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Pensar e Querer


O homem foi capaz de desenvolver sofisticados radares para detectar presença estranha a longa distância, mas ainda não conseguiu estabelecer um sistema de vigilância em torno da própria mente.

Todo pensamento estabelece uma sintonia. Pensando a criatura interage sobre seus semelhantes, estabelecendo ligações, conforme o campo mental que a envolve. Se a situação é gerada por pensamentos infelizes, estabelecem-se as presenças indesejáveis, oriundas do plano extrafísico, consolidando, assim, o início de processos obsessivos que poderão aprisionar a pessoa em dolorosos processos de subjugação.

Entretanto cabe ressaltar que, entre a abordagem do pensamento infeliz e a sua aceitação em nosso campo mental, há uma distância a ser percorrida.

No mundo, pensamentos infelizes nos ocorrem a todos. Cabe-nos, porém, a devida vigilância, para rebatê-los com o escudo do bom senso, a fim de que nossa vida interior se desenvolva em base de equilíbrio desejável.

Pensa com amor, e a luz do teu pensamento te iluminará por dentro.


Scheilla

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Não brinquem com as suas vidas



Os senhores que estão encarnados prestem atenção no que eu vou lhes dizer. No mundo extra-físico há filas de seres cadastrando-se para uma possibilidade remota de reencarnação na Terra. Quem deixar a Terra de forma violenta provocada por seu desânimo e desistência terá grande dificuldade e uma altíssima possibilidade de não reencarnar mais neste planeta. Não brinquem com as suas vidas experimentando drogas de qualquer tipo.

Então os senhores médiuns, trabalhadores espíritas e encarnados: o valor de se encontrarem em atividade nobre é altíssimo, não desprezem a oportunidade, não a abandonem e a cumpram com o espírito de justiça.

A ciência está cercando: a possibilidade dos senhores reencarnarem no Planeta dos senhores será muito baixa. Olhem o que eu estou lhes dizendo: a possibilidade dos senhores desencarnarem agora  e voltarem a reencarnar no planeta Terra é muito baixa graças ao sistemático vício de repetirem seus erros e abandonarem as nobres causas.

No Sistema Solar só os senhores podem reencarnar e haja primitividade para isso. E esse processo que de primitividade está acabando e não há mais tempo. Esse irmão que acabamos de atender não reencarnará na Terra. Esses serão chamados a mundos primitivos . O processo de Justiça está se fechando: a prostituição, a corrupção, os assassinatos, guerrilhas. O homem vai viver, vai sorrir com o pão na mesa fruto do suor do se trabalho. 

Não abandonem está chance que vocês estão tendo. Obrigado.

Em mais duas décadas o curso de Medicina que os senhores fazem hoje não servirá para mais nada. Os seus cursos de Engenharia não servirão para nada. As matérias estão todas mudadas, elas serão inteligentes.


Dr. Adolfo, no dia 05/07/2019,  encerrando os trabalhos de. Cura no Iecim Butantã 


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Obrigado a Jesus por nos facilitar o entendimento do Seu Evangelho


Obrigado a Jesus por nos facilitar o entendimento do Seu Evangelho, encontrando em todas as explanações a plenitude do seu Amor, a Justiça, que traz a aplicação do amor em bases que o nosso raciocínio, a nossa lógica, a nossa razão, não têm capacidade de entender. 

As lunetas artificiais construídas pelos filósofos para alcançar o amor de Deus para com os homens tornam-se ineficientes, descabidas, no tocante à análise do homem, embutida nas leis naturais que não se acoplam a toda existência.

"O meu Reino não é deste mundo”, mas o homem também não é deste mundo, porque o homem é do Reino de meu Pai. 

Se o homem em sua essência é nobre, nobres também serão os caminhos que percorrerão para a volta para a casa prometida. 

Mesmo que em estado de infância, não compreendem os pais que doam o remédio amargo para tratar as paralisias, ou os parasitas, as febres, as feridas; assim também nós outros desprezamos, deixamos para amanhã a compreensão da dor que nos importuna, nos dias que varamos nesta existência.

Só Jesus mobilizado pelo seu Evangelho, destacado em todas as consciências, traz a segurança e a aceitação do supremo Amor de Deus para conosco. Em toda a ação da Justiça, seja  ela elucidativa, corretiva, compensatória, quando o mensageiro da Justiça é enviado, se ele encontrar o Filho de Deus em atividade nobre, em ressonância com a sua Criação ou com o seu Criador, em estado de nobreza de origem, calem-se todos os murmúrios, suspendam-se todas as cobranças, para ataviar a atitude nobre do nobre espírito que renasce no momento. 

Ficaremos nós, com prazer, a destacar as nobrezas de Jesus e dos homens por horas sem fim, porque sentimos prazer em mostrar-lhes de quanto Jesus é belo, de quanto Amor existe, mas respeitamos o grau de escama que ainda preservam em seus olhos, que exige a permanência de cego estar.

Obrigado, que Jesus os abençoe, hoje e sempre, em sua tarefa nobre de iluminar as consciências da humanidade inteira.”


Mensagem do Dr. Adolfo, recebida por psicofonia pelo médium Laerson Cândido de Oliveira, em 24/09/2010 no IECIM., após os trabalhos de Cura a Distância.




 

Em busca do equilíbrio do corpo e da alma


O mundo desperta para a realidade da estreita interação entre saúde e espiritualidade.  As mídias eletrônicas e as redes sociais propagam, todos os dias, a importância da prece, da irradiação de energia pelas mãos, da meditação, da alimentação saudável, dos recursos

 regeneradores da natureza. O homem moderno vai descobrindo que espiritualidade não está, necessariamente, vinculada a uma religião e que o equilíbrio ou o desequilíbrio da dualidade espírito-matéria é o contrapeso da balança de saúde ou doença.

A doutrina espírita, em especial, está repleta de lições de alerta, a evidenciar que a quase totalidade das doenças nasce de nossos excessos, abraça o nosso campo energético e vibracional e se consolida em quadro mórbido que não se restringe ao corpo físico.

Neste cenário, parece mesmo inacreditável que pessoas com razoáveis conhecimentos doutrinários imprimam um estilo de vida, de clara imprudência, como se a cabedal dos ensinamentos que dominam não passasse de um monumento à razão pura, a dispensar ações concretas e a luz divina.  

As obras de André Luiz nos trazem magníficas ilustrações dessa triste realidade. Em Missionários da Luz, André e outros Espíritos visitam uma sessão de serviço mediúnico. O que relatam, portanto, aconteceu no interior de uma casa espírita, na abertura dos trabalhos de psicografia. Chama-lhes a atenção a pessoa de um rapaz que, de lápis em punho, esperava por uma comunicação. Embora a epífise registrasse pequena atividade, o aparelho genital estava em convulsão. André identifica aluviões de corpúsculos negros de espantosa mobilidade, que formavam colônias nas vesículas seminais, na próstata e na uretra do rapaz, travando guerra com as células sexuais. Alexandre, o seu instrutor, explica: “são bacilos psíquicos da tortura sexual, produzidos pela febre de prazeres inferiores”. São desconhecidos pela medicina humana. As “larvas” (denominação genérica utilizada por Alexandre) eram cultivadas pelo próprio indivíduo, cuja vida sexual era desregrada. Entidades grosseiras o acompanhavam, produzindo aquela contaminação. Tratava-se de trabalhador que, embora médium e conhecedor da doutrina espírita, acreditava que o sexo nada tinha a ver com espiritualidade e agia como se a alma fosse absolutamente separada do corpo físico.

Descreveram, ainda na mesma sessão, um cavalheiro (outro médium) cujo aparelho gastrointestinal estava ensopado em aguardente. O fígado enorme, o baço com atividade estranha e os rins com dinâmica extenuante eram apenas a parte visível, da estrutura material, do que se passava no campo espiritual: completo desequilíbrio dos centros vitais. Uma senhora (outra médium) apresentava o aparelho digestivo inundado por pastas de carne e gordura, cheirando a vinagre. Corpúsculos semelhantes a lesmas famintas e vorazes atacavam e destruíam os sucos gástricos. Sofria as consequências dos excessos alimentares que, por sua vez, desequilibravam todo o seu psiquismo.

Os excessos do sexo, do alcoolismo ou da gula são apenas alguns exemplos do quanto muitos de nós mesmos, espíritas, ainda permanecemos longe de transformar conhecimento em saúde do corpo e do espírito. Matéria e espírito não podem ser encarados como unidades estanques e dissociadas se, no curso da jornada encarnatória, sequer é possível traçar a linha divisória perfeita entre um campo e outro. Todo excesso do corpo é desperdício de forças da alma. Cada descuido na nossa viagem de adestramento, mergulhados na matéria, gera consequências que se amontoam nos nossos corredores de sofrimento. O sexo equilibrado, o aperitivo, a refeição bem escolhida ou preparada não são desvios, lembra Alexandre. Todavia, se perdemos o senso da ponderação e do equilíbrio, descambamos por desfiladeiros de dor que, sem razão, iremos tributar ao acaso, à má-sorte, à herança genética ou mesmo a resgates inadiáveis de erros cometidos em encarnações passadas. Não é bem por aí. Quase todas as nossas doenças são produzidas pelos nossos descuidos, comodismos, falta de disciplina alimentar ou de cuidados com o corpo e com o espírito. As transformações que geram saúde não acontecem em episódios instantâneos. Supõem autoconhecimento, persistência, renúncia ao prazer sem rédeas ou às excessivas facilidades do mundo moderno. “A consciência traça o destino, o corpo reflete a alma”, nos ensina André Luiz (Entre a Terra e o Céu).

Podemos concluir, nesta linha, que a saúde preventiva germina nas conquistas do Espírito para, só mais tarde, desabrochar no bem-estar que inclui a higidez do corpo físico, embora nos abra horizontes para caminhar para muito além dela.

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Vivenciar o Evangelho



“Felicidade, no fundo, é bondade crescente, para que a alegria se faça maior.” (Emmanuel, no livro “Justiça Divina”, página 100, psicografia de Francisco C. Xavier.)

Em realidade, o irmão caído na calçada, ou aquele que caminha em sofrimento, é sempre um convite de Jesus à caridade. Pois ao tomarmos conhecimento das lições do Cristo, ditadas ao mundo há dois mil anos, não mais podemos permanecer na indiferença ou na insensibilidade diante da dor que assola corações.

Nosso próximo, dentro do sábio conceito cristão vai se tornando cada vez mais próximo dos nossos interesses e ideais, uma vez que não se concebe, a partir do entendimento do Evangelho, passar ao largo sem notar-lhe as preocupações, angústias e dificuldades.

Elevando nossos sentimentos começamos a sentir em nós mesmos os reflexos dos tormentos que trituram o íntimo dos nossos irmãos, surgindo então a vontade de desenvolver ações que possam espalhar bondade, alegria e paz.

Dessa forma, seguindo as orientações evangélicas, procuremos pelos nossos talentos e saiamos a multiplicá-los.

Quem tem a palavra fácil, fluente, fale do bem, exaltando as virtudes e as qualidades alheias, utilizando o dom da voz para emitir conceitos de serenidade, nobreza e sublimidade.

Quem tem força física e muita coragem para a realização das tarefas mais árduas e pesadas, pense em fazer alguma coisa na direção dos que padecem na debilidade orgânica, sem resistência e mesmo sem ânimo para seguir seus dias pela existência.

Quem retém grandes conquistas, no âmbito da intelectualidade, raciocine em busca de providências e soluções que possam melhorar a qualidade de vida de quem carrega a difícil prova do retardo mental.

Quem possui além do necessário para uma vida digna, pense em repartir um pouco com os que estão vivendo em extrema penúria e grande escassez de recursos materiais.

Quem já adquiriu as virtudes do otimismo e da alegria, viva de forma a contagiar aqueles que ainda permanecem nas sombras da tristeza ou mergulhados nas águas turvas da apatia.

Quem programou as suas atividades diárias de forma a sobrar algumas horas de folga, além do lazer e do entretenimento necessários, destine também algum tempo trabalhando em entidades que prestem socorro aos infelizes, doando de si em favor do soerguimento da dignidade alheia.

Quem já guarda no âmago as luzes da paciência e da compreensão, dê exemplos de tolerância e resignação buscando incentivar as criaturas para uma vivência serena e tranquila, onde as nuvens da violência e da intolerância não derramem o granizo da impiedade.

Quem aprendeu a nobre ciência do amor, entendendo que não devemos transformar ninguém em escravos dos nossos sentimentos, distribua ações no sentido de difundir o desprendimento, a abnegação e a solidariedade, virtudes que fomentam a paz, formando a base para a felicidade.

Assim, talentos existem de todas as formas, multiplicá-los em favor dos irmãos do caminho é o nosso dever, pois, o cristão que não carrega dentro de si o espírito de serviço pode ser uma lâmpada potente, mas, desligada da energia da usina, fica sem possibilidade de iluminar.

Em verdade, o Evangelho do Cristo já foi lido, estudado e debatido, então, já é hora de ser vivenciado na prática. As lições de Jesus não mais podem continuar como letras adormecidas em páginas literárias; precisam descer do intelecto ao coração, exteriorizando-se pelas nossas mãos no serviço em favor do próximo. Só assim a paz e a felicidade estarão definitivamente conosco.


 

A que velocidade vou?



A forma que vivemos mentalmente é através do movimento incessante do pensamento, com base no passado, elaborando o futuro.

Esta caixa mental, onde somos prisioneiros, é a nascente criativa que nos guia ao longo da vida terrena. É através desta ferramenta que somos muitas vezes dirigidos pelas influências energéticas e mentais que se impõem escondidas dos sentidos.

Jesus aconselha-nos a um vigiar constante deste fluxo mental de forma a aprender a criar tempo entre o pensamento e a ação, para que possamos impedir os atos errados, eliminando a forma impulsiva de funcionarmos, o que nos leva a uma vida mecanizada dirigida pelos liames terrenos. A falta de consciência do funcionamento mental exerce em nós uma cegueira autodirigida, inconsciente, levando-nos a campos inesperados de uma vida que, temos a sensação, fugiu ao nosso controle.

No caso da obsessão, facilmente poderemos perceber que este estado de funcionamento inconsciente é o terreno mais fértil à manipulação de um obsessor, não se apercebendo o obsidiado da influência exercida sobre si, de tal forma que, por vezes, é dirigido.

Voltando ao conselho do Mestre Jesus, vigiar nossa cabeça é de extrema importância para que o nosso livre-arbítrio seja exercido. Abdicarmos disto, pela falta de atenção, não faz com que sejamos ilibados da responsabilidade por seguir atrás de um impulso mental entrando em tentação; toda a responsabilidade é nossa porque escolhemos exercer nosso livre-arbítrio mais cedo, não nos preocupando com o que é gerado nesta oficina de pensamento, onde sabemos que muitos nem são de nossa autoria.

Sabemos o quanto é difícil estarmos conscientes do funcionamento mental; diz a ciência psíquica que geramos entre quarenta mil a sessenta e cinco mil pensamentos por dia. Nossos irmãos das Doutrinas Orientais, como o Budismo, dedicam-se à meditação há dois mil e quinhentos anos, tentando desta forma compreender a mente e diminuir seu fluxo de funcionamento. Para eles, o caminho do Nirvana ou Iluminação é a conquista da liberdade das amarras do Ego ou pensamentos.

Os benefícios desta prática são tão fortes que ela se espalhou pelo globo, passando a ser incentivada no mundo ocidental através da sua forma original ou com novas técnicas como o Mindfulness, criado por alguns psicólogos norte-americanos há duas décadas. No fundo é uma adaptação dos exercícios meditativos do Oriente e um caminhar em direção à atenção plena.

Na Doutrina Espírita, vemos Joanna de Ângelis a apontar nesta direção através da sua série psicológica.

Na verdade, o que é chamado de meditação são simples exercícios que nos levam a estar atentos a determinado objeto, sendo a mais conhecida a da atenção na respiração, prendendo a nossa mente àquele movimento, obtendo uma diminuição do fluxo mental de pensamentos. A intenção é ficar livre de pensamentos, em silêncio mental.

Muitos dos mais experientes e Mestres destas doutrinas que utilizam a meditação dizem-nos que meditar não é um exercício, mas uma forma de estar mental de plena atenção ao presente, sendo transportado para o dia a dia em todas as ações, o que poderíamos traduzir com uma única palavra: “Vigiai”.

Por que motivo pensamos tanto, de forma tão intensa?

Passamos o tempo em construções mentais em relação ao nosso futuro, mesmo quando olhamos para trás; se gostamos do que relembramos, então, fazemos planos para repetir, e, se nos trouxe sofrimento, construímos mentalmente uma forma de fugir a este no nosso futuro. Raramente estamos no presente tempo.

Podemos ver em Mateus 6:25 que Jesus Cristo aconselhou-nos “não vos preocupeis pela vossa vida, pelo que comereis, nem por vosso corpo…”, nós temos muitas dificuldades em perceber este conselho de valor inestimável. Será que o Mestre nos aconselhava a inércia?

Claro que não: “Meu Pai trabalha até agora e eu trabalho também”. Esta frase demonstra claramente a importância do trabalho; o que Jesus nos aconselha é não nos preocuparmos, ou seja, não vivermos tão aflitos com o futuro, ocupando a nossa mente com o fluxo desorganizado e desmedido de pensamentos, mas manter a Fé do silêncio sobre os desejos de amanhã.

Esta forma “sossegada” de viver, baseada na Fé da certeza que Deus tudo sabe e gere, trará uma diminuição clara do movimento dos pensamentos, tornando mais simples a tarefa de “Vigiar” para que não caiamos em tentação, evitando os dissabores da infelicidade.

É imperativo que estejamos atentos a nós para que realmente possamos escolher o que nos convém ou não, tal como o conselho de Paulo: “tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”.  

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O amor em nossas vidas

Avizinhava-se o momento sublime de ser conhecido Aquele que daria novos contornos à vivência do Ser humano no mundo material. Anunciava João Batista a vinda de Jesus ao nosso meio. Tão importante para a Humanidade quanto a formação da Terra era a presença Daquele que presidiria a sua formação. 

Jesus brindou-nos com a mais célebre e importante frase que se possa conhecer, quando nos disse: "Ouvistes o que foi dito: Amarás o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem" (Mateus, 5-43 e 44), colocando assim um ponto final à lei do olho por olho e dente por dente, para nos dizer através de palavras e atos que a vontade de Deus se fundamenta na Lei do Amor, Lei essa que deveremos aprender a incorporar em nossa personalidade e em nossos atos. Toda a grandeza dessa Lei está contida na Sua orientação, para que amássemos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos e, amando o nosso próximo, que tivéssemos um comportamento tal que não viéssemos a ferir a Lei, que também nos apresentou, quando disse a Pedro: "Mete no seu lugar a tua espada, porque todos os que lançarem mão da espada à espada morrerão". (Mateus, 25-52)

Há 2 mil anos achou o Divino Amigo que a Humanidade já estava madura para merecer estes ensinamentos, porém, individualmente, ainda podemos perguntar se cada um de nós está realmente preparando o caminho dentro de si, para que o Senhor possa passear. 

Vale a pena um repassar de olhos na nossa consciência, para sabermos se ainda ontem mesmo atendemos ao apelo do Mestre para que nos amássemos, ou se na verdade demos passagem à ultrapassada regra humana do olho por olho, dente por dente.

Teremos já coragem para oferecer o outro lado da face, ou ainda partimos para a vingança?

Quanto ainda devemos sofrer para aprender que a vingança apenas nos conduz à dor maior? Quantas vezes será necessário que a lição do perdão seja colocada à nossa frente para aprendermos a perdoar? Quando seremos realmente mansos de tal forma que o que nós irradiamos transforme em paz o que está à nossa volta? Quando será que nos disporemos voluntariamente a ir ao encontro dos mais necessitados com a intenção única e exclusiva de ajudá-los, sem nada querermos em troca?

Cada resposta a cada uma destas perguntas revela-nos o quanto ainda temos do homem velho e o quanto devemos construir em nossa personalidade para deixarmos de reagir com o lado escuro das nossas imperfeições, para reagirmos cada vez mais com o lado luminoso que Jesus nos convida a construir incansavelmente, minuto a minuto, dentro de nós.

Espera-nos o Mestre de braços abertos em Seu Reino de Amor, Perfeição e Felicidade, mas para isso é necessário que nos disponhamos a ouvir e colocar em prática Seus ensinamentos. Só os que amam serão felizes. 

 

Qual o nosso compromisso com Jesus?

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai senão por mim.” - Jesus.



Durante o período que sucedeu imediatamente à vinda de Jesus, os Espíritos superiores, através dos homens encarnados na época, tinham grandes provações para implantar no mundo a Boa Nova, as lutas eram intermináveis e de muita dor. Os cristãos eram jogados aos leões, queimados, subjugados e toda sorte de acontecimentos. Tudo isso comandado pelos Espíritos que ainda se estabeleciam no caminho enganoso das paixões duvidosas, da busca de suas satisfações mais primitivas, bem como a ignorância da verdadeira forma de se viver a vida.

Mesmo na idade média quando a Igreja Católica assumiu o trabalho de levar avante os ensinos do Mestre Jesus, ainda havia muitos equívocos seja por parte dos sacerdotes como também das pessoas, ocasionando terríveis mortes nas fogueiras da Inquisição, perseguições entre outras situações terríveis, pois as forças do “mal” tinham um grande domínio sobre a Terra, em face da pouca evolução que se apesentava em nosso orbe.

Nesse período os verdadeiros seguidores de Jesus enfrentavam duras penas no processo de divulgação e vivência dos ensinos do Mestre, seja para absorver em suas próprias vidas ou para divulgar esses princípios da Boa Nova deixada por Jesus.

Na revolução industrial e início do século vinte, nasce um subproduto do intelectualismo chamado materialismo, antes tínhamos a religiosidade cega, depois o materialismo cético que perdura até os nossos dias.

A pergunta que fica é: O que devemos fazer para mostrar nosso compromisso com Jesus? Entregar-nos ao sacrifício público? Declarar-nos em praça pública? Como vamos mostrar à espiritualidade superior nosso real e verdadeiro compromisso e dedicação?

Hoje certas situações do planeta não mudaram muito, pois a dor ainda impera na vida das pessoas, o sofrimento faz parte do dia a dia. Sem dúvida alguma a ajuda ao próximo na forma da caridade pura, colaborar com a melhoria do planeta no esforço pessoal de cada um são formas que nos apresentam para mostrar nosso compromisso com Jesus, mas o mais importante e mais difícil ainda é a renovação íntima. Vencer nossos maus pendores é de todos o esforço mais difícil, pois será necessário vencer o egoísmo, a prepotência, o orgulho e a vaidade pessoal, filha do orgulho.

Sim, todas as formas de trabalho para progresso do mundo e, portanto, das pessoas, são louváveis e merecem o respeito de todos, mas continua como sendo a tarefa maior do trabalhador de Jesus nos dias de hoje, sufocar todas as nossas más tendências e fazer despontar o ser integral, como nos ensina Joanna de Ângelis.

Precisamos fazer renascer em nós o ser integral do terceiro milênio, somar todas as conquistas obtidas ao longo dos séculos, para essa mudança planetária que se apresenta e vamos então estar mostrando nosso compromisso maior com o Mestre Jesus.

As mudanças primeiras precisam ser de dentro para fora como mostra Kardec, e para essa mudança vamos viver os ensinos do Mestre: Procure antes de mais nada o reino de Deus e o resto lhe será dado por acréscimo. Assim falou Jesus.


 
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