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Crer para receber - Caso Clínico

Crer para receber

Rachel não precisou de exames para identificar a doença,
nem para ter certeza de que o mal tinha ido embora


O ano de 2012 trouxe uma desagradável surpresa para Rachel Nogueira de Almeida Prado, 73 anos. A dona de casa começou a sentir intensas dores nas pernas, sem nenhum motivo aparente. Na consulta de rotina ao geriatra, Dr. Luís, Rachel falou do problema. O especialista recomendou que ela procurasse um ortopedista, suspeitando que pudesse ser ciática (dor na perna devido à irritação ou contração do nervo ciático). Mas, ao escutar o seu relato, que acusava não só a forte dor, como também a evacuação com sangue, o Dr. Luís arriscou um prognóstico: câncer retal.

 


Rachel imediatamente se lembrou da mãe, Jandira, morta em 2004. Dona Jandira sofreu durante dez anos com câncer retal. Desencarnou aos 92 anos, depois de lutar contra a doença com sessões de quimio e radioterapia. “A medicina pode ter se modernizado desde então, mas a quimio e a radioterapia continuam muito agressivas, acabam com a pes-soa”, diz Rachel, que também considera os exames relacionados à doença bastante invasivos. “Eu morro, mas não faço esse tipo de tratamento”, diz a “turrona”, como ela mesma se define.
“Bico de papagaio”
Rachel procurou ainda o ortopedista, que lhe diagnosticou a dor na perna como “bico de papagaio”: nome popular da osteofitose, formação óssea anormal, produzida nas articulações das vértebras, que pode ocorrer em qualquer lugar do corpo e causa fortes dores, além de limitar os movimentos. O ortopedista comentou com Rachel que, nesses casos, o mais indicado era operação e fisioterapia.
Avessa a exames e intervenções cirúrgicas convencionais, Rachel decidiu procurar o Instituto Espírita Cidadão do Mundo (IECIM). “Eu nasci espírita, minha avó, Maria Nogueira Ribeiro, era médium de transporte e de cura”, diz Rachel. “Esse mundo nunca foi novidade para mim”.
No IECIM, ela foi atendida por um dos médicos do plano espiritual, ao qual falou apenas sobre o problema do “bico de papagaio”. Na instituição, Rachel se submeteu a duas operações. “Depois da primeira intervenção, minha perna ainda arqueava, eu não conseguia andar direito”, lembra. “Com a segunda operação, tudo foi curado, a dor na perna, a evacuação de sangue, tudo”, diz. Agora eu estou bem, não tenho mais nada”.
Ponte de safena
Essa não foi a primeira vez que Rachel passou por uma intervenção espiritual. Há cerca de um ano e meio, ela foi diagnosticada com insuficiência cardíaca e teria que ser submetida a uma ponte de safena. “Me indicaram um centro espírita em Ubatuba [litoral paulista] e lá eu fui curada”, lembra Rachel.
A dona de casa se sentiu ofendida quando, depois da cirurgia espiritual, pediu para a sua cardiologista fazer novos exames, para provar que houve a cura. “Ela se recusou a fazer, disse que estaria perdendo tempo, porque não acredi-tava em cura espiritual”. Rachel então mudou de médico. O segundo cardiologista, dr. Paulo Frange, pediu novos exames que constataram que, sim, ela tinha se curado.
“A minha fé é tão grande que eu fiquei doente e sarei imediatamente”, diz ela. Segundo Rachel, ela não tem dúvidas quanto à eficácia da intervenção espiritual. “Se eu fizesse isso [colocasse a cura em questão], abriria espaço para a energia negativa entrar”, diz a dona de casa viúva, mãe de sete filhos, cinco deles adotados, e avó de sete netos.
Agora, Rachel se prepara para voltar ao geriatra. Vai falar que não tem mais nenhuma dor ou incômodo graças ao plano espiritual. “Sou determinada, não fico com meias palavras”, diz ela. “Acredito na continuidade da vida. Se eu passo por algum problema, é para saldar alguma dívida. Mas é preciso ter fé para superar tudo. Foi o que aconteceu com câncer”, afirma. “Cada vez, tenho mais certeza. É o que fica da minha experiência”.

 

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