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A história de um coração inchado – de amor e fé

Edmundo Luiz Leal venceu as adversidades e doenças ao acreditar na força do bem

Quem chega à unidade do IECIM Butantã para atendimento espiritual costuma encontrar, logo na entrada, um homem negro sorridente que cumprimenta a todos com satisfação e se mostra especialmente atencioso com os doentes. É ele que costuma providenciar uma cadeira para os mais velhos se sentarem, ou abrir espaço entre o público para que os pacientes em cadeiras de rodas possam ser atendidos prontamente. Se falta água para os visitantes, ele não pensa duas vezes em carregar nas costas um novo galão e suprir a necessidade com rapidez. Também faz parte do seu trabalho garantir um espaço na calçada, bem em frente à entrada do centro, para facilitar a chegada de quem tem dificuldades de locomoção.

O nome desse homem é Edmundo Luiz Leal, 56 anos, voluntário do IECIM desde 2005. Em março deste ano, essa história de dedicação e desprendimento esteve prestes a ser interrompida.

Edmundo, que trabalha como motorista e comprador de um restaurante nos Jardins, zona oeste de São Paulo, acordou na segunda-feira, 17 de março, com dores de cabeça. Foi fazer compras no Ceasa e a dor continuou, cada vez mais forte. Tomou comprimidos, que de nada adiantaram. À noite, durante uma festa de família, ficou retraído, com a cabeça latejando. A mulher, Adriana, insistiu em levá-lo ao hospital, mas ele achou que não era nada importante e voltaram para casa.

“20 de dor”

Edmundo amanheceu na terça, dia 18, sem ter dormido direito. Sentia fortes dores de cabeça do lado esquerdo. Como de costume, foi ao Ceasa fazer compras. Até que, ao voltar para o restaurante, avisou os colegas que estava indo para o hospital. A cabeça latejava de uma maneira cada vez mais intensa. “Eu mal conseguia ler as placas dos carros à minha frente, tudo embaralhava, sentia que a minha cabeça ia estourar”, lembra Edmundo.

No Hospital Bandeirantes, na Liberdade, zona central de São Paulo, o atendente perguntou, em uma escala de 1 a 10, o quão intensa era a dor. “Respondi que era 20”, diz Edmundo. Ele relatou que havia tomado vários comprimidos e que a dor não havia passado. A neurologista Sandra Cristina Mathias receitou uma injeção de Tramal, um analgésico opióide indicado para dores graves.

O remédio não fez efeito. “Era como se eu não tivesse tomado nada”, lembra o paciente. A cabeça seguia doendo ainda mais. Edmundo se submeteu a uma tomografia computadorizada. Ao receber o resultado do exame, a médica se deu conta que o paciente estava tendo um acidente vascular cerebral (AVC) e precisava ser internado imediatamente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. 

Edmundo ligou para Adriana, que entrou em pânico quando soube que ele iria ser internado. A ligação caiu e ela não conseguia falar de novo com o marido. Minutos mais tarde, ela soube que Edmundo estava prestes a entrar na UTI. Avisou os amigos do IECIM, começando pelo dirigente do centro, Laerson Cândido de Oliveira. 

48 horas

Apesar de receber os primeiros socorros e ser internado para tratamento intensivo, a dor de cabeça de Edmundo não passava. Ele se sentia tenso. “Tinha a impressão que, se fechasse os olhos, não acordaria mais”, afirma. Quando chegou ao hospital, Adriana foi logo procurar o médico responsável pelo caso, o neurologista Antônio Flávio Yunes Salles, que lhe informou que Edmundo tinha sofrido um AVC. “Ele me disse que as primeiras 48 horas eram fundamentais para a sobrevivência do Edmundo e para identificar as sequelas”, lembra Adriana, que ficou em choque. “Eu não acreditava que o meu marido tinha saído de casa com uma dor de cabeça e agora estava entre a vida e a morte”, afirma.

Mas a incredulidade atingiu mesmo foi o Dr. Yunes Salles. As 48 horas se passaram e nenhuma sequela foi identificada no paciente. “O médico me disse que, por muito menos do que aconteceu com o Edmundo, era para o meu marido estar torto, com a boca torta, puxando a perna, mas nada disso aconteceu”, disse Adriana.

Edmundo ficou ao todo sete dias internado, dois deles na UTI. Em casa, recebeu a visita do amigo Walter Onofre, do IECIM, que levou duas garrafas de água energizadas pelo plano espiritual, para o tratamento do paciente.

Túnica

De volta ao IECIM na semana seguinte, Edmundo se lembrou que na sexta-feira anterior ao derrame, ele havia sido atendido por um dos médicos mentores da casa. “Ele colocou a mão na minha nuca e ficou por cinco minutos naquela região, que engloba o cerebelo, justamente onde o sangue ficaria coagulado, dando origem ao AVC”, recorda. Para o voluntário do IECIM, ficou clara a intervenção anterior do plano espiritual para salvá-lo das sequelas e do desencarne.

Mas não foi apenas isso. Naquele primeiro atendimento no IECIM após o incidente, o Dr. Adolpho,um dos mentores espirituais da casa, disse a Edmundo que ele havia sido salvo por intervenção da sua mãe e da falecida esposa, Sara. Além disso, o plano espiritual avaliou os méritos do voluntário do IECIM e ponderou que se tratava de um homem que nunca visou o lucro. Pelo contrário: havia ficado inúmeras vezes na chuva, no sereno, no sol, ajudando os doentes e necessitados, sem buscar nada em troca. Por fim, Dr. Adolpho decretou: “O senhor não tem merecimento para passar para o nosso lado. A sua túnica ainda não está pronta”.

“É emocionante ouvir isso”, diz Edmundo, que prontamente voltou à ativa no IECIM.

Esse não foi o primeiro “milagre” na vida de Edmundo. Assim que ele chegou pela primeira vez ao IECIM, em 2004, procurava ajuda para o seu problema cardíaco. “Eu tenho o coração inchado e não é por Doença de Chagas, já fiz todos os exames”, disse. Ele sentiu uma alegria inexplicável ao chegar à casa espírita, como se já a conhecesse. Iniciou o tratamento e, um dia, sonhou com o Dr. William, um dos mentores espirituais da casa, ao lado da sua cama, perguntando o seu nome e se poderia operar o seu coração. Na vez seguinte em que compareceu ao IECIM, o sonho se tornou realidade: Dr. William perguntou a ele se poderia operar o seu coração, ao que Edmundo concordou.

Coração maia

Pouco depois da cirurgia cardíaca, o paciente enfrentou uma grave pneumonia e ficou internado. Por meio dos exames, soube que havia sofrido um infarto. E compreendeu a intervenção do plano espiritual: se ele não tivesse passado por aquela cirurgia, provavelmente não teria sobrevivido. 

No IECIM, por meio do dirigente Laerson, Edmundo descobriu muito mais sobre a sua vida atual e passada. “Soube que fui um guerreiro maia, que vivia na Guatemala”, lembra. “Eu ajudei a tirar o oração de uma virgem de 13 anos, em sacrifício ao deus do milho”, disse. Essa menina é, hoje, o próprio Laerson. Depois de todos esses acontecimentos, Edmundo afirma hoje que a sua fé é muito grande. “É inquebrantável”, resume. “Sou um homem muito feliz”, disse. Para ele, é reconfortante saber que teve merecimento na ajuda dispensada pelo plano espiritual. “Sempre fiz tudo com muito amor, com muito carinho. Se você trata bem um doente, sorri para ele, já levanta o ânimo dele e o seu também”.  Adriana se sente igualmente recompensada pelas graças obtidas pelo marido. “É muito bom saber que você não está sozinho. Que existe alguém olhando por você, por mais que você não seja perfeito – e eu estou muito longe de ser – tem alguém ali olhando por você e dizendo: vá em frente, tenha fé, acredite!”. Edmundo ainda recebeu um “bônus” adicional: conheceu a Adriana no IECIM. “A casa só trouxe ganhos à nossas vidas”, disse.

 

Palestras IECIM - Tema: Esquizofrenia




Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Tema: Esquizofrenia

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Santana do Parnaíba

Data: 26/10/2013

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O homem de bem

Em nome de Jesus, nosso meigo Mestre e Orientador, ouvimos de nossa parte o comentário santo sobre o homem de bem.

Quando nos referimos a qualquer componente de qualquer sociedade, perguntamos qual é o seu estado de alma, de espírito. Uns observam se os cofres estão cheios e dizem: ele está bem, muito bem, afinal.

Não pára para observar de que homem está falando e de que bem está falando. Muitas vezes os cofres cheios são frutos do roubo, da desonestidade, logo a classificação é indevida.

Se olharmos ao redor, encontraremos desespero, medo, frustrações e ambição cada vez maiores a escravizar a alma do referido.

Se perguntarmos sobre a saúde do corpo, desfrutando todas as atividades requisitadas, logo faremos a nossa opinião: está bem, olha como anda, como se comporta.

Mas se observarmos mais próximo, pode existir um corpo de saúde mas uma alma doente, cavando a doença para o dia de amanhã, ao corpo que goza de seu funcionamento pleno.

Mas ao observarmos um ser doente, subjugado ao leito, os que sofrem de privações, e se perguntar-mos como está, logo chegaremos à conclusão: fulano está muito mal. Mal porque os cofres estão vazios. Do nosso lado observamos que ele está muito bem por não adoecer para encher os seus cofres, por não roubar, por não ser desonesto.

O outro subjugado pela doença, aos olhos de muitos está mal, mas aos nossos olhos está bem, expurgando ao corpo as chagas da alma.

Queridos companheiros, que grande oportunidade temos nas mãos, corpos sadios, mentalidade sã, podemos estar reunidos retirando de nossos arquivos, enfraquecendo as ações que pagaríamos no futuro, em peso que nós não avaliamos, mas que com o Evangelho do Mestre, com a orientação segura, podemos dizer: estou bom, estou bem, estou em paz, porque não estou doente e trabalho para a minha saúde, para o meu bem estar, cada vez melhor.

Quando me importo com o outro, as forças de Deus se importam comigo.

Graças a Deus, que assim seja, graças a Deus.

Dr. Adolfo

Mensagem recebida em 05/06/2009, após o atendimento de cura à distância, através do médium Laerson Cândido de Oliveira

 

Na Sementeira do Amor



Ajuda sempre, filho meu.

Pensa no bem, exalta-lhe a grandeza e intensifica-lhe os dons na Terra.

A glória mais expressiva do perdão não reside tanto na superioridade daquele que o dispensa, mas sim na soma de benefícios gerais que virão depois dele, O mais alto valor do concurso fraterno não está contido no socorro às necessidades materiais de ordem imediata e, sim, no estimulo à confiança e à fraternidade.

Somente os espíritos em desequilíbrio extremo, fundamente cristalizados no mal, menosprezam as manifestações do bem.

Sei que é difícil julgar o destino de uma dádiva e, por vezes, teu pensamento se perde, inutilmente, em complicadas conjeturas.
Terei dado para o bem? terei dado para o mal ?“ — interrogas a ti mesmo.

Mas, se não deste quanto possuis, se apenas concedeste migalhas do tesouro que o Senhor te confiou, não poderás ajudar ao próximo, tranquilamente, em nome do mesmo generoso Senhor que tudo te emprestou no mundo, a título precário?

Claro que te não rogo favorecer o crime e a desordem visíveis ao nosso olhar. Entretanto, se te posso pedir alguma coisa, em tempo algum te negues à cooperação fraterna.

Não abandones o enfermo, receando aborrecimentos, e nem fujas ao irmão desditoso que caiu nas malhas da justiça, temendo dissabores.

Se tua bondade não for compreendida, aprende a esperar.

Não é mais cristão aquele que serve por amor de servir, sem qualquer expectativa de remuneração?

Não te esqueças de que o Mestre foi conduzido ao madeiro da angústia, por ajudar e amar sempre...

Erra, auxiliando.

Será melhor assim, porque todos estamos sob o olhar da Vigilância Divina.

O homem que ajuda por vaidade e ostentação, quase sempre, em pouco tempo, cria para si mesmo o hábito de auxiliar, atingindo sublimes virtudes.

Aquele, porém, que muito fiscaliza os beneficiados e raciocina com excesso quanto ao “dar” e ao “não dar” converte-se, não raro, em calculista da piedade, a 
endurecer o coração, por séculos numerosos.

Ouve! Estamos à frente do tempo infinito...

É imprescindível semear.

Não adubes o vício e o crime. Todavia, não olvides que é necessário plantar muito amor, para que o amor nos favoreça.

Neio Lúcio, Do livro: Alvorada Cristã, Médium: Francisco Cândido Xavie

 

O Grito de Cólera


Lembra-se do instante em que gritou fortemente, antes do almoço?

Por insignificante questão de vestuário, você pronunciou palavras feias em voz alta, desrespeitando a paz doméstica.

Ah! Meu filho, quantos males foram atraídos por seu gesto de cólera!...

A mamãe, muito aflita, correu para o interior, arrastando atenções de toda a casa. Voltou-lhe a dor de cabeça e o coração tornou a descompassar-se.

As duas irmãs, que cuidavam da refeição, dirigiram-se precipitadamente para o quarto, a fim de socorrê-la, e duas terças partes do almoço ficaram inutilizadas.

Em Razão das circunstâncias provocadas por sua irreflexão, o papai, muito contrariado, foi compelido a esperar mais tempo em casa, chegando ao serviço com grande atraso.

Seu chefe não estava disposto a tolerar-lhe a falta e recebeu-o com repreensão áspera.

Quem o visse, erecto e digno, a sofrer essa pena, em virtude da sua leviandade, sentiria compaixão, porque você não passa de um jovem necessitado de disciplina, e ele é um homem de bem, idoso e correto, que já venceu muitas tempestades para amparar a família e defendê-la. Humilhado, suportou as conseqüências de seu gesto impulsivo, por vários dias, observado na oficina qual se fora um menino vadio e imprudente.

Os resultados de sua gritaria foram, porém, mais vastos.

A mãezinha piorou e o médico foi chamado.

Medicamentos de alto preço, trazidos à pressa, impuseram vertiginosa subida às despesas, e o papai não conseguiu pagar todas as contas de armazém, farmácia e aluguel de casa.

Durante seis meses, toda a sua família lutou e solidarizou-se para recompor a harmonia quebrada, desastradamente, por sua ira infantil.

Cento e oitenta dias de preocupações e trabalhos árduos, sacrifícios e lágrimas! Tudo porque você, incapaz de compreender a cooperação alheia, se pôs a berrar, inconscientemente, recusando a roupa que lhe não agradava.

Pense na lição, meu filho, e não repita a experiência.

Todos estamos unidos, reciprocamente, através de laços que procedem dos desígnios divinos. Ninguém se reúne ao acaso. Forças superiores impelem-nos uns para os outros, de modo a aprendermos a ciência da felicidade, no amor e no respeito mútuos.

O golpe do machado derruba a árvore de vez. A ventania destrói um ninho de momento para o outro.

A ação impensada de um homem, todavia, é muito pior.

O grito de cólera é um raio mortífero, que penetra o círculo de pessoas em que foi pronunciado e aí se demora, indefinidamente, provocando moléstias, dificuldades e desgostos.

Por que não aprende a falar e a calar, a benefício de todos?

Ajude em vez de reclamar.

A cólera é força infernal que nos distancia da paz divina.

A própria guerra, que extermina milhões de criaturas, não é senão a ira venenosa de alguns homens que se alastra, por muito tempo, ameaçando o mundo inteiro.

Néio Lúcio, Médium: Chico Xavier

 

IECIM Aula XXXII-O primeiro estágio do psiquismo humano


Curso preparatório de exercício da mediunidade e vivência na exposição evangélica

Aula XXXII-O primeiro estágio do psiquismo humano

Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 23/10/2013

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Entre as Rotas do Mundo

Admira o trabalho do vento que desmancha a névoa a perambular no caminho...

Os raios caniculares do sol que alcatifam o horizonte, jorrando reverberações de ouro em chamas...

A leve poeira de pólem das flores que se eleva a dançar pelos ares fertilizando a campina em ondas de encantamento...

A brisa cantora, amansando as vagas espumosas e multicores no escachoar das catadupas, em sons dispersos...

O perfume que habita o seio da rosa ou que denuncia o fruto amadurecido...

As línguas de fogo que lambem o lixo informe, ao rufar das labaredas, em largo cortejo de esplendores...

A poalha de grânulos cintilantes da imensidade recheada de astros...

Em tudo isso, - criações que te não podem passar desapercebidas – há uma idéia básica que plasma, um pendor de bondade que provê, um toque de beleza que ameniza... Tudo isso fala em amor, amor de Deus, - o Princípio da Caridade em todos os idiomas...

Quanto recebes da vida sem dependeres um só ceitil!

Tais espetáculos a Natureza oferece pelo contentamento maternal de ver-te feliz em seus dons inefáveis.

É o bem pelo próprio bem que Deus nos endereça.

É o bem, que se faz por simples prazer.

O Sol, o vento ou a água nada reclama.

Ensinam-nos a amar sem nada pedir; a amar sempre sem exigir cousa alguma.

Segue assim a Celeste Orientação entre as rotas do mundo.

Atende a todas as escudelas de pedintes, por onde passes, mas não te satisfaças apenas, com isso; o irmão comum é nosso próprio familiar.

Deixa que a emoção te tanja as fibras da alma em mil tonalidades de carinho, diante da eloqüência de um sorriso infantil, da aflição de uma lágrima da velhice, da impetuosidade ou da incerteza de um olhar da juventude...

O exemplo é o mais poderoso imã do espírito.

A necessidade marcha em rodízio de vida em vida, de destino em destino.

O dinheiro e as posses do corpo, ao fim da viagem terrestre, são sempre quais punhados de lama e pó que tentamos reter debalde e que nos escapam, inapelavelmente, por entre os próprios dedos.

Aconchega em teu coração, os arroubos de fazer o bem pelo prazer que o bem te proporciona com a única idéia preconcebida; a de criar alegria para as criaturas de Deus e dar aos que te rodeiam pelo menos leve parcela de amor do Amor Infinito que Deus nos dá.

Maria Celeste, Do livro: Ideal Espírita, Médium: Francisco Cândido Xavier

 

Palestras IECIM - Tema: Apelo da Migalha


Tema: Apelo da Migalha

Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 22/10/2013

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Palestras IECIM - Tema: Capítulo X-Bem aventurados os misericordiosos


Palestra sobre o Evangelho segundo o Espiritismo

Tema: Capítulo X-Bem aventurados os misericordiosos

Expositor: Romildo Xavier

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 22/10/2013

Para aprofundar no estudo clique e leia o Livro: O Evangelho segundo o Espiritismo

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