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A dor que leva à cura - Caso Clínico

 

Uma sucessão de problemas físicos só foi interrompida pela força da fé

Era um fim de tarde de julho em Peruíbe, litoral sul de São Paulo, quando Débora Barcotti aceitou o convite de um amigo para ir a um centro espírita. Passaram em frente ao local, mas estava fechado. Resolveram então parar em uma lanchonete para um café. Foi quando a dona do estabelecimento, que tinha Débora e o amigo dela como clientes, resolveu perguntar a ela: "Não temos intimidade, mas posso lhe falar uma coisa? Conheço um centro espírita que presta atendimento de cura. Se você estiver interessada, eu te levo até lá".

Era o mesmo centro espírita que Débora havia tentado visitar antes. Trata-se da unidade do IECIM em Peruíbe, que presta atendimento público de cura quinzenalmente, aos domingos. Familiarizada com a doutrina espírita desde criança, por influência da tia Geni e pelas suas próprias manifestações mediúnicas, Débora aceitou o convite e, no domingo seguinte, conheceu a casa.

 

 

1 a cada 100

A dona do estabelecimento pensou que o centro poderia ajudar Débora, uma fonoaudióloga de 50 anos, com o seu problema de saúde. Há dois anos, Débora começou a sofrer de artrose do quadril, que causa muitas dores nessa região, por conta da degeneração das articulações e da cartilagem local. A doença evoluiu rapidamente e Débora se submeteu a uma artroplastia – troca da articulação do quadril e do fêmur por uma prótese.

Segundo especialistas, nesse tipo de intervenção, a possibilidade de ocorrer uma infecção em um quadril que nunca foi operado é de 1 a cada 100 cirurgias. E foi exatamente isso que aconteceu com Débora. Em agosto de 2009, durante a sua primeira cirurgia, ela contraiu uma bactéria hospitalar que não deixava a prótese aderir ao osso. Ela passou a sofrer de osteomielite, uma inflamação óssea, causada pela infecção bacteriana. Além disso, nessa operação, ocorreu uma lesão no nervo ciático de Débora, o que a deixou com dificuldade para andar.

Nova complicação

Três meses depois, em novembro de 2009, a paciente voltou ao Hospital São João, em Registro (SP), para uma nova cirurgia: era preciso trocar a prótese, que havia se deslocado, e colocar mais um pino. A dificuldade de locomoção, porém, persistiu.

Durante um ano, Débora continuou tomando analgésicos e antiinflamatórios para aliviar a dor. "Alguns eram opiáceos [derivados do ópio], muito fortes para mim, eu estava acostumada a me tratar com ervas", lembra Débora, que também manteve, após as cirurgias, a locomoção por andadores e muletas. Até que surgiu uma nova complicação.

"Um caroço apareceu na parte traseira da minha coxa esquerda, bem no alto", diz a fonoaudióloga. A partir de então, ela passou a ter dificuldades também para se sentar. Procurou dois ortopedistas e um clínico geral, sem que nenhum sugerisse um tratamento satisfatório ou mesmo identificasse qual era o problema. Foi então que Débora conheceu o IECIM Peruíbe, em julho desse ano.

Agulhas e desobsessão

A fonoaudióloga ficou impressionada com a paz que sentiu no lugar e o primeiro pensamento que teve foi o de ser voluntária com gestantes. "Tenho facilidade em me comunicar com esse público", afirma. Das três primeiras vezes que compareceu ao centro, não disse nada. Ainda na terceira vez, recebeu uma agulhada nas costas e outra no glúteo, durante o tratamento espiritual. Foi só na quarta visita ao IECIM de Peruíbe que Débora relatou o seu problema com o "caroço" no alto da coxa esquerda.

O médico do plano espiritual aplicou algumas agulhas sobre a região, onde imediatamente começou a verter uma secreção. O mentor perguntou a ela o que os médicos diziam a respeito. Um deles, respondeu Débora, acreditava ser o resquício da cirurgia. Outro especialista sugeriu uma pomada antiinflamatória. O médico do plano espiritual se limitou a balançar a cabeça, em sinal de desaprovação.

Depois da intervenção, o caroço ficou gigante. "Parecia que ia explodir", conta Débora. "O mentor me disse para eu voltar, porque o tratamento ainda não tinha acabado", lembra ela. Também indicaram à paciente um tratamento de desobsessão, ao qual Débora compareceu às quintas-feiras.

Contratação

Até que, no primeiro fim de semana de outubro desse ano, Débora realizou a cirurgia espiritual. ―Após a ope-ração, dormi muito e bebi muita água quando acordei‖, lembra. Dias depois, o tal caroço havia sumido. "Aquela bolota estava comprimindo o meu nervo ciático", constatou.

Ao fechamento dessa edição, Débora tinha parado de tomar os remédios para dor e estava se recuperando muito bem da intervenção espiritual. Aguardava ansiosamente a próxima consulta, em 6 de novembro. "Espero essa data com muito amor!", disse.

Mais do que isso: a fonoaudióloga está bastante animada com o futuro trabalho junto às gestantes atendidas pelo IECIM. "O mentor (Dr. William) disse que eu estava contratada para trabalhar com as gestantes", afirma Débora. "Foi um presente para mim!".

 

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