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A FELICIDADE NÃO É DESTE MUNDO

(Inst. dos Espíritos, capítulo V do Evangelho segundo o Espiritismo, Bem Aventurados os Aflitos)

Não sou feliz! A felicidade não foi feita para mim! exclama geralmente o homem em todas as posições sociais. Isso, meus caros filhos, prova, melhor do que todos os raciocínios possíveis, a verdade  desta máxima do Eclesiastes: "A felicidade não é deste mundo." Com efeito, nem a riqueza, nem o poder, nem mesmo a florida juventude são condições essenciais à felicidade. Digo mais: nem mesmo reunidas essas três condições tão desejadas, porquanto incessantemente se ouvem, no seio das classes mais privilegiadas, pessoas de todas as idades se queixarem amargamente da situação em que se encontram.

Diante de tal fato, é incontestável que as classes laboriosas e militantes invejem com tanta ânsia a posição das que parecem favorecidas da fortuna. Neste mundo, por mais que faça, cada um tem a sua  parte de labor e de miséria, sua cota de sofrimentos e de decepções, donde facilmente se chega à conclusão de que a Terra é lugar de provas e de expiações.

Assim, pois, os que pregam que ela é a única morada do homem e que somente nela e numa só existência é que lhe cumpre alcançar o mais alto grau das felicidades que a sua natureza comporta,  iludem-se e enganam os que os escutam, visto que demonstrado está, por experiência arqui-secular, que só excepcionalmente este globo apresenta as condições necessárias à completa felicidade do indivíduo.

Em tese geral pode afirmar-se que a felicidade é uma utopia a cuja conquista as gerações se lançam sucessivamente, sem jamais lograrem alcançá-la. Se o homem ajuizado é uma raridade neste mundo, o homem absolutamente feliz jamais foi encontrado.

O em que consiste a felicidade na Terra é coisa tão efêmera para aquele que não tem a guiá-lo a ponderação, que, por um ano, um mês, uma semana de satisfação completa, todo o resto da existência é  uma série de amarguras e decepções. E notai, meus caros filhos, que falo dos venturosos da Terra, dos que são invejados pela multidão.

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Palestra IECIM - Tema: Capítulo XVII-Sede Perfeitos

Palestra sobre o Evangelho Segundo O Espiritismo

Tema: Capítulo XVII-Sede Perfeitos

Expositora: Luprécia

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 28/05/2013

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COM A PALAVRA, NOSSO MENTOR, Dr. Adolfo

Mensagens recebidas por psicofonia pelo médium Laerson C. Oliveira

Obrigado a Jesus pela oportunidade que nos é dada para traçar algumas palavras que nos levem a um raciocínio mais apurado a respeito da lição em voga: causas atuais de nossas dores ou aflições.

É memorável o estado racional em que nos encontramos, vivenciando  tecnologias e informações outras que nos permitem investigar o mundo psíquico em que vivemos, o mundo físico que habitamos e  desenhar nossos passos para o dia de amanhã.

A razão nos leva a perguntar a nós mesmos: haverá um doador de caminhos de paz e amor para almas preguiçosas e desatentas? Se Deus é trabalho constante, se as almas nobres da nobreza sempre ao tempo, se o passado nos condena ao sofrimento atroz, o presente nos liberta para a felicidade sem fim. O futuro desenho hoje, com as minhas próprias mãos.

Sinto a empolgação de irmãos outros que, à frente, estão chamando-nos para a sua presença na condição de alunos, e eles de professores. Se aprendermos a não negligenciarmos a oportunidade de  servir aos ignorantes que nos cercam, não seremos negligenciados pelos sábios que também nos cercam.

Há a abertura para a felicidade ímpar distribuída a todas as almas que desejam realmente ser felizes: encontrarão no amor o sustentáculo para seus sorrisos, seus contentamentos, sua segurança.

Só assim encontramos classificação para os drogados, mentirosos, salteadores, preguiçosos, que buscam burlar a lei de ser feliz e estar feliz, quando se injetam no mundo das drogas, da ilusão e da fantasia. Mas os excessos de hormônios, aminoácidos e ácidos que os corpos despertam (produzem?) sobre (sob) o influxo das drogas, cobram seu preço ao passar seu efeito: a atitude indébita logo surge, e a incapacidade de administrar a situação logo o acompanha.

Toda dose de droga ingerida, toda felicidade indébita sentida é uma falta contra a lei da vida, e logo o remorso e a culpa tomam conta do ser. Quase sempre a porta do suicídio se aproxima porque, em fuga desenfreada, sem paradeiro se encontra, porque vítima se faz de drogas insanas.

Que Jesus nos abasteça com raciocínio amplo, vontade de investigação e autoaceitação, para que possamos dizer: Obrigado, Senhor, pelo sorriso de uma criança; Obrigado, Senhor, pela flor da esperança que invade meu peito; Obrigado, Senhor, pelo direito de viver; com mil alegrias preencherei todos os caminhos em que passar, e todos os irmãos que me vejam, notando a Tua felicidade, o Teu nome irão louvar; Obrigado, Senhor, por me recolheres em Teus braços, fortificares-me em Teu pensamento; Obrigado, Senhor, pelo juramento a mim mesmo feito, de que só posso desfrutar daquilo que eu possa ter construído com trabalho, disciplina e com o estudo.

Obrigado, Senhor.

Adolfo.

IECIM, 17 de setembro de 2010, ao término dos trabalhos de Cura à Distância..

 

IECIM Aula: Os evangelhos e a pregação dos Apóstolos

Curso de aprofundamento do estudo e educação da mediunidade.

Aula: Os evangelhos e a pregação dos Apóstolos

Expositora: Brasiliana

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 27/05/2013

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AMIZADE E COMPREENSÃO

"Com leite vos criei, e não com manjar, porque ainda não podíeis, nem ainda agora podeis." - Paulo. (I CORÍNTIOS, 3:2.)

Muitos companheiros de luta exigem cooperadores esclarecidos para as tarefas que lhes dizem respeito, amigos valiosos que lhes  entendam os propósitos e valorizem os trabalhos, esquecidos de  que as afeições, tanto quanto as plantas, reclamam cultivo adequado.

Compreensão não se improvisa. É obra de tempo, colaboração,  harmonia.

O próprio Cristo, primeiramente, semeou o ideal divino no coração dos continuadores, antes de recolher-lhes o entendimento.  Sofreu-lhes as negações, tolerou-lhes as fraquezas e  desculpou-lhes as exigências para formar, por fim, o colégio  apostólico.

Nesse particular, Paulo de Tarso fornece-nos judiciosa lição, declarando aos Coríntios que os criara "com leite". Tão pequena afirmativa transborda sabedoria vastíssima. O apóstolo generoso, gigante no conhecimento e na fé viva, edificara os companheiros de sua missão evangélica em Corinto, não com o alimento complexo das teses difíceis, mas com os ensinamentos simples da verdade e as  puras demonstrações de amor em Cristo Jesus. Não lhes conquistara a confiança e a estima exibindo cultura ou impondo princípios, mas, sim, orando e servindo, trabalhando e amando.

Existe uma ciência de cultivar a amizade e construir o entendimento. Como acontece ao trigo, no campo espiritual do amor, não será possível colher sem semear.

Examina, pois, diariamente, a tua lavoura afetiva. Observa se  estás exigindo flores prematuras ou frutos antecipados. Não te esqueças da atenção, do adubo, do irrigador.

Coloca-te na posição da planta em jardim alheio e, reparando os cuidados que exiges, não desdenhes resgatar as tuas dívidas de amor para com os outros.

Imita o lavrador prudente e devotado, se desejas atingir a colheita de grandes e precisos resultados.

Do Livro “Vinha de Luz”, autoria de Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier. 14ª Ed., FEB, Rio de Janeiro. P. 127.

 

Palestra IECIM - Tema: Cura a Distância

Tema: Cura a Distância

Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Santana do Parnaíba

Data: 25/05/2013

 

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Plalestra IECIM - Tema: Fé

Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Tema:

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 24/05/2013

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MANEIRA DE ORAR

(Instruções dos Espíritos, do cap. XVII do Evangelho Segundo o Espiritismo)

22. O dever primordial de toda criatura humana, o primeiro ato que deve assina-lar a sua volta à vida ativa de cada dia, é a prece. Quase todos vós orais, mas quão poucos são os que sabem orar! Que importam ao Senhor as frases que maquinalmente articulais umas às outras, fazendo disso um hábito, um dever que cumpris e que vos pesa como qualquer dever?

A prece do cristão, do espírita, seja qual for o seu culto, deve ele dizê-la logo que o Espírito haja retomado o jugo da carne; deve elevar-se aos pés da Majestade Divina com humildade, com profundeza, num ímpeto de reconhecimento por todos os benefícios recebidos até àquele dia; pela noite transcorrida e durante a qual lhe foi permitido, ainda que sem consciência disso, ir ter com os seus amigos, com os seus guias, para haurir, no contato com eles, mais força e perseverança. Deve ela subir humilde aos pés do Senhor, para lhe recomendar a vossa fraqueza, para lhe suplicar amparo, indulgência e misericórdia. Deve ser profunda, porquanto é a vossa alma que tem de elevar-se para o Criador, de transfigurar-se, como Jesus no Tabor, a fim de lá chegar nívea e radiosa de esperança e de amor.

A vossa prece deve conter o pedido das graças de que necessitais, mas de que necessitais em realidade. Inútil, portanto, pedir ao Senhor que vos abrevie as provas, que vos dê alegrias e riquezas. Rogai-lhe que vos conceda os bens mais preciosos da paciência, da resignação e da fé. Não digais, como o fazem muitos: "Não vale a pena orar, porquanto Deus não me atende." Que é o que, na maioria dos casos, pedis a Deus? Já vos tendes lembrado de pedir-lhe a vossa melhoria moral? Oh! não; bem poucas vezes o tendes feito. O que preferentemente vos lembrais de pedir é o bom êxito para os vossos empreendimentos terrenos e haveis com frequência exclamado: "Deus não se ocupa conosco; se se ocupasse, não se verificariam tantas injustiças." Insensatos! Ingratos! Se descêsseis ao fundo da vossa consciência, quase sempre depararíeis, em vós mesmos, com o ponto de partida dos males de que vos queixais. Pedi, pois, antes de tudo, que vos possais melhorar e vereis que torrente de graças e de consolações se derramará sobre vós. (Cap. V, nº 4.)

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IECIM Aula XIV-A morte do planeta e o possível nascimento de outro

Curso de Exercício da mediunidade e vivência na exposição evangélica

Aula XIV-A morte do planeta e o possível nascimento de outro

Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 22/05/2013

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