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Semear Esperança


Eles existem aos milhões.

Habitam casebres e palácios.

Muitos ocultam-se sob o verniz de posições transitórias.

São os desesperados do mundo.

Você os encontrará nas ruas, no local de trabalho, em seu próprio lar.

Criaturas que se viram colhidas pela provação e perderam o ânimo e o equilíbrio.

Este viu o afeto partir para o além, sem compreender que a vida continua.

Aquele foi alcançado pela enfermidade de longo curso.

Outro se viu ante decepções e passou a desacreditar de todos.

Diante deles, não critique nem questione. Ajude. Ouça com interesse e auxilie com amor.

Cada espírito é um campo a ser cultivado.

Semear esperança é dever de todo aquele que já encontrou a luz da verdade.

Por certo, a Misericórdia Divina sabe como amparar os sofredores. Entretanto, Jesus não dispensa a colaboração de todos os aprendizes do bem, para amenizar o sofrimento e recuperar a esperança para quem chora.


Scheilla

 

Fé e Compreensão


A influência da Mente e das Emoções no desenvolvimento do Câncer


A Reforma Interior no combate à Doença

Aliar os avanços da ciência aos tratamentos espirituais no diagnóstico e cura de doenças como o câncer é o novo conceito que está crescendo e ganhando cada vez mais espaço entre médicos do Brasil e de outros países do mundo.

O câncer e seu novo paradigma foi um dos temas abordados no Congresso Nacional da Associação Médico-Espírita do Brasil e no Encontro Internacional de Médicos Espíritas.

Os médicos brasileiros “Osvaldo Hely Moreira e Kátia Marabuco” e os argentinos “Sabino Luna e Daniel Gómez” falaram a respeito da postura do médico espírita diante de seus pacientes e familiares, assim como os tumores podem ser formados no perispírito, antes mesmo da reencarnação, ou ainda, provocados pelos hábitos, emoções e pensamentos negativos.

De acordo com os pareceres de médicos e pesquisadores que aliaram o tratamento físico ao espiritual em seus pacientes oncológicos, o resultado tem sido bastante satisfatório, mesmo em casos avançados da doença.

Além disso, acreditam que o médico deve mais do que receitar remédios; deve enxergar seus pacientes como criaturas que necessitam de amparo e esclarecimento além da matéria. A seguir, o parecer de cada um dos médicos em relação ao câncer e o apoio aos pacientes.

1. - O Câncer e o Novo Paradigma

(Dr. Osvaldo Hely Moreira)

Podemos iniciar afirmando que o câncer não é mais esse pavor que é transmitido às pessoas, não há mais motivo para isso. Atualmente, o câncer é curável em 50% dos casos, mas falta preveni-lo e curá-lo em maior proporção.

O câncer é caracterizado pelo crescimento sem limites e desordenado de células aberrantes, com função anormal, que invadem e destroem os tecidos normais. Leva ao óbito pela invasão destrutiva de órgãos normais, por extensão ou por disseminação a distância (metástase) através do sangue ou linfa.

Essas células, em divisão rápida, consomem muita energia em relação ao restante do corpo físico. E por que essas células podem produzir substâncias que são lesivas ao corpo, formando metástases, em alguns casos, gerando outros focos em diferentes regiões do corpo.

2. - O câncer é uma doença genética?

A princípio, poderíamos afirmar que já nascemos com alguma alteração no DNA, propiciando a ocorrência do tumor. O DNA possui sua função, mas se houver uma modificação em um de seus genes, esta mutação começa a produzir proteínas diferentes, embora o câncer não seja provocado por uma mutação apenas.

Nós podemos, então, nascer pré-disposto ao câncer cármico, mas não desenvolvê-lo. São necessárias diversas mutações em seqüência, da célula, para que gerem lesões estruturais suficientes para causarem uma desregularização no mecanismo de crescimento multiplicativo.

A ação dos agentes cancerígenos provocam mutações, tornando as células geneticamente “preparadas” (predispostas), mas ainda não cancerígenas. Para que essas células se transformem em cancerígenas, é preciso que ocorram mais mutações, e para tanto, é preciso nos expormos a fatores mutagênicos.

As transformações genéticas mínimas acontecem freqüentemente, mas são corrigidas pelos mecanismos de reparo do próprio DNA, para que não venhamos a desenvolver câncer em uma freqüência maior. Esses mecanismos de correção estão ligados diretamente à ação mental (pensamento).

Além disso há os fatores comprometedores (desencadeantes) tais como: tabaco, álcool, agentes infecciosos como o vírus da Hepatite B, HIV, HPV etc., susceptibilidade genética (o indivíduo nasce com células predispostas ao desenvolvimento, porém isso só ocorre se houver uma soma de fatores mutagênicos); influências das emoções, de fatores ambientais e idade.

A afirmativa do ponto de vista médico, apenas diz que as emoções não provocam câncer, mas o conhecimento espírita nos ensina que a questão básica de tudo é a mente. O pensamento equilibrado é que vai equilibrar, a princípio, os mecanismos imunológicos.

Já o remorso e a culpa, ao contrário, geram disfunção celular. Quando erramos, a culpa se instala no corpo mental. Portanto, o câncer pode ser o carma do prejuízo ao próximo ou da auto mutilação.

Entendendo melhor: o erro constatado pelo corpo mental é transferido para o corpo astral (perispírito, semelhante ao corpo físico e controlado pelo pensamento), portanto a mutação inicial ocorre no corpo astral e se transfere para o núcleo da célula física.

3. - Entendendo a instalação do câncer

O tumor se instala na região usada para o erro, ou que lembre as pessoas ou situações envolvidas. André Luiz nos lembra que os fatores mentais atuam no DNA, como a imprudência e ócio, mas além disso há outros desencadeantes, como o suicídio, o homicídio e a viciação em substâncias químicas.

Essas, são situações que levam o indivíduo a um desequilíbrio vibratório tão grande do perispírito, que não consegue formar um corpo físico adequado.

Concluímos desta forma que, a mutação inicial se deve aos pensamentos e atitudes incorretas. Mas muitos tumores surgem aqui e agora devido a certas opções de vida, tais como o fumo, o álcool, descontroles emocionais, desequilíbrios infecciosos, entre outros. A imprudência é um fator oncoacelerador.

Com relação aos vírus e bactérias (agentes infecciosos), há um dado interessante. Nem todos provocam câncer, mas em alguns casos sim.

Tanto o vírus quanto a bactéria são seres que estão em crescimento evolutivo em formas inferiores, e possuem sua irradiação própria. As infecções seguem o mecanismo de sintonia.

São os desequilíbrios da mente que geram determinado padrão vibratório no indivíduo com pré-disposição. Se neste caso reencarna e não recebe a correção adequada, mantendo um padrão vibratório baixo, entra em sintonia com os vírus

4. - O pensamento agindo

Se o pensamento é responsável pela mutação no corpo astral, é fundamental que transformemos esse padrão vibratório, transmutando-o em positivo.

A emoção também é uma outra questão importante, porque não é possível o pensamento chegar ao corpo físico sem passar pelo corpo astral, que é o campo das emoções. Qualquer pensamento nosso vai ter uma carga de emoção.

E quando a emoção é capaz de lesar o corpo? Quando sentimos uma mágoa ou um ódio por um tempo prolongado, isso tem um efeito semelhante ao do pensamento.

Além disso, as emoções negativas promovem alterações também nos mecanismos de defesa do organismo. Portanto, “emoção e pensamento” são fatores ontogênicos; daí a importância de se vigiar o mundo interior: “Orai e vigiai”.

Do ponto de vista médico, podemos dizer que é fundamental no tratamento do paciente oncológico como método coadjuvante, a participação de uma equipe de saúde mental.

Assim, atingimos um dos fatores causais do corpo físico, porque está provado pela ciência que o sistema “nervoso e imunológico” se interligam em vários níveis.

André Luiz nos diz ainda que é a mente que rege a formação de anticorpos no sangue. Cada célula do sangue corresponde a outra célula do corpo astral. O nosso corpo físico funciona na dependência das ordens que recebe do corpo astral, que por sua vez é controlado pelo estado emocional do indivíduo.

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Alguém para Amar



O mundo está cheio de queixas. De pessoas que se dizem solitárias. Que desejariam ser amadas. Que vivem em busca de alguém que as ame, que as compreenda.

O mundo está cheio de carências. Carências afetivas. Carências materiais.

Possivelmente, observando o panorama do mundo onde vivia foi que madre Teresa de Calcutá certo dia escreveu:

Senhor, quando eu tiver fome, dai-me alguém que necessite de comida. Quando tiver sede, dai-me alguém que precise de água. Quando sentir frio, dai-me alguém que necessite de calor.

Quando tiver um aborrecimento, dai-me alguém que necessite de consolo. Quando minha cruz parecer pesada, deixe-me compartilhar a cruz do outro.

Quando me achar pobre, ponde a meu lado alguém necessitado. Quando não tiver tempo, dai-me alguém que precise de alguns dos meus minutos. Quando sofrer humilhação, dai-me ocasião para elogiar alguém.

Quando estiver desanimada, dai-me alguém para lhe dar novo ânimo.

Quando sentir necessidade da compreensão dos outros, dai-me alguém que necessite da minha. Quando sentir necessidade de que cuidem de mim, dai-me alguém que eu tenha de atender.

Quando pensar em mim mesma, voltai minha atenção para outra pessoa.

Tornai-nos dignos, senhor, de servir nossos irmãos que vivem e morrem pobres e com fome no mundo de hoje.

Dai-lhes, através de nossas mãos, o pão de cada dia, e dai-lhes, graças ao nosso amor compassivo, a paz e a alegria.

Madre Teresa verdadeiramente conjugou o verbo amar. Sua preocupação era primeiro com os outros.

Todos representavam para ela o próprio cristo. Em cada corpo enfermo, desnutrido e abandonado ela via Jesus crucificado em um novo madeiro.

Amou de tal forma que estendeu a sua obra pelo mundo inteiro, abraçando homens de todas as raças e credos religiosos.

Honrada com o prêmio Nobel da paz, prosseguiu humilde, servindo aos seus irmãos. Tudo o que lhe importava eram os seus pobres. E os seus pobres eram os pobres do mundo inteiro.

Amou sem fronteiras e sem limites. Serviu a Jesus em plenitude. E nunca se ouviu de seus lábios uma queixa de solidão, amargura, cansaço ou desânimo.

Sua vida foi sempre um cântico de fidelidade a Deus, por meio dos compromissos com as lições deixadas por Jesus.

O Cristo precisa de almas dispostas e decididas que não meçam obstáculos. Almas que se lancem ao trabalho reconfortante e luminoso, no qual se pode ser útil de verdade.

Almas que não esperem nada dos seus atendidos a não ser a sua felicidade, sob as luzes do amigo Jesus.

Almas cujo único desejo seja o de amar intensamente, sem aguardar um único gesto de gratidão.

Almas que tenham entendido o que desejou dizer Francisco de Assis: é melhor amar do que ser amado.

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Pensar e Querer


O homem foi capaz de desenvolver sofisticados radares para detectar presença estranha a longa distância, mas ainda não conseguiu estabelecer um sistema de vigilância em torno da própria mente.

Todo pensamento estabelece uma sintonia. Pensando a criatura interage sobre seus semelhantes, estabelecendo ligações, conforme o campo mental que a envolve. Se a situação é gerada por pensamentos infelizes, estabelecem-se as presenças indesejáveis, oriundas do plano extrafísico, consolidando, assim, o início de processos obsessivos que poderão aprisionar a pessoa em dolorosos processos de subjugação.

Entretanto cabe ressaltar que, entre a abordagem do pensamento infeliz e a sua aceitação em nosso campo mental, há uma distância a ser percorrida.

No mundo, pensamentos infelizes nos ocorrem a todos. Cabe-nos, porém, a devida vigilância, para rebatê-los com o escudo do bom senso, a fim de que nossa vida interior se desenvolva em base de equilíbrio desejável.

Pensa com amor, e a luz do teu pensamento te iluminará por dentro.


Scheilla

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Não brinquem com as suas vidas



Os senhores que estão encarnados prestem atenção no que eu vou lhes dizer. No mundo extra-físico há filas de seres cadastrando-se para uma possibilidade remota de reencarnação na Terra. Quem deixar a Terra de forma violenta provocada por seu desânimo e desistência terá grande dificuldade e uma altíssima possibilidade de não reencarnar mais neste planeta. Não brinquem com as suas vidas experimentando drogas de qualquer tipo.

Então os senhores médiuns, trabalhadores espíritas e encarnados: o valor de se encontrarem em atividade nobre é altíssimo, não desprezem a oportunidade, não a abandonem e a cumpram com o espírito de justiça.

A ciência está cercando: a possibilidade dos senhores reencarnarem no Planeta dos senhores será muito baixa. Olhem o que eu estou lhes dizendo: a possibilidade dos senhores desencarnarem agora  e voltarem a reencarnar no planeta Terra é muito baixa graças ao sistemático vício de repetirem seus erros e abandonarem as nobres causas.

No Sistema Solar só os senhores podem reencarnar e haja primitividade para isso. E esse processo que de primitividade está acabando e não há mais tempo. Esse irmão que acabamos de atender não reencarnará na Terra. Esses serão chamados a mundos primitivos . O processo de Justiça está se fechando: a prostituição, a corrupção, os assassinatos, guerrilhas. O homem vai viver, vai sorrir com o pão na mesa fruto do suor do se trabalho. 

Não abandonem está chance que vocês estão tendo. Obrigado.

Em mais duas décadas o curso de Medicina que os senhores fazem hoje não servirá para mais nada. Os seus cursos de Engenharia não servirão para nada. As matérias estão todas mudadas, elas serão inteligentes.


Dr. Adolfo, no dia 05/07/2019,  encerrando os trabalhos de. Cura no Iecim Butantã 


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Obrigado a Jesus por nos facilitar o entendimento do Seu Evangelho


Obrigado a Jesus por nos facilitar o entendimento do Seu Evangelho, encontrando em todas as explanações a plenitude do seu Amor, a Justiça, que traz a aplicação do amor em bases que o nosso raciocínio, a nossa lógica, a nossa razão, não têm capacidade de entender. 

As lunetas artificiais construídas pelos filósofos para alcançar o amor de Deus para com os homens tornam-se ineficientes, descabidas, no tocante à análise do homem, embutida nas leis naturais que não se acoplam a toda existência.

"O meu Reino não é deste mundo”, mas o homem também não é deste mundo, porque o homem é do Reino de meu Pai. 

Se o homem em sua essência é nobre, nobres também serão os caminhos que percorrerão para a volta para a casa prometida. 

Mesmo que em estado de infância, não compreendem os pais que doam o remédio amargo para tratar as paralisias, ou os parasitas, as febres, as feridas; assim também nós outros desprezamos, deixamos para amanhã a compreensão da dor que nos importuna, nos dias que varamos nesta existência.

Só Jesus mobilizado pelo seu Evangelho, destacado em todas as consciências, traz a segurança e a aceitação do supremo Amor de Deus para conosco. Em toda a ação da Justiça, seja  ela elucidativa, corretiva, compensatória, quando o mensageiro da Justiça é enviado, se ele encontrar o Filho de Deus em atividade nobre, em ressonância com a sua Criação ou com o seu Criador, em estado de nobreza de origem, calem-se todos os murmúrios, suspendam-se todas as cobranças, para ataviar a atitude nobre do nobre espírito que renasce no momento. 

Ficaremos nós, com prazer, a destacar as nobrezas de Jesus e dos homens por horas sem fim, porque sentimos prazer em mostrar-lhes de quanto Jesus é belo, de quanto Amor existe, mas respeitamos o grau de escama que ainda preservam em seus olhos, que exige a permanência de cego estar.

Obrigado, que Jesus os abençoe, hoje e sempre, em sua tarefa nobre de iluminar as consciências da humanidade inteira.”


Mensagem do Dr. Adolfo, recebida por psicofonia pelo médium Laerson Cândido de Oliveira, em 24/09/2010 no IECIM., após os trabalhos de Cura a Distância.




 

Em busca do equilíbrio do corpo e da alma


O mundo desperta para a realidade da estreita interação entre saúde e espiritualidade.  As mídias eletrônicas e as redes sociais propagam, todos os dias, a importância da prece, da irradiação de energia pelas mãos, da meditação, da alimentação saudável, dos recursos

 regeneradores da natureza. O homem moderno vai descobrindo que espiritualidade não está, necessariamente, vinculada a uma religião e que o equilíbrio ou o desequilíbrio da dualidade espírito-matéria é o contrapeso da balança de saúde ou doença.

A doutrina espírita, em especial, está repleta de lições de alerta, a evidenciar que a quase totalidade das doenças nasce de nossos excessos, abraça o nosso campo energético e vibracional e se consolida em quadro mórbido que não se restringe ao corpo físico.

Neste cenário, parece mesmo inacreditável que pessoas com razoáveis conhecimentos doutrinários imprimam um estilo de vida, de clara imprudência, como se a cabedal dos ensinamentos que dominam não passasse de um monumento à razão pura, a dispensar ações concretas e a luz divina.  

As obras de André Luiz nos trazem magníficas ilustrações dessa triste realidade. Em Missionários da Luz, André e outros Espíritos visitam uma sessão de serviço mediúnico. O que relatam, portanto, aconteceu no interior de uma casa espírita, na abertura dos trabalhos de psicografia. Chama-lhes a atenção a pessoa de um rapaz que, de lápis em punho, esperava por uma comunicação. Embora a epífise registrasse pequena atividade, o aparelho genital estava em convulsão. André identifica aluviões de corpúsculos negros de espantosa mobilidade, que formavam colônias nas vesículas seminais, na próstata e na uretra do rapaz, travando guerra com as células sexuais. Alexandre, o seu instrutor, explica: “são bacilos psíquicos da tortura sexual, produzidos pela febre de prazeres inferiores”. São desconhecidos pela medicina humana. As “larvas” (denominação genérica utilizada por Alexandre) eram cultivadas pelo próprio indivíduo, cuja vida sexual era desregrada. Entidades grosseiras o acompanhavam, produzindo aquela contaminação. Tratava-se de trabalhador que, embora médium e conhecedor da doutrina espírita, acreditava que o sexo nada tinha a ver com espiritualidade e agia como se a alma fosse absolutamente separada do corpo físico.

Descreveram, ainda na mesma sessão, um cavalheiro (outro médium) cujo aparelho gastrointestinal estava ensopado em aguardente. O fígado enorme, o baço com atividade estranha e os rins com dinâmica extenuante eram apenas a parte visível, da estrutura material, do que se passava no campo espiritual: completo desequilíbrio dos centros vitais. Uma senhora (outra médium) apresentava o aparelho digestivo inundado por pastas de carne e gordura, cheirando a vinagre. Corpúsculos semelhantes a lesmas famintas e vorazes atacavam e destruíam os sucos gástricos. Sofria as consequências dos excessos alimentares que, por sua vez, desequilibravam todo o seu psiquismo.

Os excessos do sexo, do alcoolismo ou da gula são apenas alguns exemplos do quanto muitos de nós mesmos, espíritas, ainda permanecemos longe de transformar conhecimento em saúde do corpo e do espírito. Matéria e espírito não podem ser encarados como unidades estanques e dissociadas se, no curso da jornada encarnatória, sequer é possível traçar a linha divisória perfeita entre um campo e outro. Todo excesso do corpo é desperdício de forças da alma. Cada descuido na nossa viagem de adestramento, mergulhados na matéria, gera consequências que se amontoam nos nossos corredores de sofrimento. O sexo equilibrado, o aperitivo, a refeição bem escolhida ou preparada não são desvios, lembra Alexandre. Todavia, se perdemos o senso da ponderação e do equilíbrio, descambamos por desfiladeiros de dor que, sem razão, iremos tributar ao acaso, à má-sorte, à herança genética ou mesmo a resgates inadiáveis de erros cometidos em encarnações passadas. Não é bem por aí. Quase todas as nossas doenças são produzidas pelos nossos descuidos, comodismos, falta de disciplina alimentar ou de cuidados com o corpo e com o espírito. As transformações que geram saúde não acontecem em episódios instantâneos. Supõem autoconhecimento, persistência, renúncia ao prazer sem rédeas ou às excessivas facilidades do mundo moderno. “A consciência traça o destino, o corpo reflete a alma”, nos ensina André Luiz (Entre a Terra e o Céu).

Podemos concluir, nesta linha, que a saúde preventiva germina nas conquistas do Espírito para, só mais tarde, desabrochar no bem-estar que inclui a higidez do corpo físico, embora nos abra horizontes para caminhar para muito além dela.

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Vivenciar o Evangelho



“Felicidade, no fundo, é bondade crescente, para que a alegria se faça maior.” (Emmanuel, no livro “Justiça Divina”, página 100, psicografia de Francisco C. Xavier.)

Em realidade, o irmão caído na calçada, ou aquele que caminha em sofrimento, é sempre um convite de Jesus à caridade. Pois ao tomarmos conhecimento das lições do Cristo, ditadas ao mundo há dois mil anos, não mais podemos permanecer na indiferença ou na insensibilidade diante da dor que assola corações.

Nosso próximo, dentro do sábio conceito cristão vai se tornando cada vez mais próximo dos nossos interesses e ideais, uma vez que não se concebe, a partir do entendimento do Evangelho, passar ao largo sem notar-lhe as preocupações, angústias e dificuldades.

Elevando nossos sentimentos começamos a sentir em nós mesmos os reflexos dos tormentos que trituram o íntimo dos nossos irmãos, surgindo então a vontade de desenvolver ações que possam espalhar bondade, alegria e paz.

Dessa forma, seguindo as orientações evangélicas, procuremos pelos nossos talentos e saiamos a multiplicá-los.

Quem tem a palavra fácil, fluente, fale do bem, exaltando as virtudes e as qualidades alheias, utilizando o dom da voz para emitir conceitos de serenidade, nobreza e sublimidade.

Quem tem força física e muita coragem para a realização das tarefas mais árduas e pesadas, pense em fazer alguma coisa na direção dos que padecem na debilidade orgânica, sem resistência e mesmo sem ânimo para seguir seus dias pela existência.

Quem retém grandes conquistas, no âmbito da intelectualidade, raciocine em busca de providências e soluções que possam melhorar a qualidade de vida de quem carrega a difícil prova do retardo mental.

Quem possui além do necessário para uma vida digna, pense em repartir um pouco com os que estão vivendo em extrema penúria e grande escassez de recursos materiais.

Quem já adquiriu as virtudes do otimismo e da alegria, viva de forma a contagiar aqueles que ainda permanecem nas sombras da tristeza ou mergulhados nas águas turvas da apatia.

Quem programou as suas atividades diárias de forma a sobrar algumas horas de folga, além do lazer e do entretenimento necessários, destine também algum tempo trabalhando em entidades que prestem socorro aos infelizes, doando de si em favor do soerguimento da dignidade alheia.

Quem já guarda no âmago as luzes da paciência e da compreensão, dê exemplos de tolerância e resignação buscando incentivar as criaturas para uma vivência serena e tranquila, onde as nuvens da violência e da intolerância não derramem o granizo da impiedade.

Quem aprendeu a nobre ciência do amor, entendendo que não devemos transformar ninguém em escravos dos nossos sentimentos, distribua ações no sentido de difundir o desprendimento, a abnegação e a solidariedade, virtudes que fomentam a paz, formando a base para a felicidade.

Assim, talentos existem de todas as formas, multiplicá-los em favor dos irmãos do caminho é o nosso dever, pois, o cristão que não carrega dentro de si o espírito de serviço pode ser uma lâmpada potente, mas, desligada da energia da usina, fica sem possibilidade de iluminar.

Em verdade, o Evangelho do Cristo já foi lido, estudado e debatido, então, já é hora de ser vivenciado na prática. As lições de Jesus não mais podem continuar como letras adormecidas em páginas literárias; precisam descer do intelecto ao coração, exteriorizando-se pelas nossas mãos no serviço em favor do próximo. Só assim a paz e a felicidade estarão definitivamente conosco.


 
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