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Escuta

Se não consegues usar a paciência, por te encontrares sob os constrangimentos de uma enfermidade qualquer, a inconformação apenas te agravará a luta orgânica, prejudicando-te o tratamento.

Se perdas de recursos materiais te dilapidaram as reservas econômicas e te afastas do trabalho, a fim de protestar contra o mundo, isso te colocará sob entraves maiores.

Se te revoltas ante a doença em pessoa querida, essa atitude ampliará o mal-estar na criatura enferma a quem te dedicas.

Se te rebelas contra o amigo que não mais te abraça os pontos de vista, semelhante comportamento te fixará no azedume sem razão de ser.

Se não aceitas as condições de trabalho a que a vida te destina e te negas à precisa renovação, nada mais obterás além do desapontamento no desemprego.

Se não conservas a calma necessária, diante de ofensas e críticas, entrarás inevitavelmente nas grades da desesperação.

A paciência é a escora da paz em todas as crises e provações nas quais te vejas. Trocá-la por reclamação e cólera, descontentamento e intolerância, será sempre deixar a pequena dificuldade em que te encontras para cair na pior.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Espera Servindo. Ditado pelo Espírito Emmanuel.

 

IECIM Aula - São Lucas e São João

 

Curso de aprofundamento do estudo e educação da mediunidade

Aula - São Lucas e São João

Expositor: Brasiliana

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 17/06/2013

Para Visualizar os Slides da aula clique aqui

 

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A Desforra é Perdoar

Psicólogos modernos sustentam que o ódio é uma necessidade, que tanto devemos amar como odiar.

Em alguns, mais ferozes na sua concepção da vida, chegam mesmo a afirmar que devemos odiar com o máximo de intensidade e externar o ódio para que ele não nos envenene.

O conceito do homem que essa psicologia nos apresenta é em si mesmo um grave sintoma de enfermidade mental.

A imagem desse homem animalesco decorre de uma visão mórbida da criatura humana esmagada pelos instintos animais.

Não obstante, a própria Psicanálise, imantada inicialmente ao conceito da libido, já desde Freud encontrou a válvula da sublimação.

É que avanços posteriores, ao lado de progressos notáveis da Psiquiatria e das pesquisas psicológicas em vários campos, confirmaram a teoria espírita dos instintos espirituais que orientam a nossa formação humana.

Querer extinguir o ódio com a prática da odiosidade é o mesmo que pretender apagar o fogo com gasolina.

O ódio gera o ódio.

Por isso, como Cornélio Pires ilustra nas suas quadras, o incêndio do ódio, que alimentarmos em nós e nos outros, terá de ser apagado pelos princípios da vida através da reencarnação.

O Evangelho do Cristo substitui a lei bíblica do olho por olho e dente por dente pela lei do amor ao próximo, incluindo no próximo os próprios inimigos.

Onde não existir a luz do perdão as reencarnações dolorosas se processarão em círculo vicioso.

Ficaremos presos à roda viva dos resgates penosos, por séculos e milênios, até aprendermos amar os inimigos.

O ódio é destruidor, é o ácido corrosivo da inferioridade espiritual.

O homem que odeia se animaliza, rebaixa-se ao nível das feras.

O amor é a força criadora que distingue o homem do bicho.

A desforra do homem inferior é a injúria, a agressão, a vingança, o assassinato.

A desforra do homem superior é o perdão.

Quando perdoamos, desarmamos o adversário, ajudamo-lo a fazer-se criatura humana, a ser gente.

Toda cultura humana se assenta no amor.

O ódio é a negação da cultura, o domínio da barbárie, como vemos diariamente no mundo do crime.

Só os loucos defendem e pregam o ódio, porque a mente desequilibrada semeia o desequilíbrio.

Xavier, Francisco Cândido e Pires, J.Herculano (Irmão Saulo). Da obra: Astronautas do Além. Ditado por Espíritos diversos

 

Palestras IECIM - Tema: Sonho

 

Tema: Sonho

Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo - Unidade Santana de Parnaíba

Data:  08/06/2013

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Paz e Vida

Todos estamos concordes, quanto ao imperativo de se colaborar na sustentação da paz.

A paz, no entanto, é uma construção quase sempre mais difícil que qualquer outra que se levante sobre estruturas materiais.

O próprio Jesus quando prometeu aos companheiros: “a minha paz vos dou”, não fez semelhante afirmativa senão depois do extremo sacrifício.

Se nos propomos a contribuir na preservação da harmonia, em nosso grupo doméstico ou social, aprendamos a compreender os outros, a fim de auxiliá-los, sempre que preciso, a se ajustarem ao esquema de equilíbrio, sobre o qual as leis da vida se executam.

Tantas vezes aspiramos a alcançar a paz, exigindo-a de pessoas que em muitas ocasiões, jazem às portas do desespero, aguardando algum gesto de simpatia, capaz de aliviá-las na tensão que as aflige.

Se queres serenidade nas criaturas queridas, procura envolvê-las em tua própria serenidade, porquanto a paz é um sentimento que se transmite, de coração para coração.

Às vezes, é indispensável renunciar à alegria própria, a fim de que se veja a alegria brilhar na face daqueles que nos compartilham a existência. Para isso, é necessário operar no câmbio da compreensão, pelo qual entregamos a outrem aquilo que careçamos receber.

Nesse sentido, freqüentemente, aqueles que te pareçam ferir, em verdade, muito te amam, entretanto, provisoriamente se inclinam para estradas e tarefas que se relacionam com eles e não contigo.

Se podes entender essa realidade, estás em condições de produzir a paz.

E chegados a esse ponto de nossas experiências, penetraremos esta profunda lição da vida que resumimos aqui em poucas palavras: “a paz que se dá é a paz que se tem”.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Janelas para a Vida. Ditado pelo Espírito Meimei.

 

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