Home Mensagens Dr. Adolfo

Dr. Adolfo

Anjo da Guarda

Todos temos um desses gênios tutelares que nos inspira nas horas difíceis e nos dirige pelo bom caminho. Daí a poética tradição cristã do Anjo da Guarda. Não há concepção mais grata e consoladora. 

Saber que temos um amigo fiel e sempre disposto a nos socorrer, de perto como de longe, nos influenciando a grandes distâncias ou se conservando junto de nós nas provações; saber que ele nos aconselha por intuição e nos aquece com seu amor, eis uma fonte inapreciável de força moral. 

O pensamento de que testemunhas benévolas e invisíveis vêem todos os nossos atos, regozijando-se ou entristecendo-se, deve inspirar-nos mais sabedoria e circunspeção. 

É por essa proteção oculta que se fortificam os laços de solidariedade que ligam o mundo celeste à Terra, o Espírito livre ao homem, Espírito prisioneiro da carne. 

É por essa assistência contínua que se criam, de um a outro lado, as simpatias profundas, as amizades duradouras e desinteressadas. 

O amor que anima o espírito elevado vai pouco a pouco se estendendo a todos os seres sem cessar, revertendo tudo para Deus, pais das almas, foco de todas as potências efetivas.



 

Esperança

Quando a dor chegar para você, serei a promessa de alívio e renovação.

Se o cenário se converter em noite escura, serei a estrela-guia para o rumo certo.

Quando a fadiga se apresentar, serei o abrigo seguro e específico.

Quando os conflitos se fizerem presentes serei a indicação para a calma e a fraternidade.

Em todos os momentos, desejo ser sua companheira fiel.

Sou amiga de todos, embora quase sempre encontre guarida entre os crentes e os idealistas.

Hoje, bato à sua porta. Não me recuse morada em seu coração.

Onde chego, renovo os pensamentos e vivifico a certeza no futuro melhor.

Sou irmã do otimismo e filha da confiança em Deus.

Agora, sou também sua irmã.

Dê-me sua mão.

Venha comigo.

Meu nome é ESPERANÇA.


Scheilla

 

O Momento do País e as Eleições

A propósito do momento grave do país e as eleições, permito trazer ao leitor algumas considerações:

a) Vivemos um processo de guerra. Não de armas, mas de ideias, de justas discordâncias e questionamentos oportunos. Objetivo final é a liberdade e o progresso, não há dúvidas, em toda expansão que as duas palavras permitem e alcançam;

b) Se pensarmos bem, cada um de nós traz consigo uma tarefa comum: instruirmo-nos mutuamente, ajudar no progresso coletivo e melhorar nossas variadas instituições;

c) A liberdade é o direito de proceder conforme nos pareça adequado com a ressalva de que esse direito não vá contra o direito alheio; também é a condição humana necessária para cada um construir seu destino, individual ou coletivamente;

d) O progresso, por sua vez, é o desenvolvimento, o movimento progressivo da civilização ou a marcha e movimento para diante, ou ainda a caminhada para um estado de coisas cada vez mais de acordo com a justiça e a razão. Ele também pode ser classificado como a aplicação das leis que realizem a maior soma de ordem, bem-estar, liberdade e fraternidade; podemos até definí-lo ainda como a extensão da liberdade.

e) Para sermos verdadeiramente coerentes, no uso do inevitável progresso, é preciso nos libertarmos da escravidão da ignorância e das baixas paixões ou apetites vulgares, educando-nos moralmente com a aquisição de virtudes ou aprimorando-as.

Essas considerações nos fazem pensar no momento histórico do país, face à corrupção a abusos morais de toda ordem num país de extensão continental, com um povo aberto e fraterno, solidário. O nível de amadurecimento da mentalidade humana já não aceita mais – e nem combina – a corrupção, a desonestidade, a omissão ou os desvios morais de toda ordem. Vivemos um novo tempo, de progresso e liberdade.

Afinal, desde que haja duas pessoas juntas, ambos têm direitos a respeitar e já não possuem liberdade absoluta. Por outro lado, sempre temos, individual ou coletivamente, o poder da escolha e somos sempre senhores da capacidade de ceder ou resistir às tentações de toda ordem e às paixões que desequilibram a individualidade ou a própria sociedade.

E há que se considerar que o dever – definido pelo dicionário como aquilo que precisa ser feito – convida-nos ao bem e ao progresso e esta atitude de agir e não permanecer na indiferença ou na omissão pode evitar o mal decorrente do não comprometimento com as boas causas – único objetivo da vida –, sobretudo aquele que poderia contribuir para um mal maior em prejuízos mais abrangentes para a coletividade.

O excesso do mal em andamento – em todos os sentidos, desde a corrupção, à violência ou omissão de governos e governados – faz compreender a necessidade do bem e das reformas nas leis, nos hábitos, nos costumes.

Vamos percebendo com clareza que os maiores obstáculos ao progresso e, por consequência, da liberdade humana, são o orgulho e o egoísmo. Note-se a definição de ambos para constatar essa afirmação:

a) orgulho: manifestação de alto apreço ou conceito que alguém se tem;

b) amor exclusivo a si mesmo e aos interesses próprios, em detrimento aos interesses alheios.

Já é tempo de despertar. O voto deve ser no interesse da coletividade, não no interesse pessoal. Quando vamos efetivamente aprender isso? Se votamos por interesse, estamos agindo contra a harmonia que deve reger a vida. Como nos dividir por partidos ou pessoas, quando o interesse maior é coletivo? As tragédias atuais do Brasil são frutos de nossa omissão, de nossa indiferença, de nossa falta de patriotismo, de civismo, da ausência de noção da cidadania, e total desrespeito pela solidariedade. Os interesses egoísticos ainda nos orientam, daí o sofrido quadro do país.

Será de muita oportunidade ler novamente a letra do Hino Nacional, e cantá-lo, claro. A letra é inspiradíssima nesse ideal de paz e fraternidade que desejamos construir para o país. Inclusive destacando o respeito que devemo-nos uns aos outros. Estejamos nós como governados ou governantes. Não importa. Somos os mesmos seres humanos, necessitados todos da consciência de agir com bondade e justiça.

Tais considerações, de precisão cirúrgica para o atual momento do Brasil, estão baseadas em O Livro dos Espíritos, especialmente nos capítulos Lei de Liberdade e Lei do Progresso e também em Léon Denis. Impressionante a precisão, clareza e atualidade das questões desses dois importantes capítulos da obra básica. Fizemos pequena adaptação das respostas dos espíritos para compor a presente abordagem, mas a fonte das ideias lá está, clara e disponível para todos.

A escolha e voto de nosso candidato deve ser consciente, no interesse da Pátria, nunca por paixão ou no interesse pessoal.

Leia mais...

 

Paredes de hospitais já ouviram preces mais honestas do que igrejas...


Paredes de hospitais já ouviram preces mais honestas do que igrejas...

Já viram despedidas e beijos mais sinceros que em aeroportos...

É no hospital que você vê um homofóbico ser salvo por um médico gay...

A médica "patricinha" salvando a vida de um mendigo...

Na UTI você vê um judeu cuidando de um racista...

Um paciente policial e outro, presidiário, na mesma enfermaria recebendo ambos os mesmos cuidados...

Um paciente rico na fila de transplante hepático pronto para receber o órgão de um doador pobre...

A verdade absoluta das pessoas, na maioria das vezes, só aparece no momento da dor ou da ameaça real da perda definitiva

Esta vida vai passar rápido, não brigue com as pessoas, não critique tanto seu corpo.

Não reclame tanto. 

Não perca o sono pelas contas. Não deixe de beijar seus amores. Não se preocupe tanto em deixar a casa impecável.

Bens e patrimônios devem ser conquistados por cada um, não se dedique a acumular herança.

Deixe os cachorros mais por perto. Não fique guardando as taças. Use os talheres novos.

Não economize seu perfume predileto, use-o para passear com você mesmo.

Gaste seu tênis predileto, repita suas roupas prediletas, e daí?

Se não é errado, por que não ser agora?

Por que não ligar agora?

Por que não perdoar agora?

Espera-se muito o Natal, a sexta-feira, o outro ano, quando tiver dinheiro, quando o amor chegar, quando tudo for perfeito…

Olha, não existe o tudo perfeito.

O ser humano não consegue atingir isso porque simplesmente não foi feito para se completar aqui.

Aqui é uma oportunidade de aprendizado.


 

Senhor, Me ensina...

Senhor, 

Me ensina...

A ter mansidão em meus passos,

A silenciar diante dos percalços,

A ser ternura em meus abraços,

A ser ombro amigo em meio a tantos perigos,

A ser amor para os erguidos e também para os caídos,

A ser braços, a ser ouvidos, a ser prece de esperanças por todas as minhas andanças, ainda te peço, me ensina...

A ser remédio para os doridos,

A ser veste para os despidos,

A ser riso, a ser beleza em meio a tanta tristeza,

A ser calmo e tranquilo em meio às asperezas,

Pai querido, me ensina a ser flor no meio dos espinhos, 

A ser lume, a ser perfume, a ser enfim, um facho de amor por onde eu for.

 

Psicofonia do Dr. Adolfo, após o encerramento dos trabalhos de cura, no dia 08/12/2017.

Vocês têm que ter respeito mútuo com a valorização dos seus. Não adianta falarmos de valores se os meus não são valorizados por mim. Eu ainda me pego em exercícios  de comunicação vergonhosos: falar desrespeitosamente de  amigos . Você não é portador de perfeição, por isso não tem o direito de cobrar perfeição de todos.

Jesus para movimentar-se em nosso meio necessita desses seres imperfeitos como vocês. É necessário voltar a ler o Evangelho. O cisco no olho do outro é enxergado e falado com alarde mas não enxergam uma tábua em seus olhos.

E os componentes da Diretoria hão de se amar, de se respeitar. Na hora da oração, pedir para que o grupo mantenha-se unido. Vou sistematicamente à casa de cada um dos senhores e o que eu encontro não é satisfatório. Encontro o registro de opiniões e sentimentos de um para com o outro em desalinho. Quero lembrar aos senhores de que muitos dos que aqui se encontram que o trabalho que começou com os senhores não foi há uma década atrás, não foi à meia, ou um quarto de década atrás. Muitos dos senhores que estão aqui foram séculos de preparação. É pouco, é pequeno, é pobre? Mas é o que conseguimos . É o que o Amor produziu, o que o Trabalho produziu, o que os esforços dioturnamente feitos que chegamos a produzir, resultou nisso aqui. E isso aqui levarei aos pés de Jesus e direi: Jesus, é pequeno, é pobre, é insignificante mas foi isso aqui que conseguimos. E quando direcionar o seu pensamento para cada um dos senhores tenha respeitosamente o seu sentimento para com o outro para que haja união, para que haja fortalecimento e que possamos cada vez mais produzir, em prol do Evangelho, existir no Evangelho. O espírito humanista foi por muitos anos, por muitas décadas, investido nos senhores, como foi investido em mim. E tenho responsabilidade pelas lições que aprendi com os meus superiores. E cobro dos senhores responsabilidades do que aprenderam com seus superiores. O exercício da caridade, a vivência do Evangelho, esta oportunidade nobre em que nós conseguimos reuní-los na finalização de um trabalho de doze meses, é a hora em que cada um dos senhores deve refazer os seus pedidos, os seus projetos, sempre tendo  como base específica  o Evangelho: erguer os caídos, alimentar os famintos, curar os doentes, vestir os nús e visitar os prisioneiros. Não é tarefa difícil, é tarefa de comprometimento. Não é tarefa para compromissados, os irmãos compromissados respeitem-na quando chegam e respeitem-na quando partem . Mas no exercício, a aula de comprometimento os senhores terão que executar na própria pele.

Daqueles que aqui se encontram, não há nenhum óbito programado para o próximo exercício, a não ser que os senhores se coloquem em rota de colisão, então contamos com o trabalho sistemático e comprometido dos senhores para o próximo exercício.

Obrigado, que Jesus abençoe os senhores hoje e sempre , muita Paz.

 

Mensagem do Dr. Adolfo


Em todas as épocas em que estivermos encarnados ou desencarnados, se procurarmos Jesus como autêntico observador de nossas fases evolutivas, a queixa chegará sempre ao mesmo estágio - em que o nosso problema ocupa a primeira classificação. 

E assim nos iludimos de que o mundo está em sua completude com as nossas dores, as nossas mazelas, as nossas insignificâncias. Encontramos Jesus na lida, à margem do Mar de Genesaré, no mesmo frenesi em que encontramos os senhores hoje. As mulheres desciam as montanhas, os homens desmontavam de seus cavalos, de suas carroças, de seus camelos e, quando alguém lhe perguntava qual era o seu problema, destilava as mais transformadoras e repugnantes exposições de fel. 

Mas buscamos na memória qual a razão que levou Jesus a reunir as grandes multidões às margens do mar, para que alguém tivesse a inspiração de lavar o doente que estivesse à sua frente. 

Dessa mesma forma, nos encontramos hoje, multidões de feridos se cotovelam conosco. Que seja em nosso lar, nossos filhos, nossas esposas, maridos, familiares, presentes ou ausentes, que procuram encontrar em nós um apoio para suas dores, um cajado de sustentação para continuar a caminhada do pântano, dos dias que não se findam. E o cansaço se amontoa nos seus - e engrossamos as fileiras de pedintes, em todas as casas que abrimos, com o intuito de socorrer, mas poucos se oferecem para ajudar alguém cansado ou enfadado, com o corpo alquebrado, seja para a travessia de um passeio público, ou para subir uma pequena rampa. 

Expomos com maestria nossas dores, mas somos cegos ou insensíveis de não perceber que, ao nosso lado, o sangue jorra, as feridas estão abertas, a putrefação se prolifera e o nosso coração não se manifesta no auxílio. Somos viciados nos prazeres, nas facilidades, na luxúria, no bem-estar, mas não somos viciados em ajudar. 

Jesus deixou aulas imortalizadas no mar de Genezaré, na companhia de Pedro, Tiago, João, Felipe, abastecidas pela falange da espiritualidade maior. Encheu a Terra com seu brilho magnânimo, falou às multidões, disse como nós deveríamos nos comportar diante dos doentes sinceros que nos pediam ajuda. Ensinou-nos quando tocou os olhos do cego de Jericó, quando limpou a lepra dos doentes ali trazidos, quando aconselhou as viúvas a persistir na boa oração e no bom pensamento, a não desistirem da família diante das dificuldades.

Auxiliou-nos, Jesus, solicitando que erguêssemos a cabeça e caminhássemos, mesmo com o peso da idade ou das responsabilidades assumidas. 

Disse-nos Jesus: ergue-te diante dos caídos, erguei os caídos que estão aos teus pés, vesti os nus tremendo de frio, alimentai os famintos enfraquecidos. Essas não são tarefas para seres com poderes divinos, mas para seres com poderes humanos. Não é tarefa para seres com visão angelical, mas com visão de homem e de mulher. Deu-nos as mãos para que pudéssemos estender as mãos aos caídos, o sorriso aos que estão desesperados.

Mas em vez de expor o que Jesus nos ensinou, procuramos fazer a exposição de nossas mazelas. Sendo Jesus o esperançoso do nosso erguimento, nós o traímos quando fechamos os braços e negligenciamos a erguer os que estão ao nosso lado, os que estão famintos, os que estão debilitados. 

O espírito humano, delineado nas palavras de Jesus de Nazaré, no mar de Genezaré, ainda está para ser praticado, testado, à luz desse exemplo ímpar, a fim de se erguer do pântano com coragem, para nunca mais voltar. 


(Psicofonia de Laerson Cândido Oliveira, em 17/11/2017, no IECIM-Butantã)

 

Hoje Agirei Assim



1 - Não me entregarei ao desânimo.

Saberei lutar para vencer as naturais dificuldades que surjam ante meus passos;


2 - Não me entregarei à ociosidade.

Saberei aproveitar todas as oportunidades de servir;


3 - Não me entregarei à maledicência.

Saberei falar apenas do BEM, calando sobre os pontos que considero negativos na conduta dos meus vizinhos;


4 - Não me entregarei à revolta.

Saberei controlar os meus sentimentos de rancor para não complicar ainda mais os problemas que se formarem ao meu redor;


5 - Não me entregarei à descrença.

Saberei acreditar na proteção amiga da Divina Bondade socorrendo-me nas horas mais difíceis e mais amargas de minha existência;


6 - Não me entregarei ao orgulho.

Saberei reconhecer que todos somos iguais, embora eu tenha mais do que o outro no terreno dos bens materiais; um ocupe um posto mais destacado que outro na sociedade; um seja forte, outro fraco. Saberei entender que a vida é uma gangorra: quem se eleva muito alto, amanhã poderá descer muito baixo. Tanto como quem humilha o próximo, a vida se encarrega de humilhá-lo, para abater a sua presunção de superioridade;


7 - Não me entregarei ao egoísmo.

Saberei admitir que não somos donos de nada, a não ser do Bem e do Mal que venhamos a praticar. Assim sendo, tudo o mais (até mesmo meu próprio corpo) constitui tão somente um empréstimo de Deus para que eu possa melhorar-me moralmente ante Suas Leis.



 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

Página 1 de 15
Translate
English French German Italian Russian Spanish
Doações
Banner
Pesquisar
Facebook
Popular
Direitos Autorais

Amigos, nossas postagens, fotos, estudos, vídeos e outras publicações são recebidas de amigos ou autorizadas pelos seus responsáveis. Primamos pela ética e o respeito aos Direitos da Propriedade Intelectual. Se você é proprietário de algum material publicado neste site, por favor, informe para que possamos legalizar a divulgação ou proceder a sua imediata retirada. Clique aqui.