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RETRATO DE MARIA

Texto extraído do Anuário Espírita de 1986 Nº 23 – Orgão do IDE – Instituto de Difusão Espírita - Autor : Hércio M. C. Arantes

Algum tempo tomamos conhecimento de um novo quadro de Maria, a Mãe de Jesus, divulgado num programa da TV Record, de São Paulo, com a presença de Francisco Cândido Xavier, procuramos esse médium amigo para colher dele maiores esclarecimentos sobre a origem do mesmo.

Contou-nos, então, Chico Xavier, no final da reunião pública do Grupo Espírita da Prece, em Uberaba, na noite de 1º de dezembro de 1984, que com vistas às homenagem do Dia das Mães de 1984, o Espírito de Emmanuel ditou, por ele, um retrato falado de Maria de Nazaré ao fotógrafo Vicente Avela, de São Paulo. Esse trabalho artístico foi sendo realizado aos poucos, desde meados de 1983, com retoques sucessivos realizados pela grande habilidade de Vicente, em mais de vinte contatos com o médium mineiro, na Capital paulista.

Em nossa rápida entrevista, Chico frisou que a fisionomia de Maria assim retratada, revela tal qual Ela é conhecida quando de Suas visitas às esferas espirituais mais próximas e perturbadas da crosta terrestre; como por exemplo, disse-nos ele, na Legião dos Servos de Maria, grande instituição de amparo aos suicidas descrita detalhadamente no livro Memórias de um Suicida, recebido mediunicamente por Yvonne A. Pereira.

E, ao final do diálogo fraterno, atendendo nosso pedido , Chico forneceu-nos o endereço do fotógrafo-artista, para que pudéssemos entrevistá-lo oportunamente, podendo assim registrar mais algum detalhe do belo trabalho realizado.

De fato, meses após essa entrevista , tivemos o prazer de conhecer o Sr. Vicente Avela, em seu próprio ateliê , há 30 anos localizado na Rua Conselheiro Crispiniano,  343, 2 º andar, na Capital paulista, onde nos recebeu atenciosamente.

Confirmando as informações do médium de Uberaba ele apenas destacou que, de fato, não houve pintura e sim um trabalho basicamente fotográfico, fruto de retoques sucessivos num retrato falado inicial, tudo sob a orientação mediúnica de Chico Xavier.

Quando o Sr. Vicente Concluiu a tarefa, com a arte final em pequena foto branco-e-preto, ele a ampliou bastante e coloriu-a com tinta a óleo trabalho em que é perito, com experiência adquirida na época em que não havia filmes coloridos e as fotos em preto-e-branco eram coloridas a mão), dando origem à tela que foi divulgada.

Nesse encontro fraterno, também conhecemos o lindo quadro original à vista em parede de seu escritório , e ao despedirmo-nos, reconhecidos pela atenção , o parabenizamos por esse árduo e excelente trabalho, representando mais uma NOTÍCIAS da vida espiritual de Maria de Nazaré, que continua amparando com imenso amor maternal a Humanidade inteira.

 

Palestras IECIM - Tema: Mediunidade

Tema: Mediunidade

Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Santana de Parnaíba

Data: 01/06/2013

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Reconciliação com os adversários

(do Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. X, Bem aventurados os misericordiosos)

5. Reconciliai-vos o mais depressa possível com o vosso adversário, enquanto estais com ele a caminho, para que ele não vos entregue ao juiz, o juiz não vos entregue ao ministro da justiça e não sejais metido em prisão. - Digo-vos, em verdade, que daí não saireis, enquanto não houverdes pago o último ceitil. (S. MATEUS, cap. V, vv. 25 e 26.)

6. Na prática do perdão, como, em geral, na do bem, não há somente um efeito moral: há também um efeito material. A morte, como sabemos, não nos livra dos nossos inimigos; os Espíritos vingativos perseguem, muitas vezes, com seu ódio, no além-túmulo, aqueles contra os quais guardam rancor; donde decorre a falsidade do provérbio que diz: "Morto o animal, morto o veneno", quando aplicado ao homem. O Espírito mau espera que o outro, a quem ele quer mal, esteja preso ao seu corpo e, assim, menos livre, para mais facilmente o atormentar, ferir nos seus interesses, ou nas suas mais caras afeições. Nesse fato reside a causa da maioria dos casos de obsessão, sobretudo dos que apresentam certa gravidade, quais os de subjugação e possessão. O obsidiado e o possesso são, pois, quase sempre vítimas de uma vingança, cujo motivo se encontra em existência anterior, e à qual o que a sofre deu lugar pelo seu proceder. Deus o permite, para os punir do mal que a seu turno praticaram, ou, se tal não ocorreu, por haverem faltado com a indulgência e a caridade, não perdoando. Importa, conseguintemente, do ponto de vista da tranquilidade futura, que cada um repare, quanto antes, os agravos que haja causado ao seu próximo, que perdoe aos seus inimigos, a fim de que, antes que a morte lhe chegue, esteja apagado qualquer motivo de dissensão, toda causa fundada de ulterior animosidade. Por essa forma, de um inimigo encarniçado neste mundo se pode fazer um amigo no outro; pelo menos, o que assim procede põe de seu lado o bom direito e Deus não consente que aquele que perdoou sofra qualquer vingança. Quando Jesus recomenda que nos reconciliemos o mais cedo possível com o nosso adversário, não é somente objetivando apaziguar as discórdias no curso da nossa atual existência; é, principalmente, para que elas se não perpetuem nas existências futuras. Não saireis de lá, da prisão, enquanto não houverdes pago até o último centavo, isto é, enquanto não houverdes satisfeito completamente a justiça de Deus.

 


 

Palestras IECIM - Tema: Caminho

Tema: Caminho

Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 31/05/2013

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Escolha das provas

(Questões de O Livro dos Espíritos, Parte Segunda – Capítulo 6: Vida Espírita)

Q. 258 - Na espiritualidade, antes de começar uma nova existência corporal, o Espírito tem consciência e previsão das coisas que acontecerão durante sua vida?

R- Ele mesmo escolhe o gênero de provas que quer passar. Nisso consiste seu livre-arbítrio.

 

Q. 258a— Então não é Deus que impõe os sofrimentos da vida como castigo?

R- Nada acontece sem a permissão de Deus, que estabeleceu todas as leis que regem o universo. Perguntareis, então, por que Ele fez esta lei em vez daquela. Ao dar ao Espírito a liberdade de escolha,  deixa-lhe toda a responsabilidade de seus atos e de suas consequências, nada impede seu futuro; o caminho do bem está à frente dele, assim como o do mal. Mas, se fracassa, resta-lhe uma consolação: nem tudo está acabado para ele. Deus, em sua bondade, deixa-o livre para recomeçar, reparando o que fez de mal. É preciso, aliás, distinguir o que é obra da vontade de Deus e o que é obra do homem. Se um perigo vos ameaça, não fostes vós que o criastes, foi Deus; mas tendes a liberdade de vos expor a ele, por terdes visto aí um meio de adiantamento, e Deus o permitiu.

 

Q. 259—Se o Espírito tem a escolha do gênero de prova que deve passar, todas as dificuldades que experimentamos na vida foram previstas e escolhidas por nós?

R- Todas não é a palavra, porque não se pode dizer que escolhestes e previstes tudo que vos acontece neste mundo, até nas menores coisas. Vós escolhestes os gêneros das provas; os detalhes são consequência da situação em que viveis e, frequentemente, de vossas próprias ações. Se o Espírito quis nascer entre criminosos, por exemplo, sabia dos riscos a que se exporia, mas não tinha conhecimento dos atos que viria a praticar; esses atos são efeito de sua vontade ou de seu livre-arbítrio. O Espírito sabe que, ao escolher um caminho, terá uma luta a suportar; sabe a natureza e a diversidade das coisas que enfrentará, mas não sabe quais os acontecimentos que o aguardam. Os detalhes dos acontecimentos nascem das circunstâncias e da força das coisas. Somente os grandes acontecimentos que influem na vida estão previstos. Se seguis um caminho cheio de sulcos profundos, sabeis que deveis tomar grandes precauções, porque tendes a probabilidade de cair, mas não sabeis em qual deles caireis; pode ser que a queda não aconteça, se fordes prudente o bastante. Se, ao passar na rua, uma telha cai na vossa cabeça, não acrediteis que estava escrito, como se diz  vulgarmente.

 

IECIM Aula XV-A possibilidade do fim da espécie humana

Curso de Exercício da mediunidade e vivência na exposição evangélica

Aula XV - A possibilidade do fim da espécie humana

Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 29/05/2013

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A FELICIDADE NÃO É DESTE MUNDO

(Inst. dos Espíritos, capítulo V do Evangelho segundo o Espiritismo, Bem Aventurados os Aflitos)

Não sou feliz! A felicidade não foi feita para mim! exclama geralmente o homem em todas as posições sociais. Isso, meus caros filhos, prova, melhor do que todos os raciocínios possíveis, a verdade  desta máxima do Eclesiastes: "A felicidade não é deste mundo." Com efeito, nem a riqueza, nem o poder, nem mesmo a florida juventude são condições essenciais à felicidade. Digo mais: nem mesmo reunidas essas três condições tão desejadas, porquanto incessantemente se ouvem, no seio das classes mais privilegiadas, pessoas de todas as idades se queixarem amargamente da situação em que se encontram.

Diante de tal fato, é incontestável que as classes laboriosas e militantes invejem com tanta ânsia a posição das que parecem favorecidas da fortuna. Neste mundo, por mais que faça, cada um tem a sua  parte de labor e de miséria, sua cota de sofrimentos e de decepções, donde facilmente se chega à conclusão de que a Terra é lugar de provas e de expiações.

Assim, pois, os que pregam que ela é a única morada do homem e que somente nela e numa só existência é que lhe cumpre alcançar o mais alto grau das felicidades que a sua natureza comporta,  iludem-se e enganam os que os escutam, visto que demonstrado está, por experiência arqui-secular, que só excepcionalmente este globo apresenta as condições necessárias à completa felicidade do indivíduo.

Em tese geral pode afirmar-se que a felicidade é uma utopia a cuja conquista as gerações se lançam sucessivamente, sem jamais lograrem alcançá-la. Se o homem ajuizado é uma raridade neste mundo, o homem absolutamente feliz jamais foi encontrado.

O em que consiste a felicidade na Terra é coisa tão efêmera para aquele que não tem a guiá-lo a ponderação, que, por um ano, um mês, uma semana de satisfação completa, todo o resto da existência é  uma série de amarguras e decepções. E notai, meus caros filhos, que falo dos venturosos da Terra, dos que são invejados pela multidão.

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Palestra IECIM - Tema: Capítulo XVII-Sede Perfeitos

Palestra sobre o Evangelho Segundo O Espiritismo

Tema: Capítulo XVII-Sede Perfeitos

Expositora: Luprécia

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 28/05/2013

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COM A PALAVRA, NOSSO MENTOR, Dr. Adolfo

Mensagens recebidas por psicofonia pelo médium Laerson C. Oliveira

Obrigado a Jesus pela oportunidade que nos é dada para traçar algumas palavras que nos levem a um raciocínio mais apurado a respeito da lição em voga: causas atuais de nossas dores ou aflições.

É memorável o estado racional em que nos encontramos, vivenciando  tecnologias e informações outras que nos permitem investigar o mundo psíquico em que vivemos, o mundo físico que habitamos e  desenhar nossos passos para o dia de amanhã.

A razão nos leva a perguntar a nós mesmos: haverá um doador de caminhos de paz e amor para almas preguiçosas e desatentas? Se Deus é trabalho constante, se as almas nobres da nobreza sempre ao tempo, se o passado nos condena ao sofrimento atroz, o presente nos liberta para a felicidade sem fim. O futuro desenho hoje, com as minhas próprias mãos.

Sinto a empolgação de irmãos outros que, à frente, estão chamando-nos para a sua presença na condição de alunos, e eles de professores. Se aprendermos a não negligenciarmos a oportunidade de  servir aos ignorantes que nos cercam, não seremos negligenciados pelos sábios que também nos cercam.

Há a abertura para a felicidade ímpar distribuída a todas as almas que desejam realmente ser felizes: encontrarão no amor o sustentáculo para seus sorrisos, seus contentamentos, sua segurança.

Só assim encontramos classificação para os drogados, mentirosos, salteadores, preguiçosos, que buscam burlar a lei de ser feliz e estar feliz, quando se injetam no mundo das drogas, da ilusão e da fantasia. Mas os excessos de hormônios, aminoácidos e ácidos que os corpos despertam (produzem?) sobre (sob) o influxo das drogas, cobram seu preço ao passar seu efeito: a atitude indébita logo surge, e a incapacidade de administrar a situação logo o acompanha.

Toda dose de droga ingerida, toda felicidade indébita sentida é uma falta contra a lei da vida, e logo o remorso e a culpa tomam conta do ser. Quase sempre a porta do suicídio se aproxima porque, em fuga desenfreada, sem paradeiro se encontra, porque vítima se faz de drogas insanas.

Que Jesus nos abasteça com raciocínio amplo, vontade de investigação e autoaceitação, para que possamos dizer: Obrigado, Senhor, pelo sorriso de uma criança; Obrigado, Senhor, pela flor da esperança que invade meu peito; Obrigado, Senhor, pelo direito de viver; com mil alegrias preencherei todos os caminhos em que passar, e todos os irmãos que me vejam, notando a Tua felicidade, o Teu nome irão louvar; Obrigado, Senhor, por me recolheres em Teus braços, fortificares-me em Teu pensamento; Obrigado, Senhor, pelo juramento a mim mesmo feito, de que só posso desfrutar daquilo que eu possa ter construído com trabalho, disciplina e com o estudo.

Obrigado, Senhor.

Adolfo.

IECIM, 17 de setembro de 2010, ao término dos trabalhos de Cura à Distância..

 

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