Home Depoimentos

Caso Clínico

UM RELATO DE CURA À DISTÂNCIA

Laurinda Martins Lopes ainda se lembra da reação imediata que teve à primeira noite de tratamento à distância, depois de ser encaminhada ao IECIM, oito meses atrás. “Eu fui dormir arriada aquele domingo à noite, minha filha, estava muito ruim, sentia canseira e ficava gripada toda semana”, diz a mineira de Manhuaçu, 76 anos, que não tinha familiaridade com a doutrina espírita, mas confiou nas  suas filhas – Maria da Penha e Stela – que conheciam o centro. “Eu fui dormir do jeito que a Stela falou: deitada numa cama branquinha, com água por perto”, diz ela. No dia seguinte, amanheceu  diferente. “Fiquei a mil! Levantei, fiz o café, limpei a casa, como eu não fazia há muito tempo”, diz Dona Laurinda, que mora em Peruíbe (SP) com a filha Stela.

Biópsia

Essa resposta imediata do corpo era o que ela precisava para lutar contra uma doença que não aceitara desde o primeiro momento em que a ouviu, no consultório da pneumologista, em São Paulo:  câncer de pulmão. Para um médico, talvez o diagnóstico não fosse exatamente uma surpresa, uma vez que se tratava de uma fumante com, pelo menos, 50 anos de vício. Mas Dona Laurinda estava longe de se conformar com a ideia. “Minha filha Penha me levou ao Hospital São Paulo e tiraram chapa. Lá eu vi um nódulo embaixo da minha costela, perto do pulmão. Depois fizeram biópsia, tiraram  um pedaço das minhas costas”, lembra. “Disseram que era câncer, mas eu não acreditava de jeito nenhum”.

No fundo, Dona Laurinda achava injusto que uma mulher como ela, que já havia passado por diferentes revezes na vida – da traição conjugal à morte de um dos filhos, além de perdas financeiras que  geraram impacto violento no seu padrão de vida – pudesse enfrentar um novo problema dessa ordem. Até então, pensava, era o momento de serenar o espírito e cuidar melhor da sua saúde. O corpo físico foi tratado, sim, mas não da forma como ela imaginava. E essa nova dificuldade a fez rememorar muitas passagens da sua vida.

Sinuca

Laurinda saiu da casa dos pais aos 15 anos, para se casar na vizinha Pocrane com um homem apenas quatro anos mais velho, escolhido pela família dela. Tiveram juntos seis filhos e o marido, Washington, o “Ostinho”, gozava de prestígio na cidade. Rico fazendeiro, tornou-se político, ocupando uma vaga na Câmara dos Vereadores local. Era respeitado na região, mas também conhecido por sua paixão pelo jogo de sinuca – no qual fazia grandes apostas – e pelos casos extraconjugais, boa parte deles com prostitutas.

“Isso deixava a minha mãe fora de si, ela realmente ficava muito alterada ao saber dos escândalos envolvendo o meu pai”, diz Stela, que não titubeia em dizer que teve “o melhor pai do mundo”. “Embora ele fosse um péssimo marido”, reconhece. O jogo, no entanto, foi o que tirou todo o chão de Washington, mulher e filhos. Ele chegou a perder toda a sua boiada em uma das apostas. Na tentativa de se  eleger prefeito de Pocrane, perdeu mais dinheiro. A família empobreceu e acabou se mudando para Diadema, na Grande São Paulo, no início da década de 70, em busca de um recomeço. “De uma  casa de 20 cômodos em Minas, fomos para um quarto e cozinha em São Paulo”, lembra Stela.

Leia mais...

 

CASOS CLÍNICOS

Relatos verídicos dos assistidos do IECIM*

 

Meu nome é Maurílio Morgan de Oliveira, tenho 52 anos e moro na cidade de São Paulo. Em outubro de 2003, após exames de PSA e ultrassom introrretal com biópsia e anátomo patológico, foi  diagnosticado câncer maligno na próstata do tipo Adenocarcinoma Acinar, com grau 7 na escala Gleason e infiltração Perineural Focal e PSA com 4,0 mg/ml.

Após marcar cirurgia em caráter de urgência para 01/12/2003, fui informado por uma amiga, da existência de um tratamento espiritual no Instituto Espírita Cidadão do Mundo, pelo médium Laerson. Fui logo procurá-lo, sendo recebido naquela casa com muito amor e carinho pelos trabalhadores da instituição, onde me informaram que naquele dia seria atendido pelo Espírito do Dr. Napoleão Laureano, e que já se haviam iniciado os trabalhos.

Fui atendido e durante a consulta o Dr. veio trazer esperança e tranquilidade, me esclarecendo que o tratamento e o pré-cirúrgico estavam sendo iniciados e que ele estaria no Hospital Samaritano desde a minha internação acompanhando a cirurgia.

Internei-me no dia 30/11/2003, por volta do meio dia, tranquilo e confiante da presença do Dr. Napoleão.

Por volta das 22 horas, comecei a sentir fortes náuseas, gases, vômitos, estado de aflição e falta de ar, trazendo-me muito desconforto e mal estar.

O médico foi solicitado duas vezes pela enfermeira de plantão, mas aquele profissional não encontrava nenhum diagnóstico para que pudesse explicar a razão de tanto vômitos, que vinham acompanhados de uma gosma seguidos por tantos gases, sem poder, assim, indicar o remédio para tal. Por volta das 4 h da manhã, todos os sintomas desapareceram. Seguindo-se de uma sonolência e um bem estar que duraram até as 6 horas da manhã, quando fui despertado pelo enfermeiro para iniciar o preparo da cirurgia.

Leia mais...

 

Caso Clínico - Uma família unida pela intuição

Como os Lima enfrentaram o mal súbito de um dos irmãos e não perderam a esperança de cura

No início de dezembro do ano passado, em meio aos preparativos para as festas de fim de ano, a família Lima enfrentou momentos difíceis. Em Montes Claros, cidade ao norte de Minas Gerais, Adair Cardoso de Lima, de 65 anos, descansava sozinho em casa quando se sentiu mal e desmaiou. Pai de duas filhas já casadas, Adair, fiscal aposentado da Receita Federal, morava só: estava temporariamente separado da mulher, que passava por um tratamento contra depressão.

Durante a semana, ele contava apenas com a companhia de uma sobrinha que veio da roça, Camila, responsável pelos afazeres domésticos. Mesmo sendo sábado o seu dia de folga, Camila começou a pensar que o tio poderia precisar dela. Ligou para perguntar se ele gostaria que ela preparasse o almoço. Como ninguém atendeu, ela decidiu ir até a casa, da qual tinha a chave. Qual não foi seu susto ao encontrar o tio desmaiado no quarto. Inexperiente, ela não sabia o que fazer e começou a chorar.

Ao mesmo tempo, Selma, uma das irmãs de Adair, moradora de Salinas, a 223 quilômetros de Montes Claros, lembrou-se repentinamente do irmão. Trata-se de uma família grande, de nove irmãos, com quase 60 sobrinhos. Selma e Adair não se falavam com tanta frequência, mas ela sentiu vontade de ligar para ele naquele momento. Foi quando Camila, que já tinha chegado e estava em pânico, atendeu ao telefone. Mesmo preocupada com a situação, Selma procurou manter a calma e orientou Camila a chamar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Vibrações

Horas depois, quando Selma chegou a Montes Claros, o irmão já tinha sido internado. Mas um novo problema surgiu: não havia médico neurologista de plantão naquele fim de semana. Estava difícil localizar um especialista para atender naquele hospital. “A situação foi ficando desesperadora, era como se todos os caminhos estivessem fechados”, lembra Elenice de Lima Bonfim, irmã de Adair e voluntária no IECIM do Butantã.

Em São Paulo, Elenice procurou mentalizar o irmão e lhe transmitir as suas melhores vibrações. Foi até o IECIM em pensamento e pediu socorro aos mentores espirituais da casa, em especial ao Dr. Adolpho. “Meu irmão podia entrar em coma a qualquer momento”, diz. Antes disso, porém, entrou em contato com a colaboradora do IECIM, Sônia Pegas, a quem relatou o caso e pediu orações.

Uma hora depois de iniciar as vibrações, o telefone de Elenice tocou. Era a irmã, Selma, dizendo que um ótimo neurologista havia sido localizado para atender Adair. “Eu já sabia que ele estava bem”, lembra Elenice. “Quando terminei minhas vibrações, toda aquela ansiedade, aquela aflição, acabou tudo. Eu tirei um peso de mim”.

Coágulo

Selma confirmou as sensações positivas da irmã. Afirmou que Adair, que havia acordado e dito coisas sem nexo nos primeiros momentos, conseguiu mais tarde reconhecer Selma, sentar-se na cama e abraçála. “Ele disse para Selma: ‘Deixa eu dar um abraço na minha irmã, que é muito especial’”, diz Elenice.

A cirurgia havia sido marcada para as 7 horas da manhã seguinte. Por meio de exames de tomografia, foi diagnosticado que Adair tinha um hematoma subdural crônico bilateral. Existem três membranas que cobrem o cérebro e a medula espinhal – são as meninges. O espaço entre as duas membranas exteriores é chamado de espaço subdural. Se uma veia no espaço subdural está rasgada, esse sangue escapa e pode causar um coágulo sanguíneo. Esse coágulo é chamado de hematoma subdural. À medida que esse coágulo pressiona o cérebro, pode provocar sintomas como dores de cabeça e confusão, os mesmos observados em Adair.

Em idosos, o problema geralmente se desenvolve após traumatismo craniano leve – uma queda, por exemplo. No caso de Adair, foi detectado que o coágulo era antigo, tinha começado a se formar há seis meses, no mínimo. Tanto que o paciente nem se lembrava de qualquer queda. Segundo estudos, em 20% dos casos, o hematoma subdural crônico acontece nos dois lados do cérebro (bilateral), o que leva a um quadro clínico mais grave, com alteração importante da consciência e coma, como ocorreu com Adair. No paciente, outro coágulo pressionava o nervo ótico, o que levou a pálpebra direita a escurecer e se fechar.

34 minutos

A cirurgia de Adair estava prevista para durar quatro horas. “Mas demorou apenas 34 minutos”, conta Elenice. “O próprio médico não acreditou que tivesse feito àquela cirurgia, pois nunca tinha feito uma intervenção tão rápida e tão bem-sucedida”, afirma. Segundo Elenice, o coágulo estava praticamente vazio. “Ele não sabia para onde tinha ido o sangue que ele havia visto nos exames”, diz.

Adair ficou apenas um dia na UTI e dois no hospital. “Ele voltou ótimo para casa, sem nenhuma sequela”, diz Elenice. Pelo contrário: deixou na mesa de cirurgia também a hipermetropia (dificuldade para enxergar de perto). Resultado: não usa mais óculos. Está fazendo acompanhamento clínico e vai se submeter a uma nova tomografia, mas não apresenta nenhuma sequela, algo raro em se tratando de casos como esse.

“É maravilhoso”, conta Elenice. Eu agradeci muito, muito, muito a Jesus! “Sem a espiritualidade, eu acredito que tudo se tornaria muito pior”, diz Elenice, que também acredita no merecimento do irmão. “É um homem muito bom, que ajuda todo mundo”.

Adair se tornou espírita há muito anos, depois de tomar um grande susto no trabalho. No início da carreira como fiscal da Receita Federal, Adair subiu em um caminhão para inspecionar a carga. Recebeu um tiro do motorista. “Ele quase perdeu a vida nesse momento”, lembra Elenice. Depois disso, buscou no Espiritismo as respostas para todas as suas dúvidas.

 

Caso Clínico - Quando o orgulho se dobra à fé

Shizuo Yamane precisou perder os movimentos para ter certeza da existência divina

Depois de 12 anos de vida conjugal, o dentista aposentado Shizuo Yamane e a funcionária pública Rosemary dos Santos decidiram oficializar a sua união. Casaram-se em 12 de maio do ano passado, em Sorocaba, a 92 quilômetros da capital paulista. Para surpresa dos dois, no entanto, o período seguinte ao enlace teve muito pouco de lua de mel.

Shizuo foi internado no dia 21, apenas nove dias depois do casamento. Sofreu uma crise aguda de esofagite (inflamação da mucosa que recobre o interior do esôfago) e pancreatite (inflamação do pâncreas). Os males causaram surpresa, porque Shizuo, então com 68 anos, nunca havia tido problemas nesses órgãos. O dentista chegou a ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Misericórdia de Sorocaba. Ficou por 15 dias em tratamento, até receber alta.

Uma semana depois, ele voltou ao leito do hospital, desta vez, com bursite (inflamação entre o tendão e a pele) e infecção urinária. Ficou mais uma semana internado. Retornou para casa, onde permaneceu por apenas quatro dias. Pela terceira vez em menos de dois meses, voltou ao hospital, sentindo fortes dores na coluna. Exames de raio-x identificaram uma erosão na sétima e na oitava vértebras. Passou mais 12 dias de cama.

Prótese, pino ou placa

Ao ver os exames, a médica ortopedista de uma clínica particular que atendeu Shizuo disse que poderia se tratar de uma inflamação, uma infecção ou até mesmo um câncer. O paciente procurou outro especialista na Santa Casa de Misericórdia, que descartou o risco de câncer, mas informou Shizuo que, por conta da gravidade do problema, seria necessário colocar uma prótese, um pino ou uma placa na coluna do paciente, para que ele pudesse voltar a andar normalmente, uma vez que o trecho correspondente à sétima e à oitava vértebras estava muito erodido.

Shizuo se lembra bem do momento em que sentiu pavor diante da sua condição. “O médico disse que eu poderia voltar para casa e fazer o tratamento nos meses seguintes à base de antibióticos. Mas uma noite, em setembro, acordei para ir ao banheiro e não consegui mais me movimentar. Já não sentia mais as minhas pernas. Foi horrível”, lembra o dentista.

O paciente foi buscar ajuda no Hospital de Clínicas da Universidade de Campinas (Unicamp). Lá, foi diagnosticado com espondilite anquilosante – uma doença inflamatória crônica que afeta as articulações do esqueleto axial, especialmente as da coluna. De acordo com a literatura médica, por enquanto, não existe cura e, se a doença não for tratada, pode impedir todo e qualquer movimento.

Mercúrio

As causas da espondilite anquilosante, que afeta mais homens do que mulheres, todos acima dos 40 anos, são desconhecidas. Shizuo suspeita das razões que podem ter motivado a doença. “Na maior parte da minha carreira como dentista inalei muito mercúrio. Nunca adotei todas as precauções que hoje os cirurgiões dentistas costumar tomar: usar máscaras, luvas, gorros etc. Acredito que entrei em contato por muito tempo com materiais tóxicos”, afirma.

O amálgama de prata, material restaurador utilizado na odontologia, contém mercúrio, metal pesado, tóxico para os seres vivos e o meio ambiente.

 

Leia mais...

 

Resgate por Amor - Caso Clínico

 

A história da médium que curou o corpo e a alma

Era uma manhã de sábado, em agosto de 2008, e Angelina Fontes Neta se dirigiu mais uma vez à Casa Maria de Nazareth, na favela de Heliópolis, na zona sul de São Paulo. Angelina era voluntária na instituição, criada pela médica Ismênia Figueiredo, para atender a população local com serviços médicos e odontológicos gratuitos, além de cursos e doações de cestas básicas. Mas aquele sábado era diferente.
Pela primeira vez, o IECIM iria oferecer atendimento na Casa Maria de Nazareth. O dirigente do centro, Laerson Cândido de Oliveira, procurava à época um local em Heliópolis para montar uma unidade de atendimento de cura e assistência espiritual. A Casa Maria de Nazareth, por sua vez, precisava de mais voluntários para ampliar o atendimento em Heliópolis e as duas instituições resolveram unir forças.

Os últimos serão os primeiros

Ao ver as 160 pessoas que se aglomeravam na Casa Maria de Nazareth em busca de atendimento de cura, Angelina não acreditou que pudesse chegar a sua vez. Procurou esquecer o seu problema de saúde – um sangramento urinário crônico, do qual sofria há oito anos – e decidiu vibrar para que todos que esperavam ali conseguissem ser atendidos.
Qual não foi a sua surpresa quando um dos mentores espirituais IECIM, Dr. Adolfo, foi em sua direção, para atendêla em primeiro lugar. Angelina, então com 73 anos, passou por uma cirurgia espiritual e o mentor pediu que ela não trabalhasse naquele dia. A voluntária, que dava passes na instituição, obedeceu e foi para casa. “Dormi até as 10 horas da noite”, lembra. “Procurei repousar no sábado e no domingo, mas ainda sentia alguma dor na segunda-feira”, afirma.
Nenhum dos especialistas em urologia e ginecologia que Angelina procurou ao longo de oito anos sabia identificar qual era o seu problema. No começo, o sangramento ocorria raramente, duas vezes ao ano, mas as ocorrências se tornaram mais freqüentes, a ponto de acontecerem uma vez a cada dois meses. Os exames que ela realizou não detectavam nenhuma anomalia. Antibióticos foram receitados e Angelina chegou a se submeter a uma cirurgia espiritual, sem sucesso.

Leia mais...

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 Próximo > Fim >>

Página 3 de 4
Translate
English French German Italian Russian Spanish
Doações
Banner
Pesquisar
Facebook
Popular
Direitos Autorais

Amigos, nossas postagens, fotos, estudos, vídeos e outras publicações são recebidas de amigos ou autorizadas pelos seus responsáveis. Primamos pela ética e o respeito aos Direitos da Propriedade Intelectual. Se você é proprietário de algum material publicado neste site, por favor, informe para que possamos legalizar a divulgação ou proceder a sua imediata retirada. Clique aqui.