldamos seus dias na Terra, não esquecemos o compromisso de auxiliarmos de forma incondicional. Que Jesus nos abençoe, nos guie e nos fortaleça hoje e para todo sempre,  que assim seja graças a Deus! 

Adolph Frederick Yerperssoven   

2 de setembro de 2017

Assim registrado Jesus está, e assim Jesus será! Porque sempre esteve em nós o desejo de implantar o auxílio e o socorro a todos os corações que sofrem, gemem e tremem de frio e  abandono. Que assim seja! Graça a Deus ! 


 

Escolhas Esquecidas

Dá o que possas, como possas e quanto possas, em benefício dos outros, mas recorda sempre as esmolas esquecidas:


O timbre de voz fraterna com quem ainda não te simpatizas;

O sorriso acolhedor para a visita inesperada;

O minuto de boa vontade no esclarecimento amigo;

A simples conversação reconfortante com a pessoa cuja presença te desagrada;

O silêncio generoso ante a provocação daqueles que ainda não te compreendem;

A insignificante gentileza na via pública;

A referência construtiva em favor dos ausentes;

O serviço singelo aos desconhecidos;

A oração pelos adversários;

A consideração para com os mais velhos;

O amparo à criança;

A ligeira visita aos doentes;

O bilhete afetuoso ao irmão necessitado de bom ânimo;

O carinho em casa;

O socorro aos desalentados;

A palavra otimista para quem te ouve;

A leitura edificante;

O respeito às situações que não conheces;

O auxilio à natureza;


A cooperação desinteressada no bem.

Não te afastes do abençoado serviço a todos.

Os pequeninos gestos espontâneos da verdadeira fraternidade são alicerces seguros na construção do Reino de Luz e Amor.


Scheilla

Do livro Seguindo Juntos, obra mediúnica psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. 


 

A necessidade de podar o Ego

Eu quero pedir aos senhores que utilizem seus pares como forças coletivas para atenderem às necessidades dos amigos do Cristo. Não se enfraqueçam, não se firam, não se acusem, ajudem-se, perdoem-se, tolerem-se, amem-se, fortaleçam-se. Por maior que seja a sua razão, autorizando-lhe a enfraquecer, a punir, veja a necessidade dos que lhe cercam. Despreze a sua razão e sirva, na ocasião, aos necessitados.

Se eu acreditasse na morte, eu poderia jurar que seria assim até a minha morte, mas como ela não existe, reafirmo até a eternidade: estão dispostos a servir a causa do Cristo, em qualquer circunstância em que forem chamados?

Não tenham medo de absolutamente nada, nem das trevas que se apresentam com a noite, nem dos monstros que se deslocam nas madrugadas, nem dos esqueletos expostos quando a maré baixa. Também não se riam na beleza absoluta da maré alta, porque ela encobre muitos perigos. O espírito de cautela há de conviver conosco, sempre.

Jesus não lhes permitiu estar com Ele todos esses dias, todo esse tempo, se Ele não acreditasse em novas atitudes de vocês. A mente de vocês tem um direcionamento, mas muitos vigiam o caminho que a mente de vocês trilha. É necessário termos cuidado para que o caminho que a nossa mente trilha não aguce a vaidade ou os inimigos do progresso.

Os senhores vão testemunhar isso: muitos se enchem de boa vontade, mas na primeira oportunidade em que o ego tem que ser ferido, nós recolhemos nossas redes e dizemos que essa obra pertence a outros não a nós. E é justamente isso que nós necessitamos: podar nosso ego.

E o mundo, por necessidade, no início da última metade do século XX, sucumbiu ao vício do militarismo, espalhou a sua febre pelos quatro cantos do Planeta. Mas logo há o desconforto, a desconfiança e o militarismo foi combatido, e todos os quartéis foram desmontados, de forma incauta, achando que liberdade poderia ser vivida por todos os homens.

E agora a prova é mais do que suficiente de que a liberdade ultrapassou os limites e vivenciou-se a desordem e a libertinagem. E o espírito do militarismo está sendo chamado e vai ser chamado, para expulsar do terreno social a libertinagem insana e satânica. O homem foi mal educado, a família foi mal estruturada. Há a ilusão de que os seres são novos, há um pseudodesenvolvimento, uma pseudosociedade, um pseudodireito.

Vocês acham que a vida tem fim? Os senhores vão desencarnar e vão continuar trabalhando. Deixar o corpo na Terra, com consciência, é uma das maiores dádivas que os senhores podem receber.

Sejamos grandes sempre. Peçam a Jesus, que entre a liberdade e a possibilidade de erro, que Ele os aprisione.

Obrigado!

Dr. Adolfo

(Mensagem recebida em 21/01/2017 no Instituto Espírita Cidadão do Mundo, através do médium Laerson Cândido de Oliveira)

 
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