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Palestras Iecim.org - Tema: LAÇOS DE FAMÍLIA



Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade #Butantã

Data: 20/07/2018 às 20h  (Hora de Brasília)

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Caso Clínico - Uma família unida pela intuição

Como os Lima enfrentaram o mal súbito de um dos irmãos e não perderam a esperança de cura

No início de dezembro do ano passado, em meio aos preparativos para as festas de fim de ano, a família Lima enfrentou momentos difíceis. Em Montes Claros, cidade ao norte de Minas Gerais, Adair Cardoso de Lima, de 65 anos, descansava sozinho em casa quando se sentiu mal e desmaiou. Pai de duas filhas já casadas, Adair, fiscal aposentado da Receita Federal, morava só: estava temporariamente separado da mulher, que passava por um tratamento contra depressão.

Durante a semana, ele contava apenas com a companhia de uma sobrinha que veio da roça, Camila, responsável pelos afazeres domésticos. Mesmo sendo sábado o seu dia de folga, Camila começou a pensar que o tio poderia precisar dela. Ligou para perguntar se ele gostaria que ela preparasse o almoço. Como ninguém atendeu, ela decidiu ir até a casa, da qual tinha a chave. Qual não foi seu susto ao encontrar o tio desmaiado no quarto. Inexperiente, ela não sabia o que fazer e começou a chorar.

Ao mesmo tempo, Selma, uma das irmãs de Adair, moradora de Salinas, a 223 quilômetros de Montes Claros, lembrou-se repentinamente do irmão. Trata-se de uma família grande, de nove irmãos, com quase 60 sobrinhos. Selma e Adair não se falavam com tanta frequência, mas ela sentiu vontade de ligar para ele naquele momento. Foi quando Camila, que já tinha chegado e estava em pânico, atendeu ao telefone. Mesmo preocupada com a situação, Selma procurou manter a calma e orientou Camila a chamar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Vibrações

Horas depois, quando Selma chegou a Montes Claros, o irmão já tinha sido internado. Mas um novo problema surgiu: não havia médico neurologista de plantão naquele fim de semana. Estava difícil localizar um especialista para atender naquele hospital. “A situação foi ficando desesperadora, era como se todos os caminhos estivessem fechados”, lembra Elenice de Lima Bonfim, irmã de Adair e voluntária no IECIM do Butantã.

Em São Paulo, Elenice procurou mentalizar o irmão e lhe transmitir as suas melhores vibrações. Foi até o IECIM em pensamento e pediu socorro aos mentores espirituais da casa, em especial ao Dr. Adolpho. “Meu irmão podia entrar em coma a qualquer momento”, diz. Antes disso, porém, entrou em contato com a colaboradora do IECIM, Sônia Pegas, a quem relatou o caso e pediu orações.

Uma hora depois de iniciar as vibrações, o telefone de Elenice tocou. Era a irmã, Selma, dizendo que um ótimo neurologista havia sido localizado para atender Adair. “Eu já sabia que ele estava bem”, lembra Elenice. “Quando terminei minhas vibrações, toda aquela ansiedade, aquela aflição, acabou tudo. Eu tirei um peso de mim”.

Coágulo

Selma confirmou as sensações positivas da irmã. Afirmou que Adair, que havia acordado e dito coisas sem nexo nos primeiros momentos, conseguiu mais tarde reconhecer Selma, sentar-se na cama e abraçála. “Ele disse para Selma: ‘Deixa eu dar um abraço na minha irmã, que é muito especial’”, diz Elenice.

A cirurgia havia sido marcada para as 7 horas da manhã seguinte. Por meio de exames de tomografia, foi diagnosticado que Adair tinha um hematoma subdural crônico bilateral. Existem três membranas que cobrem o cérebro e a medula espinhal – são as meninges. O espaço entre as duas membranas exteriores é chamado de espaço subdural. Se uma veia no espaço subdural está rasgada, esse sangue escapa e pode causar um coágulo sanguíneo. Esse coágulo é chamado de hematoma subdural. À medida que esse coágulo pressiona o cérebro, pode provocar sintomas como dores de cabeça e confusão, os mesmos observados em Adair.

Em idosos, o problema geralmente se desenvolve após traumatismo craniano leve – uma queda, por exemplo. No caso de Adair, foi detectado que o coágulo era antigo, tinha começado a se formar há seis meses, no mínimo. Tanto que o paciente nem se lembrava de qualquer queda. Segundo estudos, em 20% dos casos, o hematoma subdural crônico acontece nos dois lados do cérebro (bilateral), o que leva a um quadro clínico mais grave, com alteração importante da consciência e coma, como ocorreu com Adair. No paciente, outro coágulo pressionava o nervo ótico, o que levou a pálpebra direita a escurecer e se fechar.

34 minutos

A cirurgia de Adair estava prevista para durar quatro horas. “Mas demorou apenas 34 minutos”, conta Elenice. “O próprio médico não acreditou que tivesse feito àquela cirurgia, pois nunca tinha feito uma intervenção tão rápida e tão bem-sucedida”, afirma. Segundo Elenice, o coágulo estava praticamente vazio. “Ele não sabia para onde tinha ido o sangue que ele havia visto nos exames”, diz.

Adair ficou apenas um dia na UTI e dois no hospital. “Ele voltou ótimo para casa, sem nenhuma sequela”, diz Elenice. Pelo contrário: deixou na mesa de cirurgia também a hipermetropia (dificuldade para enxergar de perto). Resultado: não usa mais óculos. Está fazendo acompanhamento clínico e vai se submeter a uma nova tomografia, mas não apresenta nenhuma sequela, algo raro em se tratando de casos como esse.

“É maravilhoso”, conta Elenice. Eu agradeci muito, muito, muito a Jesus! “Sem a espiritualidade, eu acredito que tudo se tornaria muito pior”, diz Elenice, que também acredita no merecimento do irmão. “É um homem muito bom, que ajuda todo mundo”.

Adair se tornou espírita há muito anos, depois de tomar um grande susto no trabalho. No início da carreira como fiscal da Receita Federal, Adair subiu em um caminhão para inspecionar a carga. Recebeu um tiro do motorista. “Ele quase perdeu a vida nesse momento”, lembra Elenice. Depois disso, buscou no Espiritismo as respostas para todas as suas dúvidas.

 

Palestras Iecim.org - Tema: PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS



Palestra sobre O Livro dos Espíritos

LIVRO II, CAPÍTULO IV DO L.E.

Tema: PLURALIDADE DAS EXISTÊNCIAS

DA REENCARNAÇÃO, JUSTIÇA DA REENCARNAÇÃO, ENCARAÇÃO NOS DIFERENTES MUNDOS, TRANSMGRAÇÃO PROGRESSIVA, SORTE DAS CRIANÇAS APÓS  A MORTE, SEXO NOS ESPÍRITOS, PARENESCO E FILIAÇÃO, SEMELHANÇAS FÍSICAS E MORAIS, IDEIAS INATAS

Expositor(a): Cláudia Pires Rea

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade #Butantã

Data: 17/07/2018 às 20h  (Hora de Brasília)

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Iecim.org Aula 21 - O Julgamento de Jesus e o Pentecostes



CURSO DE ESTUDO DO EVANGELHO E DA MEDIUNIDADE DO I.E.CI.M.

Aula 21 - O Julgamento de Jesus e o Pentecostes

Expositor(a): Sônia Pegas

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade #Butantã

Data: 16/07/2018 às 20h  (Hora de Brasília)

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Evangelho e Vida

No mundo de hoje, há boa vida e há vida boa.

Boa vida é bem-estar.
Vida boa é estar bem.

Por isso temos criaturas de boa vida e criaturas de vida boa.
As primeiras servem a si mesmas.
As segundas respiram no auxílio incessante aos outros.

A boa vida tem rastros de sombra.
A vida boa apresenta marcas de luz.

A desordem favorece a boa vida.
A ordem garante a vida boa.

Palavra enfeitada costuma escorar boa vida.
Bom exemplo assegura vida boa.

Preguiça mora na boa vida.
Trabalho brilha na vida boa.

Ignorância escurece a boa vida.
Educação ilumina a vida boa.

Egoísmo alimenta a boa vida.
Caridade enriquece a vida boa.

Indisciplina é o objetivo da boa vida.
Disciplina é o roteiro da vida boa.

Vejamos as lições do Evangelho.

Madalena, obsidiada, perdera-se nos enganos da boa vida, mas, encontrou em nosso Divino Mestre a necessária orientação para a vida boa.

Zaqueu, afortunado, apegara-se em demasia às posses efêmeras da boa vida, entretanto, ao contato de Nosso Senhor, aprendeu como situar os próprios bens na direção da vida boa.

Judas, o discípulo invigilante, procurando a boa vida, entregou-se à deserção, e sentindo extrema dificuldade de voltar à vida boa, foi colhido pela loucura.

Simão Pedro, o apóstolo receoso tentado conservar a boa vida, instintivamente, negou o Divino Amigo por três vezes numa só noite, entretanto, regressando, prudente, à vida boa, abraçou o sacrifício pela própria ascensão, desde o dia do Pentecostes.

Pilatos, o juiz dúbio, interessado em desfrutar boa vida, lavou as mãos quanto ao destino do Excelso Benfeitor, adquirindo o arrependimento e o remorso que o distanciaram da vida boa.

Todos os que crucificaram Jesus pretendiam guardar-se nas ilusões da boa vida, no entanto, o Senhor preferiu morrer na cruz da extrema renúncia para ensinar-nos o caminho da vida boa.

Como é fácil observar, nas estradas terrestres, há muita gente de boa vida e pouca gente de vida boa, porque a boa vida obscurece a alma e a vida boa mantém a consciência acordada para o desempenho das próprias obrigações.

Estejamos alerta quanto à posição que escolhemos, porquanto, pelo tipo de nossa experiência diária, sabemos com segurança em que espécie de vida seguimos nós.

Scheilla, do Livro Comandos do Amor (extrato) - Ed. IDE, Médium Chico Xavier

 

Palestras Iecim.org - Tema: Família



Tema: Família

Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade #SantanadeParnaíba

Data: 14/07/2018 às 10h  (Hora de Brasília)

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Palestras Iecim.org - Tema: A Nova Medicina



Expositor: Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade #Butantã

Data: 13/07/2018 às 20h  (Hora de Brasília)


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Prova de fé - Caso Clínico


Ninguém acreditava que a pequena Maria Augusta iria sobreviver e ser saudável

Era final de agosto de 2010 quando a enfermeira Cleide Amorim chegou para mais uma tarde de trabalho no Centro Cirúrgico da Universidade de Campinas (Unicamp). Uma colega brincou com ela: “A sua filha está aí”. Cleide pensou nas duas filhas – Marcela, de 15 anos, e Leila, de 11. Mas a amiga se referia à Maria Augusta, a bebê de oito meses que seria submetida a um procedimento no centro cirúrgico. A menina se parecia com Cleide – branquinha, o queixo pronunciado trazia um furinho no meio –, daí o comentário da amiga.

Curiosa, Cleide leu a ficha da menina: Maria Augusta herdou o vírus da AIDS da mãe, uma profissional do sexo e usuária de crack, que abandonou a filha ainda na maternidade. Assim que nasceu, a menina recebeu a vacina BCG, contra a tuberculose. Mas, por ser imunodeficiente, a vacina que deveria protegê-la da doença acabou desenvolvendo o mal. Ao tratar a tuberculose junto com o HIV, ela desenvolveu a hepatite.

Com apenas oito meses, Maria Augusta colecionava problemas: além do HIV, a menina nasceu com o citomegalovírus (CMV), capaz de causar danos terríveis em um serzinho imunodeprimido, como cegueira, deformação do cérebro e hidrocefalia. Naquele momento, Maria Augusta estava com uma infecção urinária e com pneumonia. O seu pulmão estava cheio de nódulos. Descobriu-se também que a menina tinha uma fístula ligando o intestino à vagina.

Só três meses

Assim que terminou a leitura, Cleide pensou: “Ela é minha”. Estava decidida a adotar a menina, mesmo sem conhecê-la. Maria Augusta seria submetida a um procedimento no centro cirúrgico, onde Cleide fez questão de avisar o médico responsável: “Capriche aí, porque vou ficar com ela”. O médico procurou alertá-la sobre todos os problemas da menina, que poderia não sobreviver por mais de três meses. Cleide, de pronto, respondeu: “Não importa. Serão os três melhores meses da vida dela”. Quando Cleide finalmente conheceu a menina, se enterneceu. “Ela estava em uma maca enorme, enrolada em um cobertor de adulto, com a cabecinha raspada, a pele de doente, cheia de soro e com a carinha mais indefesa do mundo”, lembra a enfermeira. “Era bem magrelinha, mas linda”. O marido Edson, as filhas, e até o filho mais velho, Ricardo, que mora em São Paulo, apoiaram a decisão de adotála. Mas houve quem perguntasse se Cleide teria realmente coragem de ficar com uma menina tão doente, que poderia deixála deprimida quando morresse.

Cleide, que já estava na fila de adoção antes mesmo de conhecer Maria Augusta, procurou uma assistente social no Conselho Tutelar e pediu a guarda da menina. A assistente a aconselhou a ficar com a criança na condição de família cuidadora, já que não se sabia se ela teria chance de cura.

Cura à distância

Quando a levou para casa, em outubro, Maria Augusta exigia realmente muita atenção. Era preciso ir todos os dias com a menina no hospital, para quimioterapia (tratamento de doenças por substâncias químicas) e para a fisioterapia motora. Maria Augusta não mexia o quadril e havia a desconfiança de que ela tivesse uma lesão na coluna, causada pelo HIV.

Em novembro, Cleide decidiu levar a menina ao IECIM, onde a sua mãe já havia sido tratada com sucesso de um problema no joelho. Ao procurar o atendimento na sexta-feira, começou a falar das doenças da filha e o médico espiritual logo respondeu: “Eu já sei”. Atendeu a menina com passes e pediu a cura à distância, já que a família morava em Campinas. Cleide deu início na terça-feira seguinte ao tratamento: preparou Maria Augusta com uma roupa branca, a colocou para dormir mais cedo, às 20h, e ficou em prece.

Com apenas duas semanas de cura à distância, Cleide sentiu reação imediata na filha. “A Maria chegou em casa com quase nove meses, sem dente, sem cabelo, não sentava, não virava o quadril, só o tronco. Depois do tratamento espiritual, ela começou a sentar, interagir com o espaço, estava mais esperta”.

Carga viral zero

Mas a grande prova de que o tratamento espiritual estava surtindo efeito veio nos exames para medir a carga viral da menina. Antes do IECIM, a carga viral era de 50 milhões de vírus por lâmina.

“Depois do tratamento no IECIM, o resultado deu 83 vírus por lâmina”, diz Cleide. A imunologista que cuidava de Maria Augusta, Dra. Renata, estranhou e pediu para repetir o exame dias depois. O resultado veio ainda mais certeiro: zero de carga viral.

“A pneumonia, a tuberculose e a hepatite tinham sido curadas e a fístula, que ligava o intestino à vagina, havia fechado, o que dispensou a necessidade de cirurgia”, diz Cleide. Para a Dra. Renata, o caso de Maria Augusta ficou conhecido como “o milagre Unicamp 2010”.

“Havia um grande risco de a medicação não fazer efeito, pelo fato de a Maria Augusta ter vários problemas em apenas alguns meses de vida”, diz Cleide. Segundo ela, não existia no Brasil caso de criança recém-nascida com tuberculose, tanto que a menina precisou seguir um tratamento aplicado em Moçambique.

Hoje, Maria Augusta toma apenas três remédios por dia, nenhum deles injetável, não precisa mais ir ao hospital ou fazer fisioterapia. Anda normalmente e é alegre. Para Cleide, de 42 anos, espírita desde os 15, a experiência da filha é a prova de que Deus existe.

“É uma energia maravilhosa que nos envolve e nos coloca as pessoas certas nas horas certas”, afirma. “Foi o que aconteceu quando eu encontrei o Laerson. Sem o IECIM, não sei se a gente teria tido sucesso”.


Daniele Madureira



 

Palestras Iecim.org - Tema: Bem aventurados os puros de coração



Palestra sobre o Evangelho segundo o Espiritismo

CAPÍTULO VIII DO E.S.E.

Tema: Bem aventurados os puros de coração

Expositor(a): IVAN FIRMINO

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade #Butantã

Data: 10/07/2018 às 20h  (Hora de Brasília)

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