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Caso Clínico

Fé a distância

Juliana Pompiani nunca esteve no IECIM, mas alcançou a cura com o tratamento a distância


A empresária Juliana Pompiani descobriu em 2011 que era portadora de uma doença rara, a acromegalia, também chamada de gigantismo hipofisário. A doença, que leva ao crescimento de órgãos na fase adulta, causa o tumor na hipófise, glândula situada na base do cérebro. No Brasil, existem só 10 mil casos diagnosticados. Ela descobriu a doença por acaso, uma vez que uma antiga colega de trabalho sofria do mesmo mal. “Eu percebia que meus pés estavam ficando maiores, mas até aí tudo bem”, lembra. As suas juntas também doíam e ela chegou a pensar em reumatismo. O problema foi quando a visão ficou comprometida.

A acromegalia é provocada pelo excesso de produção do hormônio do Crescimento (GH) na vida adulta. Na quase totalidade dos casos, essa produção está associada à presença de tumores benignos na hipófise. No caso de Juliana, havia um tumor de 6 centímetros situado próximo ao nervo óptico. “Eu estava ficando cega”, lembra.

Carótida

Em agosto de 2011, quando procurou uma neuroendocrinologista do Hospital das Clínicas (HC), em São Paulo, Juliana ouviu que precisava operar imediatamente.

O tumor foi retirado, mas não totalmente. Isso porque estava em uma região próxima da artéria carótida, principal responsável por levar sangue oxigenado ao cérebro. Os médicos não queriam avançar até essa região, por medo de sequelas. Conclusão: “sobrou” um centímetro de tumor na cabeça de Juliana.

A paciente deu início em 2012 a um tratamento experimental no HC. Uma injeção do medicamento Signifor passou a ser tomada a cada 28 dias, para controle do tumor. A medicação em questão, segundo Juliana, é um tipo de quimioterapia, mas um pouco mais branda. Provoca alterações hormonais, como perda de cabelo, enjoo e diarreia.

Hoje com 35 anos, a empresária, que mora com o marido e o filho de 15 anos em Suzano (SP), comentou o problema com um amigo, que vive em Orlando. Ele disse que a mãe havia se tratado de uma doença renal no Instituto Espírita Cidadão do Mundo (IECIM), em São Paulo, no bairro do Butantã. A mãe dele, que iria fazer um transplante de rim, ficou curada.

“Não acreditei quando ele me contou”, disse. “Eu cresci no Butantã, saí há 10 anos para morar em Suzano, mas vivi todo o tempo próximo do endereço onde funciona o centro”, afirmou.

O tema espiritual não é novidade para Juliana. A empresária é espírita. Antes de descobrir que tinha um tumor, ela sentiu que estava doente e chegou a receber uma mensagem psicografada em um centro de Suzano, dizendo que precisava se cuidar.

Dor no sonho

Em março de 2014, a empresária decidiu mandar um e-mail para o IECIM relatando o problema. Recebeu uma mensagem eletrônica informando sobre os procedimentos da cura a distância.

O tratamento teve duração de quatro semanas.

Da terceira para a quarta semana, no início de abril, Juliana teve um sonho. Ela viu um grupo de pessoas com roupas brancas. Uma delas lhe disse: “Estamos retirando o seu tumor”. No sonho, não havia nenhum instrumento médico: o tumor foi retirado com as mãos.

“Acordei sentindo a dor daquele procedimento”, lembra Juliana. “Imediatamente disse para o meu marido: ‘Retiraram o meu tumor’”.

A paciente seguiu fazendo o tratamento experimental no Hospital das Clínicas. Em agosto, realizou uma ressonância magnética para verificar o estado do tumor. Ele, no entanto, havia desaparecido da sua cabeça.

“Eu chorei quando soube”, diz ela. “Mal pude acreditar. Perguntava para a médica: ‘Tem certeza que não está aí?’”, lembra.

A neuroendocrinologista, Dra. Raquel foi comedida na comemoração. “Ela afirmou que não podia dizer que eu estava curada, porque não havia sido comprovada, clinicamente, a razão de o tumor ter desaparecido”, lembra Juliana. “Mas a verdade é que ele não estava mais lá”.

Juliana faz parte de um grupo de seis pessoas que toma a medicação experimental no HC – ela foi a única em que o tumor regrediu a ponto de desaparecer. “Sei que existem outros grupos no HC e em nenhum deles foi verificado a regressão do tumor”, diz. A empresária já havia feito três ressonâncias após a operação realizada em 2011 e, em todas, o tumor aparecia.

Desde a cirurgia espiritual, Juliana se sente muito bem. E está pronta para conhecer pessoalmente o IECIM, que ela pensou que se tratava apenas de um grupo de oração – não sabia do atendimento presencial. “Quero muito conhecer o centro, que tanto me ajudou”, diz ela, que também conseguiu superar uma crise no casamento, depois de ser atendida. “Agradeço de coração todas as bênçãos que recebi”.

Daniele Madureira, Jornal O Cidadão, Ano 13 - Edição 96, Julho/Agosto 2015 - (MTB 32037)

 

O poder da fé e do merecimento

Como Bet se livrou duas vezes dos riscos do câncer de mama

O ano de 2009 não deixou boas lembranças para Elisabet dos Santos Sousa. A mãe dela, D. Maria, desencarnou depois de sofrer um infarto fulminante. A perda de um ente tão querido mexeu demais com a funcionária pública, hoje com 59 anos. “Eu entrei em parafuso”, lembra. Bet foi diagnosticada com depressão e síndrome do pânico. “Eu e minha mãe éramos muito ligadas, uma vivia a vida da outra”.

Mesmo sendo espírita e tendo consciência da continuidade da vida após a morte corpórea, foi um baque muito grande para Bet, que deixou de cuidar de si e de sua saúde.

Dois anos antes, em 2007, durante um exame de rotina no Hospital do Câncer, Bet havia descoberto uma “alteração” em uma das mamas. Nada que merecesse tratamento, mas apenas um acompanhamento constante para impedir a possível evolução de um câncer. A partir de 2009, porém, com a perda da mãe, ela deixou os exames de lado. Em abril de 2012, quando decidiu voltar a fazer a mamografia, não teve boas notícias.

“Foi detectado um câncer na mama direita e a esquerda já estava comprometida”, diz Bet. “Eu sentei e chorei bastante. A culpada era eu, que descuidei da saúde. Acreditava que não teria chegado a esse ponto se tivesse me cuidado melhor”.

Depois do choque inicial, Bet se apegou à fé. “Não tenho medo da doença, mas estava apreensiva quanto à cirurgia, iria receber anestesia geral, algo completamente novo para mim”, diz ela, que tem um filho adotivo e já é avó.

Recuperação

Como o câncer da mama direita estava em estágio avançado, a cirurgia foi marcada para o mês seguinte, maio de 2012. Na véspera da intervenção, Bet encontrou uma amiga, a pediatra Dra. Claudia, e contou sobre seu problema de saúde. “A Dra. Claudia me falou do IECIM e disse que deixaria o meu nome para tratamento a distância”, afirma.

Dois dias depois da cirurgia, Bet teve alta e a sua recuperação foi surpreendente. “Eu não senti dor alguma, nem tive problemas de circulação no braço, como costuma ser comum nesses casos”, diz.

Durante a cirurgia, retiraram material da mama esquerda para fazer uma biópsia e identificar se a região estava mesmo com câncer.

Durante quatro semanas, Bet fez o tratamento do IECIM a distância, com orações e água fluidificada.

“Levei o resultado da biópsia da mama esquerda para o mastologista, Dr. Gonçalo, que ficou em dúvida e pediu para fazer outro exame, mais detalhado, e voltar em 15 dias”. O Dr. Gonçalo pediu para repetir o exame porque já estava certo de que ela tinha câncer na mama esquerda, mas não foi o que o exame mostrou – o órgão estava livre da doença.

Ainda assim, o médico indicou sessões de radioterapia na mama direita para “esterilizar a área”, depois da cirurgia.

Na metade de 2013, durante mais um exame de mamografia, veio o resultado: Bet estava livre do câncer. “A mama direita estava completamente limpa”, diz.

Depois da cirurgia, Bet foi ao IECIM duas vezes. Em uma das ocasiões, o mentor perguntou sobre a sua saúde, ao que ela respondeu que não tinha mais câncer. “Os médicos não entenderam nada, não é?”, brincou o mentor, referindo-se ao resultado do exame da mama esquerda.

Microcalcificação

Bet ainda passou por uma segunda cirurgia na metade do ano passado, depois que uma microcalcificação foi detectada nas duas mamas. Microcalcificação são pequenos cristais de cálcio que se depositam em várias partes do corpo, inclusive nas mamas. Essa condição pode evoluir para um câncer ou ficar estável.

No caso de Bet, por conta do seu histórico, o mastologista optou pela intervenção cirúrgica novamente e ela se submeteu a uma operação em outubro do ano passado. Mais uma vez, recorreu ao IECIM, por intermédio da Dra. Claudia, e fez o tratamento a distância.

Durante o seu tratamento, Bet recebeu mensagens de fé e esperança de familiares e amigos, que procuraram pedir em seu nome em outras religiões, como a igreja Universal. Ela aceitou e agradeceu a todas as intervenções de coração. “Deus é um só”, lembra.

Bet, que é voluntária na Associação Espírita Caravana Irmã Caridade, no Parque Edu Chaves, zona norte de São Paulo, também passou por tratamento na instituição no período da cirurgia, com passes e água fluidificada.

“Toda essa experiência fez com que eu me certificasse de que Deus é muito bom e existe o poder de cura, pude comprovar”, diz Bet. “Nunca duvidei do poder da fé e do merecimento”.

Daniele Madureira, Jornal O Cidadão, Ano 13 - Edição 99, Fevereiro de 2015

 
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