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IECIM Aula 30 - Idade da Razão e o século XIX



Curso de aprofundamento do estudo e educação da mediunidade.

Aula 30 - Idade da Razão e o século XIX

Expositor: Marcos Soares

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Butantã

Data: 29/08/2016 às 20h


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Palestras iecim.org - Tema: Convivência



Expositor: Dr. Adolfo, psicofonia de Laerson Cândido de Oliveira

Local: Instituto Espírita Cidadão do Mundo-Unidade Santana de Parnaíba

Data: 27/08/2016 às 12h

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Mais Adiante


A sabedoria divina estabeleceu leis que impulsionam a vida naturalmente para a harmonia.

Hoje, talvez, haja sombra.

Amanhã, porém, a luz voltará.

Agora, é possível que a tempestade ocorra.

Depois, porém, a bonança retornará.

Por hora, é provável que a dor te visite; mais além, todavia, a paz te sustentará.

Neste momento, é possível que a enfermidade te faça companhia.

Logo mais, porém, o equilíbrio retornará.

Lembra-te de que és um espírito imortal, e que a saúde é o teu estado natural.

Tudo mais que se apresente com ameaças perturbadoras terá caráter transitório, porque é da lei de Deus que todas as criaturas libertem-se do ego e cresçam para a consciência cósmica, plenas de paz.


Scheilla


Sobre o Autor

Scheilla, encarnou na Alemanha. Com a guerra no continente Europeu, aflições e angústias assolaram a cidade de Berlim, na Alemanha, onde Scheilla atuava como enfermeira e trabalhava com seu pai Dr. Adolfo Fritz. Seu estilo simples, sua meiguice espontânea, muito ajudavam em sua profissão. Bonita, tez clara, cabelo muito louro, que lhe davam um ar de graça muito suave. Seus olhos, azuis-esverdeados, de um brilho intenso, refletiam a grandeza de seu Espírito. Estatura mediana, sempre com seu avental branco, lá estava Scheilla, preocupada em ajudar, indistintamente. Esquecia-se de si mesma, pensava somente na sua responsabilidade. Via primeiro a dor, depois a criatura... Numa tarde de pleno combate, desencarna Scheilla, a jovem enfermeira. Morria no campo de lutas, aos 28 anos de idade. Muitos anos depois, surgia nas esferas superiores da espiritualidade, com o seu mesmo estilo, aprimorado carinho e dedicação, Scheilla, a Enfermeira do Alto!

Tem-se notícias apenas de duas encarnações de Scheilla: uma na França, no século XVI, e outra na Alemanha. Na existência francesa, chamou-se Joana Francisca Frémiot, nascida em Dijon a 28/01/1572 e desencarnada em Moulins a 13/12/1641. Ficou conhecida como Santa Joana de Chantal (canonizada em 1767) ou Baronesa de Chantal. Casará-se, aos 20 anos, com o barão de Chantal. Tendo muito cedo perdido seu marido, passou a dedicar-se à obras piedosas e orações, juntamente com os deveres de mãe para com seus 4 filhos. Fundou, em 1604, juntamente com o bispo de Genebra, S. Francisco de Salles, em Annecy, a congregação da Visitação de Maria, que dirigiu como superiora, em Paris. Em 1619, Santa Joana de Chantal deixou o cargo de superiora da Ordem de Visitação e voltou a Annecy, onde ficava a casa-mãe da Ordem. A 13 de dezembro de 1641 ela veio a falecer. A outra encarnação conhecida de Scheilla, verificou-se na Alemanha. 

 

O real mundo invisível



O vácuo absoluto existe em alguma parte no Espaço universal? Não, não há o vácuo. O que te parece vazio está ocupado por matéria que te escapa aos sentidos e aos instrumentos. (Allan Kardec. O livro dos espíritos, q. 36)

Adeptos há da Doutrina Espírita que rejeitam, até hoje, a versão ultimamente muito ventilada pelos Espíritos desencarnados, por meio de obras ditadas psicograficamente, de um mundo material, invisível aos olhos carnais, mundo esse vibrátil e intenso, no qual existirá, em estado aperfeiçoado, ampliado até a vertigem, muito do que na Terra existe.

Respeitamos, certamente, a opinião dos refratários a essa revelação, visto que, se é dever de qualquer cidadão respeitar opiniões alheias, ao espírita, com muito maior razão, assistirá o dever de consideração à opinião do próximo, ainda quando antagônica ao seu modo de ver e pensar.

Não seria, porém, ocioso raciocinarmos sobre ensinamentos particulares aos domínios da Doutrina Espírita, raciocínios que, se nenhum proveito trouxerem à instrução que nos cumpre dilatar diariamente, ao menos nos auxiliarão no aprendizado da meditação, exercitando-nos o pensamento para voos mais arrojados.

Estas páginas, como as demais que compõem o presente volume, não são frutos do nosso raciocínio pessoal, como o não são de nossas concepções doutrinárias, visto que temos o cuidado de jamais estabelecer concepções pessoais em assuntos de Espiritismo.

Certos da nossa fragilidade, renunciamos bem cedo à vaidade das opiniões próprias, para nos achegarmos aos mestres e grandes vultos da Doutrina e junto deles buscar o ensinamento seguro, aceitando igualmente o que o Invisível espontaneamente nos revela, quando concorde com os ensinamentos básicos, revelações que, algumas vezes, têm contrariado mesmo as ideias que havíamos feito sobre mais de um assunto.

Temos sido, portanto, tão somente um veículo transmissor das ideias e do noticiário do Espaço, e, mercê de Deus, empenhamo-nos esforçadamente em ser passiva aos dedicados amigos invisíveis, ao se valerem da nossa faculdade.

E, por isso mesmo, o que aqui se afigura escrito por nossa pena mais não será do que o murmúrio das vozes de amigos espirituais que nos dirigem o cérebro e impulsionam o lápis, depois de haverem arrebatado o nosso Espírito a giros instrutivos pelo mundo invisível, as mais das vezes.

Desde o advento da Doutrina Espírita, os nobres habitantes do mundo espiritual que se têm comunicado com os homens, por intermédio de grande variedade de médiuns, afirmam ser a Terra um pálido reflexo do Espaço.

O livro dos médiuns, de Allan Kardec, Segunda Parte, no belo capítulo VIII – “Do laboratório do mundo invisível” – é fecundo em explicações que oferecem base para estudos e conclusões muito profundas quanto à vertiginosa intensidade do plano invisível, a possibilidade de realizações, ali, por assim dizer, “materiais”, que as entidades desencarnadas sempre afirmaram e que nos últimos tempos vêm confirmando com insistência e pormenores dignos de atenção.

E no precioso compêndio A gênese, também de Allan Kardec, lemos o seguinte, no capítulo XIV, subtítulo “Ação dos Espíritos sobre os fluidos. Criações fluídicas. Fotografias do pensamento”:

13. Os fluidos espirituais, que constituem um dos estados do fluido cósmico universal, são, a bem dizer, a atmosfera dos seres espirituais; o elemento donde eles tiram os materiais sobre que operam; o meio onde ocorrem os fenômenos especiais, perceptíveis à visão e à audição do Espírito, mas que escapam aos sentidos carnais, impressionáveis somente à matéria tangível; o meio onde se forma a luz peculiar ao mundo espiritual, diferente, pela causa e pelos efeitos, da luz ordinária; finalmente, o veículo do pensamento, como o ar o é do som.

14. Os Espíritos atuam sobre os fluidos espirituais, não os manipulando como os homens manipulam os gases, mas empregando o pensamento e a vontade. Para os Espíritos, o pensamento e a vontade são o que é a mão para o homem. Pelo pensamento, eles imprimem àqueles fluidos tal ou qual direção, os aglomeram, combinam ou dispersam, organizam com eles conjuntos que apresentam uma aparência, uma forma, uma coloração determinada; mudam-lhes as propriedades, como um químico muda a dos gases ou de outros corpos combinando-os segundo certas leis. É a grande oficina ou laboratório da vida espiritual

E, no item 3, desse mesmo capítulo, encontraremos:

3. No estado de eterização, o fluido cósmico não é uniforme; sem deixar de ser etéreo, sofre modificações tão variadas em gênero e mais numerosas talvez do que no estado de matéria tangível. Essas modificações constituem fluidos distintos que, embora procedentes do mesmo princípio, são dotados de propriedades especiais e dão lugar aos fenômenos peculiares ao mundo invisível.

Dentro da relatividade de tudo, esses fluidos têm para os Espíritos, que também são fluídicos, uma aparência tão material, quanto a dos objetos tangíveis para os encarnados e são, para eles, o que são para nós as substâncias do mundo terrestre. Eles os elaboram e combinam para produzirem determinados efeitos, como fazem os homens com os seus materiais, ainda que por processos diferentes.

Os próprios Espíritos ditos sofredores, até mesmo os criminosos, que se costumam apresentar em bem dirigidas sessões práticas, narram acontecimentos reais, positivos, que no Invisível se sucedem, um modo de viver e de agir, no Espaço, muito distanciado daquele estado vago, indefinível, inexpressivo, que muitos entendem seja o único verdadeiro, quando a Revelação propala, desde o início, um mundo de vida intensa, mundo real e de realidades, onde o trabalho se desdobra ao infinito e as realizações não conhecem ocasos.

Nas entrelinhas de grandes e conceituadas obras doutrinárias, existem claras alusões a sociedades, ou “colônias”, organizadas no além-túmulo, onde avultam cidades, casas, palácios, jardins etc., etc. Na erudita e encantadora obra “Depois da morte”, do eminente colaborador de Allan Kardec, Léon Denis, o qual, como sabemos, além de primoroso escritor, foi um grande inspirado pelos Espíritos de escol, no capítulo XXXV, a exposição dessa tese não somente é fecunda e expressiva, como também mesclada de grande beleza, como tudo o que passou por aquele cérebro e aquela pena.

Diz Léon Denis: O Espírito, pelo poder de sua vontade, opera sobre os fluidos do espaço, os combina, dispondo-os a seu gosto, dá-lhes as cores e as formas que convêm ao seu fim. É por meio desses fluidos que se executam obras que desafiam toda comparação e toda análise.

Construções aéreas, de cores brilhantes, de zimbórios resplendentes: sítios imensos onde se reúnem em conselho os delegados do Universo; templos de vastas proporções de onde se elevam acordes de uma harmonia divina; quadros variados, luminosos: reproduções de vidas humanas, vidas de fé e de sacrifício, apostolados dolorosos, dramas do infinito. Como descrever magnificências que os próprios Espíritos se declaram impotentes para exprimir no vocabulário humano?

É nessas moradas fluídicas que se ostentam as pompas das festas espirituais. Os Espíritos puros, ofuscantes de luz, agrupam-se em famílias. Seu brilho e as cores variadas de seus invólucros permitem medir a sua elevação, determinar-lhes os atributos.


Charles, do livro: Devassando o Invisível, psicografado por Yvonne A. Pereira.


 

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