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IECIM Aula 28 - Francisco de Assis e Antonio de Pádua


Leia apostila da aula aqui.

CURSO DE ESTUDO DO EVANGELHO E DA MEDIUNIDADE DO I.E.CI.M.

Aula 28 - Francisco de Assis e Antonio de Pádua

Expositora: Cláudia Pires Rea

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 28/08/2017 às 20h



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A Paz de Francisco

Ele percebeu cedo que não poderia realizar seu intento contando com adesão de terceiros. Percebeu também que não poderia consertar o mundo sozinho...

Filho de pais ricos e vivendo as contingências de sua época, Francisco optou por uma vida diferente e não foi compreendido, nem pelos pais, nem pelos amigos. Nem por isso, no entanto, deixou de seguir a decisão pessoal que influenciaria todas as épocas do mundo. Ao sentir-se tocado pela sublime mensagem, Francisco percebeu que precisava fazer algo, tinha que colocar mãos à obra para modificar uma situação complexa, difícil de ser executada, como nos dias atuais...

Se saísse a convocar pessoas, não teria êxito.Toda idéia nova sempre encontra opositores. Se tentasse consertar as situações por meio da imposição ou da violência, também não conseguiria.

Sua opção, todavia, incomodava. Seu comportamento fugia da normalidade de sua época. Entretanto, sem temor ou insegurança, sabia o que desejava.

E trouxe ao mundo a linda Oração de Francisco de Assis. Sim, falamos do notável Homem de Assis.

Percebendo o complexo quadro de seu tempo, comparando-o com a necessidade de ser útil, tomou a si mesmo o encargo e pediu: Senhor, fazei de mim instrumento de vossa paz!

Vejamos a expressão fazei de mim: Não impôs condições, não exigiu nada de ninguém e atribuiu a si mesmo o sacrifício, o esforço, a iniciativa de tornar-se um instrumento de paz no mundo.

Ora, um instrumento de paz é alguém promotor da paz. Alguém que se esforça por espalhar felicidade ou satisfação ao próximo. Alguém que luta, renunciando aos próprios caprichos e interesses pessoais para proporcionar paz ao semelhante. Silenciando atritos, superando lutas, vivendo sacrifícios enormes...

Agimos ao contrário, nós que nos dizemos cristãos! Primeiro, a nossa satisfação, a alta voz do egoísmo pessoal, em detrimento da coletividade, do próximo mais próximo, muitas vezes dentro do próprio lar.

Com Francisco de Assis, é o oposto. Primeiro a felicidade alheia, depois o interesse próprio. E olha, que estamos analisando apenas a primeira proposição da famosa oração.

Este notável homem que exemplificou em si mesmo a construção da paz merece ser lembrado sempre. Seus ensinos aí estão a nos convocar para uma mudança.

E interessante é que não há outro caminho para a melhora da casa planetária. Ninguém será feliz enquanto houver infelizes. Esta é a realidade que precisamos compreender.

Notem os leitores que esta abordagem não possui caráter religioso, de qualquer denominação. Embora ligado aos preceitos da religião, esta análise possui um caráter científico de uma lei maior que rege os caminhos humanos. E já que estamos no mundo, como humanos, ou agimos na lei ou somos enquadrados como infratores da lei, sujeitos às consequências que já se apresentam com toda gravidade, tirando a paz de viver em paz...

Orson Carrara

 

Palestras Iecim.org - Tema: Jesus Cristo e o Cristianismo



Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 26/08/2017 às 14h  (Hora de Brasília)


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Palestras Iecim.org - Tema: Verdades da ciência e outras verdades



Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 25/08/2017 às 20h  (Hora de Brasília)


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Caso Clínico - Um caminho doloroso até a cura

Como Rosimeire e a filha Letícia enfrentaram um mal que parecia incurável

No começo de 2016, Rosimeire Hoffman não sabia mais o que fazer com a filha Letícia, então com 13 anos. A menina reclamava com frequência de dores no joelho, sem nenhuma causa aparente. No começo, a mãe chegou a pensar que se tratava de lúpus – doença em que o sistema imunológico do paciente começa a atacar órgãos do próprio corpo. Entre os sintomas, estão dores e inchaços nas articulações. Mas a menina já tinha passado pelo reumatologista no fim de 2015, sem que nada fosse descoberto.

As dores foram se tornando cada vez mais intensas, até que, em março de 2016, atingiram o pico Letícia não conseguia mais andar. Pensaram até que ela pudesse ser vítima da síndrome de Guillain-Barré, que provoca fraqueza muscular generalizada. Mas também não se tratava disso. Letícia ficou 13 dias internada. Sem que nada fosse descoberto, a família temia que a menina passasse mais tempo no hospital e fosse acometida por alguma doença infecciosa. Letícia acabou recebendo alta, sendo monitorada a distância pela equipe médica.

Até que, poucos dias depois, a menina passou por uma crise. “Parecia até que ela estava tendo um derrame”, lembra Rosimeire – a filha não conseguia falar direito, nem se mover. Além da dor insuportável, Letícia passou a ouvir um barulho. “O momento mais desesperador foi quando ela pediu para eu encostar minha cabeça na dela, para tentar ouvir o barulho que ela estava ouvindo”, diz Rosimeire. Desesperada, a mãe ligou para o médico, mas não conseguiu encontrá-lo. Ligou para a irmã, que mora próximo ao Instituto Espírita Cidadão do Mundo (IECIM), no Butantã. A irmã de Rosimeire, Célia, já havia sido atendida pela instituição, onde obteve cura para o câncer no estômago. Era um sábado e Célia, conhecedora da grande quantidade de pessoas atendidas nesse dia, se dirigiu imediatamente para a unidade do Butantã, procurando garantir uma senha para o atendimento da sobrinha.

Rosimeire e a filha deixaram imediatamente Cotia, onde moram, rumo ao Butantã. Ao chegar ao centro espírita, os sintomas da menina foram se tornando ainda mais intensos: o corpo inteiro formigava e ela mal conseguia se mexer. Chorava copiosamente. Letícia foi levada para a maca e submetida a passes energéticos. Na sequência, passou por uma cirurgia espiritual, com agulhas espetadas na altura do abdômen. Rosimeire, por sua vez, perdeu um pouco os sentidos.

O resultado da primeira sessão de atendimento foi incrível, segundo a mãe de Letícia. “Ela saiu andando, falando, a dor havia passado. Não parecia de jeito nenhum que era a mesma pessoa que tinha entrado no centro”, diz Rosimeire. No IECIM, foi pedido para que ela e a filha, além do segundo marido de Rosimeire, Carlos Alberto, passassem por tratamento de desobsessão durante dois meses.

A família foi junta e todos passaram a se sentir muito bem. Ainda hoje, um ano depois do ocorrido, Letícia sente algumas dores no joelho e faz fisioterapia – mas nada parecido com o que sentia antes. Não toma nenhum remédio, até porque os especialistas com os quais ela passou – neurologista, reumatologista, ortopedista – não encontraram qualquer problema.

“Ela foi submetida a todo tipo de exame – ressonância magnética, tomografia, e nada apareceu”, diz Rosimeire, que está convicta de ser uma questão espiritual e quer voltar a frequentar o IECIM, vencendo a distância que separa sua casa do centro. Até porque uma coincidência a deixou intrigada: Letícia deu entrada no hospital em 12 de março de 2016. Exatamente um ano depois, Rosimeire, hoje com 45 anos, também foi internada, para se submeter a uma curetagem, após sofrer um aborto espontâneo. “Eu havia sonhado com o hospital meses antes”, diz ela. “Sei que nada acontece por acaso. Preciso voltar ao IECIM”.

O Cidadão
Ano 15 - Edição 106 
Abril e Maio de 2017
Redação: Daniele Madureira
(MTB 32037)


 

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