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IECIM Aula: Os evangelhos e a pregação dos Apóstolos

Curso de aprofundamento do estudo e educação da mediunidade.

Aula: Os evangelhos e a pregação dos Apóstolos

Expositora: Brasiliana

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 27/05/2013

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AMIZADE E COMPREENSÃO

"Com leite vos criei, e não com manjar, porque ainda não podíeis, nem ainda agora podeis." - Paulo. (I CORÍNTIOS, 3:2.)

Muitos companheiros de luta exigem cooperadores esclarecidos para as tarefas que lhes dizem respeito, amigos valiosos que lhes  entendam os propósitos e valorizem os trabalhos, esquecidos de  que as afeições, tanto quanto as plantas, reclamam cultivo adequado.

Compreensão não se improvisa. É obra de tempo, colaboração,  harmonia.

O próprio Cristo, primeiramente, semeou o ideal divino no coração dos continuadores, antes de recolher-lhes o entendimento.  Sofreu-lhes as negações, tolerou-lhes as fraquezas e  desculpou-lhes as exigências para formar, por fim, o colégio  apostólico.

Nesse particular, Paulo de Tarso fornece-nos judiciosa lição, declarando aos Coríntios que os criara "com leite". Tão pequena afirmativa transborda sabedoria vastíssima. O apóstolo generoso, gigante no conhecimento e na fé viva, edificara os companheiros de sua missão evangélica em Corinto, não com o alimento complexo das teses difíceis, mas com os ensinamentos simples da verdade e as  puras demonstrações de amor em Cristo Jesus. Não lhes conquistara a confiança e a estima exibindo cultura ou impondo princípios, mas, sim, orando e servindo, trabalhando e amando.

Existe uma ciência de cultivar a amizade e construir o entendimento. Como acontece ao trigo, no campo espiritual do amor, não será possível colher sem semear.

Examina, pois, diariamente, a tua lavoura afetiva. Observa se  estás exigindo flores prematuras ou frutos antecipados. Não te esqueças da atenção, do adubo, do irrigador.

Coloca-te na posição da planta em jardim alheio e, reparando os cuidados que exiges, não desdenhes resgatar as tuas dívidas de amor para com os outros.

Imita o lavrador prudente e devotado, se desejas atingir a colheita de grandes e precisos resultados.

Do Livro “Vinha de Luz”, autoria de Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier. 14ª Ed., FEB, Rio de Janeiro. P. 127.

 

Palestra IECIM - Tema: Cura a Distância

Tema: Cura a Distância

Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Santana do Parnaíba

Data: 25/05/2013

 

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Plalestra IECIM - Tema: Fé

Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Tema:

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 24/05/2013

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MANEIRA DE ORAR

(Instruções dos Espíritos, do cap. XVII do Evangelho Segundo o Espiritismo)

22. O dever primordial de toda criatura humana, o primeiro ato que deve assina-lar a sua volta à vida ativa de cada dia, é a prece. Quase todos vós orais, mas quão poucos são os que sabem orar! Que importam ao Senhor as frases que maquinalmente articulais umas às outras, fazendo disso um hábito, um dever que cumpris e que vos pesa como qualquer dever?

A prece do cristão, do espírita, seja qual for o seu culto, deve ele dizê-la logo que o Espírito haja retomado o jugo da carne; deve elevar-se aos pés da Majestade Divina com humildade, com profundeza, num ímpeto de reconhecimento por todos os benefícios recebidos até àquele dia; pela noite transcorrida e durante a qual lhe foi permitido, ainda que sem consciência disso, ir ter com os seus amigos, com os seus guias, para haurir, no contato com eles, mais força e perseverança. Deve ela subir humilde aos pés do Senhor, para lhe recomendar a vossa fraqueza, para lhe suplicar amparo, indulgência e misericórdia. Deve ser profunda, porquanto é a vossa alma que tem de elevar-se para o Criador, de transfigurar-se, como Jesus no Tabor, a fim de lá chegar nívea e radiosa de esperança e de amor.

A vossa prece deve conter o pedido das graças de que necessitais, mas de que necessitais em realidade. Inútil, portanto, pedir ao Senhor que vos abrevie as provas, que vos dê alegrias e riquezas. Rogai-lhe que vos conceda os bens mais preciosos da paciência, da resignação e da fé. Não digais, como o fazem muitos: "Não vale a pena orar, porquanto Deus não me atende." Que é o que, na maioria dos casos, pedis a Deus? Já vos tendes lembrado de pedir-lhe a vossa melhoria moral? Oh! não; bem poucas vezes o tendes feito. O que preferentemente vos lembrais de pedir é o bom êxito para os vossos empreendimentos terrenos e haveis com frequência exclamado: "Deus não se ocupa conosco; se se ocupasse, não se verificariam tantas injustiças." Insensatos! Ingratos! Se descêsseis ao fundo da vossa consciência, quase sempre depararíeis, em vós mesmos, com o ponto de partida dos males de que vos queixais. Pedi, pois, antes de tudo, que vos possais melhorar e vereis que torrente de graças e de consolações se derramará sobre vós. (Cap. V, nº 4.)

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