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DEPOIMENTO DOS ASSISTIDOS

 


Uma Fé Teimosa
A saga de Dona Lulu para se livrar de dois cânceres e de hérnia
Dona Lulu apertou com força o papel que trazia na mão direita naquela noite de janeiro de 2005. Faltavam alguns instantes para que ela entrasse na sala de cirurgia do Hospital A. C. Camargo – um dos principais centros de diagnóstico, tratamento, ensino e pesquisa sobre o câncer na América Latina. Era a sua segunda operação contra um câncer, desta vez bem mais complexa do que a primeira, realizada cinco anos antes, no mesmo A. C. Camargo, quando a doença tomou conta do útero, que precisou ser extraído. Agora, o câncer que teve origem no ânus já criara metástase, avançando sobre um pedaço do intestino. Dr. Vicente, médico urologista, não usara meias palavras para alertá-la sobre a gravidade da intervenção: aos 58 anos, já tendo enfrentado um câncer apenas três anos antes, era possível que ela nem saísse da mesa de operação. Por isso Dona Lulu – o apelido carinhoso assumido por Jacinta Antônia do Nascimento, que não gosta do seu nome de batismo – apertava com fé o papelzinho. A ponto de nem concordar em relaxar o braço no momento de receber a anestesia. “Eu disfarcei, dizendo que estava nervosa e que não queria abrir a mão”, lembra Dona Lulu que, na verdade, escondia do habitual ceticismo médico o nome dos dois especialistas do mundo espiritual a quem confiava a sua saúde. “Escrevi o nome do Dr. William e do Dr. Napoleão, do IECIM, e pedia a eles, em pensamento, que não deixassem nada de ruim acontecer comigo”, diz Dona Lulu. “Eu acreditei que as mãos dos dois ficariam na frente da mão do médico e que quem iria me operar, na verdade, eram eles e não o Dr. Vicente”, lembra.
Bolsinha
Pois nem o Dr. Vicente acreditou no resultado da operação. “Ele falou que correu tudo tão bem, a cirurgia tinha sido tão bem sucedida que eu nem iria precisar usar aquela bolsinha durante um ano”, afirma Dona Lulu, que ao mesmo tempo pensou: “Mal sabe você, doutor, que foram outros que me operaram”, conta, divertida. A bolsinha a que ela se refere é adotada quando o médico realiza uma “colostomia de proteção”, ou seja, promove a exteriorização do intestino grosso na parede abdominal. Dessa forma, as fezes são coletadas em uma pequena bolsa fixada na pele do paciente. Para se acostumar a essa ideia, Dona Lulu precisou passar por uma psicóloga e uma assistente social do hospital, que procuraram prepará-la a respeito da nova condição.
Mas, no final das contas, nada disso se mostrou necessário. Dona Lulu usou a tal bolsa apenas durante oito dias, o período em que ficou internada. “Eu mesma tirei a bolsa e a deixei no banheiro”, conta ela, que confiava no Dr. Napoleão, do IECIM, para livrá-la daquele incômodo.
Para o hospital, imediatamente
A descoberta de câncer no reto havia sido um grande baque para Dona Lulu, hoje com 63 anos. Ciosa da própria saúde, ela fazia exames periódicos no Hospital Pérola Byington – centro de referência em saúde da mulher, localizado na região central da capital paulista. Foi por meio desses exames que descobriu, em 2002, o câncer no útero. Empregada doméstica, contou para a sua patroa, Sônia Neves Pega, que estava com a doença. Voluntária no IECIM, Sônia a encaminhou para atendimento no centro espírita, onde o Dr. Napoleão disse que iria tratar Dona Lulu, mas que o seu caso era de hospital “imediatamente”. Sônia mais uma vez intercedeu e encaminhou a paciente para tratamento no A. C. Camargo.
“O Dr. Pablo, ginecologista que me atendeu na época, falou que era preciso retirar uma parte do útero, mas eu disse logo: ‘Pode tirar tudo, não preciso mais disso’”, lembra a decidida paciente, que teve uma única filha, Sueli, morta em 2003, quanto tinha 35 anos, vítima de acidente de moto. Hoje, Dona Lulu mora com os dois netos e um bisneto, Cauã, em Guaianazes, zona leste de São Paulo.
Sangue
O que tirou mesmo o sono dessa cearense de Brejo do Santo foi a descoberta de câncer no reto. “Eu estava tão tranqüila depois de ter me curado do câncer no útero, que nem me lembrava mais de hospital”, diz Dona Lulu, que então relaxou nos exames de rotina. O sangramento que passou a verificar na evacuação foi interpretado como consequência do ressecamento das fezes, ao que não deu muita importância. “Mas o pessoal do (hospital) A. C. Camargo me ligou, dizendo que eu precisava voltar a fazer os meus exames de rotina, que é comum em ex-pacientes com câncer”, lembra. Foi quando Dona Lulu comentou sobre as fezes no sangue e passou por consulta com um urologista. Depois de fazer o exame de biópsia, foi constatado câncer no reto.
“Eu fiquei desesperada, porque desde o começo soube que era uma cirurgia arriscada”, conta. Como o câncer já estava avançado, era preciso tirar todo o intestino fora e cortar o equivalente a um palmo, diz Dona Lulu. Daí a necessidade de usar a tal “bolsinha” por pelo menos um ano, para permitir a cicatrização do reto. Em sessão no IECIM, mais uma vez ela foi orientada a buscar tratamento com os médicos da Terra, ao mesmo tempo em que seria atendida espiritualmente.
Caso para a faculdade
Com o resultado surpreendente da operação, Dona Lulu se tornou alvo da curiosidade científica. Quando ela estava internada, os médicos passavam com estudantes residentes de Medicina pelo seu quarto, comentando o caso. O próprio Hospital A. C. Camargo pediu autorização à Dona Lulu para usar o seu caso como referência no estudo do câncer de reto. “Pode usar, nem quero lembrar que isso existiu”, disse.
Há cerca de seis meses, novo susto para Dona Lulu: uma hérnia inguinal, formada na parede abdominal, na região da virilha. Mais uma vez, exames de rotina no A. C. Camargo detectaram o problema. O clínico geral que a atendeu, Dr. Alex, foi taxativo: era preciso operar, porque havia casos de hérnia que poderiam levar a óbito. “Mas eu pus na minha cabeça que não iria para a mesa de cirurgia de novo, três operações jamais!”, lembra Dona Lulu. Voltou a se tratar no IECIM. Depois de quatro semanas de atendimento no centro, percebeu que a hérnia havia desaparecido. Realizou novo exame para constatar e nenhum problema foi verificado.  Fez questão de voltar ao médico do A. C. Camargo, que claramente duvidou do diagnóstico. “A senhora já passou por cirurgia?”, questionou o clínico geral, ao que Dona Lulu respondeu negativamente. “Ué, tinha uma hérnia aqui e agora não tem mais!”, comentou Dr. Alex, incrédulo. Simples e direta, Dona Lulu apenas respondeu: “Eu creio em Jesus!”.

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