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IECIM Aula XVIII - A matéria que compõe o perispírito

 

Curso de exercício da mediunidade e vivência na exposição evangélica

Aula XVIII - A matéria que compõe o perispírito

Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 20/06/2013

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Carta Íntima

É verdade. Conseguiste matrícula na escola da luz, a fim de que possas servir com mais segurança na causa do bem, mas encontras empeços de toda espécie, no rumo das aquisições a que te diriges.

Consideras muito difíceis as matérias em pauta.

Quantas falhas nas provas de paciência? Quantos desacertos nos exercícios da caridade? Quantos desajustes nas demonstrações de tolerância? E, sobretudo, que montão de erros nos exames do amor?

E choras verificando os problemas que se te afiguram insuperáveis.

Sofres com dependências e recapitulações, boletins de alarme e conseqüências infelizes de teus próprios enganos.

De quando a quando, eis que se te amplia o desencanto, observando o alto número dos companheiros que desertam das aulas e sentes que o vazio cresce ao redor da carteira de trabalho em que te vês.

Entretanto, não esmoreças.

Prossegue.

Possivelmente, ainda não te conscientizaste de que o professor amigo te acompanha.

Onde haveria escola sem mestre?

Ouve. O instrutor que te acolheu, de braços abertos, não te abandona.

Se ele te registra os equívocos e as crises, é que deseja conduzir-te à certeza e à serenidade nos conhecimentos que buscas.

E se insiste contigo para que te mantenhas no aprendizado é porque te ama.

Quando te entristeces, ele é a esperança que te restaura o ânimo enfraquecido.

Quando te afliges, ei-lo a pacificar-te no clarão do discernimento.

Confia e segue adiante.

Ele sabia que vieste à escola a fim de assimilar recursos que, até agora, não possuis e, por isso mesmo, não te pede a elevação que ainda não tens.

Apóia-te nele e persevera.

Em qualquer dificuldade, chama por ele. Talvez ainda não saibas que ele, o nosso mestre, é mais conhecido pelo nome de Jesus Cristo.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Deus aguarda. Ditado pelo Espírito Meimei.

 

Palestra IECIM - Tema: Capítulo XX - Os trabalhadores da última hora

 

Palestra sobre o Evangelho Segundo O Espiritismo

Tema: Capítulo XX-Os trabalhadores da última hora

Expositor: Evandro de Assis

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 18/06/2013

 

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Escuta

Se não consegues usar a paciência, por te encontrares sob os constrangimentos de uma enfermidade qualquer, a inconformação apenas te agravará a luta orgânica, prejudicando-te o tratamento.

Se perdas de recursos materiais te dilapidaram as reservas econômicas e te afastas do trabalho, a fim de protestar contra o mundo, isso te colocará sob entraves maiores.

Se te revoltas ante a doença em pessoa querida, essa atitude ampliará o mal-estar na criatura enferma a quem te dedicas.

Se te rebelas contra o amigo que não mais te abraça os pontos de vista, semelhante comportamento te fixará no azedume sem razão de ser.

Se não aceitas as condições de trabalho a que a vida te destina e te negas à precisa renovação, nada mais obterás além do desapontamento no desemprego.

Se não conservas a calma necessária, diante de ofensas e críticas, entrarás inevitavelmente nas grades da desesperação.

A paciência é a escora da paz em todas as crises e provações nas quais te vejas. Trocá-la por reclamação e cólera, descontentamento e intolerância, será sempre deixar a pequena dificuldade em que te encontras para cair na pior.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Espera Servindo. Ditado pelo Espírito Emmanuel.

 

IECIM Aula - São Lucas e São João

 

Curso de aprofundamento do estudo e educação da mediunidade

Aula - São Lucas e São João

Expositor: Brasiliana

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 17/06/2013

Para Visualizar os Slides da aula clique aqui

 

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A Desforra é Perdoar

Psicólogos modernos sustentam que o ódio é uma necessidade, que tanto devemos amar como odiar.

Em alguns, mais ferozes na sua concepção da vida, chegam mesmo a afirmar que devemos odiar com o máximo de intensidade e externar o ódio para que ele não nos envenene.

O conceito do homem que essa psicologia nos apresenta é em si mesmo um grave sintoma de enfermidade mental.

A imagem desse homem animalesco decorre de uma visão mórbida da criatura humana esmagada pelos instintos animais.

Não obstante, a própria Psicanálise, imantada inicialmente ao conceito da libido, já desde Freud encontrou a válvula da sublimação.

É que avanços posteriores, ao lado de progressos notáveis da Psiquiatria e das pesquisas psicológicas em vários campos, confirmaram a teoria espírita dos instintos espirituais que orientam a nossa formação humana.

Querer extinguir o ódio com a prática da odiosidade é o mesmo que pretender apagar o fogo com gasolina.

O ódio gera o ódio.

Por isso, como Cornélio Pires ilustra nas suas quadras, o incêndio do ódio, que alimentarmos em nós e nos outros, terá de ser apagado pelos princípios da vida através da reencarnação.

O Evangelho do Cristo substitui a lei bíblica do olho por olho e dente por dente pela lei do amor ao próximo, incluindo no próximo os próprios inimigos.

Onde não existir a luz do perdão as reencarnações dolorosas se processarão em círculo vicioso.

Ficaremos presos à roda viva dos resgates penosos, por séculos e milênios, até aprendermos amar os inimigos.

O ódio é destruidor, é o ácido corrosivo da inferioridade espiritual.

O homem que odeia se animaliza, rebaixa-se ao nível das feras.

O amor é a força criadora que distingue o homem do bicho.

A desforra do homem inferior é a injúria, a agressão, a vingança, o assassinato.

A desforra do homem superior é o perdão.

Quando perdoamos, desarmamos o adversário, ajudamo-lo a fazer-se criatura humana, a ser gente.

Toda cultura humana se assenta no amor.

O ódio é a negação da cultura, o domínio da barbárie, como vemos diariamente no mundo do crime.

Só os loucos defendem e pregam o ódio, porque a mente desequilibrada semeia o desequilíbrio.

Xavier, Francisco Cândido e Pires, J.Herculano (Irmão Saulo). Da obra: Astronautas do Além. Ditado por Espíritos diversos

 

Palestras IECIM - Tema: Sonho

 

Tema: Sonho

Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo - Unidade Santana de Parnaíba

Data:  08/06/2013

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Paz e Vida

Todos estamos concordes, quanto ao imperativo de se colaborar na sustentação da paz.

A paz, no entanto, é uma construção quase sempre mais difícil que qualquer outra que se levante sobre estruturas materiais.

O próprio Jesus quando prometeu aos companheiros: “a minha paz vos dou”, não fez semelhante afirmativa senão depois do extremo sacrifício.

Se nos propomos a contribuir na preservação da harmonia, em nosso grupo doméstico ou social, aprendamos a compreender os outros, a fim de auxiliá-los, sempre que preciso, a se ajustarem ao esquema de equilíbrio, sobre o qual as leis da vida se executam.

Tantas vezes aspiramos a alcançar a paz, exigindo-a de pessoas que em muitas ocasiões, jazem às portas do desespero, aguardando algum gesto de simpatia, capaz de aliviá-las na tensão que as aflige.

Se queres serenidade nas criaturas queridas, procura envolvê-las em tua própria serenidade, porquanto a paz é um sentimento que se transmite, de coração para coração.

Às vezes, é indispensável renunciar à alegria própria, a fim de que se veja a alegria brilhar na face daqueles que nos compartilham a existência. Para isso, é necessário operar no câmbio da compreensão, pelo qual entregamos a outrem aquilo que careçamos receber.

Nesse sentido, freqüentemente, aqueles que te pareçam ferir, em verdade, muito te amam, entretanto, provisoriamente se inclinam para estradas e tarefas que se relacionam com eles e não contigo.

Se podes entender essa realidade, estás em condições de produzir a paz.

E chegados a esse ponto de nossas experiências, penetraremos esta profunda lição da vida que resumimos aqui em poucas palavras: “a paz que se dá é a paz que se tem”.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Janelas para a Vida. Ditado pelo Espírito Meimei.

 

IECIM Aula XVII-O nascimento e a morte da anti-matéria


Curso de exercício da mediunidade e vivência na exposição evangélica

Aula XVII-O nascimento e a morte da anti-matéria

Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 12/06/2013

Ps: Assista o documentário comentado na aula "Quem somos nós" no menu do site Filmes Espíritas.


 

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