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Palestras Iecim.org - Tema: Jesus Cristo e o Cristianismo



Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 26/08/2017 às 14h  (Hora de Brasília)


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Palestras Iecim.org - Tema: Verdades da ciência e outras verdades



Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 25/08/2017 às 20h  (Hora de Brasília)


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Caso Clínico - Um caminho doloroso até a cura

Como Rosimeire e a filha Letícia enfrentaram um mal que parecia incurável

No começo de 2016, Rosimeire Hoffman não sabia mais o que fazer com a filha Letícia, então com 13 anos. A menina reclamava com frequência de dores no joelho, sem nenhuma causa aparente. No começo, a mãe chegou a pensar que se tratava de lúpus – doença em que o sistema imunológico do paciente começa a atacar órgãos do próprio corpo. Entre os sintomas, estão dores e inchaços nas articulações. Mas a menina já tinha passado pelo reumatologista no fim de 2015, sem que nada fosse descoberto.

As dores foram se tornando cada vez mais intensas, até que, em março de 2016, atingiram o pico Letícia não conseguia mais andar. Pensaram até que ela pudesse ser vítima da síndrome de Guillain-Barré, que provoca fraqueza muscular generalizada. Mas também não se tratava disso. Letícia ficou 13 dias internada. Sem que nada fosse descoberto, a família temia que a menina passasse mais tempo no hospital e fosse acometida por alguma doença infecciosa. Letícia acabou recebendo alta, sendo monitorada a distância pela equipe médica.

Até que, poucos dias depois, a menina passou por uma crise. “Parecia até que ela estava tendo um derrame”, lembra Rosimeire – a filha não conseguia falar direito, nem se mover. Além da dor insuportável, Letícia passou a ouvir um barulho. “O momento mais desesperador foi quando ela pediu para eu encostar minha cabeça na dela, para tentar ouvir o barulho que ela estava ouvindo”, diz Rosimeire. Desesperada, a mãe ligou para o médico, mas não conseguiu encontrá-lo. Ligou para a irmã, que mora próximo ao Instituto Espírita Cidadão do Mundo (IECIM), no Butantã. A irmã de Rosimeire, Célia, já havia sido atendida pela instituição, onde obteve cura para o câncer no estômago. Era um sábado e Célia, conhecedora da grande quantidade de pessoas atendidas nesse dia, se dirigiu imediatamente para a unidade do Butantã, procurando garantir uma senha para o atendimento da sobrinha.

Rosimeire e a filha deixaram imediatamente Cotia, onde moram, rumo ao Butantã. Ao chegar ao centro espírita, os sintomas da menina foram se tornando ainda mais intensos: o corpo inteiro formigava e ela mal conseguia se mexer. Chorava copiosamente. Letícia foi levada para a maca e submetida a passes energéticos. Na sequência, passou por uma cirurgia espiritual, com agulhas espetadas na altura do abdômen. Rosimeire, por sua vez, perdeu um pouco os sentidos.

O resultado da primeira sessão de atendimento foi incrível, segundo a mãe de Letícia. “Ela saiu andando, falando, a dor havia passado. Não parecia de jeito nenhum que era a mesma pessoa que tinha entrado no centro”, diz Rosimeire. No IECIM, foi pedido para que ela e a filha, além do segundo marido de Rosimeire, Carlos Alberto, passassem por tratamento de desobsessão durante dois meses.

A família foi junta e todos passaram a se sentir muito bem. Ainda hoje, um ano depois do ocorrido, Letícia sente algumas dores no joelho e faz fisioterapia – mas nada parecido com o que sentia antes. Não toma nenhum remédio, até porque os especialistas com os quais ela passou – neurologista, reumatologista, ortopedista – não encontraram qualquer problema.

“Ela foi submetida a todo tipo de exame – ressonância magnética, tomografia, e nada apareceu”, diz Rosimeire, que está convicta de ser uma questão espiritual e quer voltar a frequentar o IECIM, vencendo a distância que separa sua casa do centro. Até porque uma coincidência a deixou intrigada: Letícia deu entrada no hospital em 12 de março de 2016. Exatamente um ano depois, Rosimeire, hoje com 45 anos, também foi internada, para se submeter a uma curetagem, após sofrer um aborto espontâneo. “Eu havia sonhado com o hospital meses antes”, diz ela. “Sei que nada acontece por acaso. Preciso voltar ao IECIM”.

O Cidadão
Ano 15 - Edição 106 
Abril e Maio de 2017
Redação: Daniele Madureira
(MTB 32037)


 

O Trabalho Redentor de Nossas Almas.

Nas minhas fantasias noturnas, sonhei. Sonhei que poderia comandar a própria vida. Sonhei que poderia me distanciar dos homens. Eu sonhei que deveria construir uma sólida construção que me separasse dos que sofrem.

O gemido me trazia muitas perturbações. As lágrimas, a pequenez, a incompreensão doíam e eu não podia continuar no mesmo mundo que esses seres habitavam. Sonhei, passou a noite escura. Quando acordei, quando os lampejos da razão me invadiram, eu estava contaminado com aquilo com que os outros sofriam, porque eu não suportava a dor, a pequenez que viviam em mim. O meu distanciamento que eu almejava era de mim mesmo, mas acordei. Acordei disposto a encontrar um novo caminho. 

O Sol brilhante, manhã cheia de magia. Outro dia nasceu. Oportunidades novas. Trabalho a executar. A magia no peito. A vontade de vencer; a vontade de vencer a mim mesmo. Desfazer a barreira que construí. A cegueira profunda. A assistência do sol, o brilho nas paredes. O reluzir do chão envolve-me a alma. Companheiros me acenam. Eu cumprimento humildemente. A organização se faz. Senhor, eis aqui outros necessitando de nossos préstimos. A magia que residia no peito desce pelas mãos, o olhar brilha e o trabalho recomeça. A atmosfera de amor, de cuidado e de gratidão. As árvores nos cumprimentam, o sol nos acalenta e a felicidade nos invade. 

A manhã findou, iniciou a tarde. O cansaço não veio. A gratidão pulsa em todos os seres. Os assistidos e os assistentes. Que maravilha, que maravilha. Onde havia dor, agora há cooperação. Onde havia desprezo, há amparo. Que maravilha. 

É hora de orar. O peito se abre em forma de gratidão. As lágrimas que caem, reconhecendo a pequenez. Mas Senhor, aqui estou outra vez para te dizer: muito obrigado porque eu trabalhei, muito obrigado porque produzi o sorriso naqueles que só tinham expressão de dor. Obrigado porque fui chamado como trabalhador de última hora. "Mas, Senhor, muito obrigado por nosso nome estar na lista de trabalhadores benditos. Obrigado, queridos, que, com Jesus, todos nós em segurança caminharemos. Se hoje falo porque demorei a compreender, os que não compreendem amanhã irão dizer: obrigado, Senhor, por existir o trabalho redentor de nossas almas”.

Que assim seja, que assim seja.

Gratos estamos por nos instruir.

Graças a Deus. 

Dr. Adolfo, 

Mensagem recebida por psicofonia pelo Médium Laerson Cândido de Oliveira

 

DATA LIMITE SEGUNDO CHICO XAVIER



Especialistas em ufologia afirmam que após a explosão das bombas de Hiroshima e Nagasaki, se verificou um aumento considerável no número de avistamentos de OVNI’S (Objetos Voadores Não Identificados) em todo o mundo.

Pouco mais de duas décadas depois, o médium brasileiro Chico Xavier confidenciava aos companheiros mais próximos que, por ocasião da chegada do homem à lua em 20 de julho de 1969, acontecera uma reunião com as potências celestes de nosso sistema solar para verificar o avanço da sociedade terrena. Decidiram pois, conceder a humanidade um prazo de 50 anos para que evoluísse moralmente e convivesse em paz, sem provocar uma terceira guerra mundial.

Se assim convivesse até a Data Limite, a humanidade estaria, a partir de então, pronta para entrar numa nova era de sua existência, e feitos magníficos seriam verificados por toda a parte, inclusive os nossos irmãos de outros planetas estariam autorizados expressamente à se apresentarem pública e oficialmente para os habitantes da terra.

Objetivo do Documentário

O objetivo do Documentário Data Limite Segundo Chico Xavier é apresentar fatos e conexões históricas que sugiram a possibilidade da previsão de Chico Xavier se concretizar num futuro próximo, propondo ao público uma reflexão sobre a grandeza do contexto do universo, sobre o fato de não estarmos sozinhos e os possíveis desdobramentos que se dariam a partir de uma eventual inserção da humanidade na sociedade interplanetária.

Entrevistados

Dentre os entrevistados do projeto estão o médium e orador espírita Divaldo Franco (considerado um dos maiores da atualidade), o escritor Geraldo Lemos Neto (a quem Chico confidenciou os fatos da Data Limite), o jornalista Saulo Gomes (que comandou o programa Pinga-Fogo na década de 60), o ufólogo brasileiro Ademar Gevaerd (O mais conhecido do Brasil), os generais Alberto Mendes Cardoso (Ex Chefe do Estado Maior do Exército Brasileiro e Ex Ministro da Casa Militar) e Paulo Roberto Y. M. Uchoa (filho do Pesquisador e também general Moacyr Uchoa) além do ex-ministro de defesa do Canadá, Paul Hellyer.


 

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